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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Aromaterapia Mágica


LIVRO GRÁTIS: AROMATERAPIA MÁGICA
De Scott Cunningham

Para baixar (é em espanhol):


e do mesmo autor:

Enciclopédia de Cristais, Pedras Preciosas e Metais

II CONGRESSO INTERNACIONAL DE AROMATOLOGIA - 18,19 e 20 de março, 2016 (presencial e online)

LASZLO 
O Essencial em sua Vida. 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Pesquisa da Unifesp comprova ação ansiolítica de óleos essenciais de laranja e lavanda

Indicados pela medicina popular como estimulantes e para tratar quadros de ansiedade, os óleos essenciais de laranja e de lavanda tiveram comprovadas sua ação ansiolítica em pesquisas com animais de laboratório.

Depois de avaliar os efeitos do óleo essencial de rosas e comprovar sua ação ansiolítica, os pesquisadores da Unidade de Medicina Comportamental do Departamento de Psicobiologia da Unifesp direcionaram seus estudos para os óleos essenciais de laranja (Citrus aurantium L.) e de lavanda (Lavandula angustifolia mill), que têm despertado interesse científico por suas ações sedativas e relaxantes. 

Os resultados em ratos mostraram que a inalação isolada desses óleos (grupo experimental) induziu um efeito ansiolítico, diminuindo o grau de emocionalidade dos animais, com um efeito superior ao grupo de animais que recebeu um ansiolítico padrão (grupo benzodiazepínico). O mesmo efeito não foi encontrado num terceiro grupo de ratos, considerado controle, ao qual nada foi ministrado. 

De acordo com a Rita Mattei Persoli, bióloga responsável pelo estudo, os óleos essenciais atuam nas regiões cerebrais responsáveis pelas emoções (sistema límbico). Uma relação entre a percepção de odores e a resposta comportamental emocional tem sido sinalizada nesses estudos, explica a pesquisadora. É possível que os efeitos encontrados nos ratos sejam semelhantes nos seres humanos. 

Muito utilizados nas indústrias cosmética, farmacêutica e alimentícia, os óleos essenciais são tema de vários estudos da Unidade, com projetos financiados pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), sob a coordenação do psicólogo José Roberto Leite.

Menos ansiedade e mais sociabilidade

Para testar o grau de emocionalidade dos animais, foi utilizado o teste do Labirinto em Cruz Elevado, que consiste em um aparelho no formato de cruz e que fica elevado do chão, no qual um dos caminhos é fechado e escuro e, o outro, é claro e aberto. Ratos não gostam de ambientes estranhos e que sejam altos e claros, pois o desconhecido para eles é estressante. Naturalmente, ele procura o lado escuro e amparado, quando colocado nesse labirinto, explica a pesquisadora. Entretanto, os animais que receberam a inalação dos óleos de lavanda ou de laranja exploraram mais o lado claro e aberto do labirinto, ou seja, tiveram a mesma reação dos animais aos quais foram administradas doses de benzodiazepínico. 

Também foi aplicado o chamado Teste da Interação Social no Campo Aberto, em que os ratos são colocados em um campo amplo, circular e com paredes altas, junto com outro animal, com o qual nunca tiveram contato anteriormente. Da mesma forma como no teste do labirinto, os resultados mostraram que os animais que inalaram os óleos foram mais interativos e sociáveis, comportamento semelhante ao daqueles que receberam ansiolítico, quando comparados ao grupo de animais que nada recebeu (controle). 

Mattei explica que outro parâmetro científico para avaliar o grau de ansiedade dos animais é a análise da quantidade de fezes eliminadas durante os testes. Quanto mais ansioso e agitado, maior será a quantidade de bolos fecais. Observamos muito isso nos ratos ‘controle’, pois a produção de ‘bolos fecais’ foi bem maior, quando comparada à dos outros dois grupos que estavam sob efeito dos óleos ou do benzodiazepínico, afirma.

20/05/2008
Link:

Histórico do termo aromaterapia

No final do séc. XIX e início do séc XX, Cuthbert Hall demonstrava que o poder anti-séptico do óleo de eucalipto em sua forma natural era muito mais forte do que seu princípio ativo isolado: o eucaliptol. Neste mesmo período o francês René Gattefossé, criava o termo aromaterapia.

Conta-se que houve um acidente quando ele estava fazendo uma destilação em seu laboratório, causando uma séria queimadura em seu braço, e que usando óleo de lavanda em sua pele, se recuperou em pouco tempo sem sequelas. Na Segunda Guerra Mundial, o dr. Valnet, médico da Frente Armada Francesa e admirador de Gattefossé, ao ficar sem antibióticos, usou óleos essenciais, se surpreendendo com os resultados positivos nos tratamentos dos processos infecciosos. Posteriormente os empregou como parte de um programa que tratou com sucesso desordens médicas e psiquiátricas publicando os resultados no livro "aromatherapie", em 1964.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Aromaterapia, por Paula Franco

A aromaterapia é uma prática terapêutica que se utiliza das propriedades dos óleos essenciais 100% puros. Fragrâncias maravilhosas e naturais. 

Os óleos essenciais são utilizados para a prevenção e tratamento de todos os desequilíbrios que possam estar afetando o corpo físico, emocional e energético, visando resgatar o bem estar geral do Ser humano e do meio em que vive.

Apesar da palavra óleo lembrar uma substância pesada, graxa, os óleos essenciais não são gordurosos e são muito leves. São extratos altamente concentrados, 100% puros, voláteis. 

O óleo essencial está presente em um grande número de plantas. São provenientes dos caules, das raízes, das folhas, das frutas, das flores, das sementes ou de outro elemento da planta. Possuem propriedades terapêuticas e farmacológicas, e o aroma característico de onde foi extraído. 

Diferente dos aromas sintéticos, não naturais, que agem apenas em nossa memória olfativa, sem ação terapêutica, os naturais carregam vitaminas, hormônios, antibióticos naturais, dentre outros componentes importantes, os quais garantem suas propriedades terapêuticas.
alquimiaporpaulafranco@gmail.com

sexta-feira, 21 de junho de 2013

O poder medicinal das Ervas: Thymus Vulgaris – a erva da Coragem e da Bravura

Foto - Thymus vulgaris - Glastonbury - UK


É uma planta herbácea das mais usadas na medicina ocidental desde tempos imemoriais. Acredita-se que tenha sido usada pelos Sumerianos (3.500 anos atrás), muito provavelmente queimado como fumegante aromático. 

Os egípcios o chamavam de Tham, e empregavam o tomilho no processo de embalsamento. Os Gregos faziam seu uso na culinária e também o usavam para desinfetar o ar, como prevenção contra o espalhamento de doenças contagiosas.

O aroma dessa erva foi muito valorizado pelos Gregos, que o chamavam de Thymon, significando “fumegar”; por outro lado, este nome também tinha ligação com a palavra “coragem”, pois a planta era associada com a bravura. Eles o usavam para purificar os templos e lugares de rituais. Os soldados Romanos se banhavam com a erva do Tomilho, antes de saírem para as batalhas, e o dedicavam a Deusa Vênus. Foi também muito usado em rituais de banhos para remover dores e sofrimentos vivenciados no passado, por meio da água, contendo o tomilho. Na Idade Média, ele era usado nos cachecóis dos Cavaleiros que partiam para as Cruzadas.

Umas das plantas mais energéticas da família das Labiadas, o erbarista John Gerard, em 1597, a classificou como quente e seco. Juízes, na corte inglesa, a carregavam consigo para protegê-los contra doenças infecto contagiosa.

Nicolas Culpeper dizia sobre o Tomilho: “ Nobre fortalecedor dos pulmões, ele purga o muco do corpo, excelente para respiração curta, não causa danos, não se deve temer o uso desta poderosa erva, usado em forma de massagem, elimina o inchaço, causado por retenção de liquido, dores ciática, trata dores no baço, oferecendo alivio e leveza para este órgão; excelente para tratar quem sofre de gota. Oferece grande conforto para o estomago”.

Suas propriedades são muitas – um poderoso germicida (bactericida, fungicida, virótico e parasítico), antiinflamatório, analgésico, mucolitico, expectorante, estimulante, broncodilatador, antisséptico, antiespasmódico, imunoestimulante, neurotônico, tônico sexual e uterino. Restaurador do ânimo e da coragem em tempos de adversidades e estresse emocional. 

Segundo Valerie Worwood, aromaterapeuta inglesa, há fogo no interior da essência do Tomilho, este fogo convoca as mais poderosas forças inerentes ao individuo, para que ele não se atemorize e possa sempre que necessário tentar novamente, conquistar seus objetivos sem medo de fraquejar ou de ser ridicularizado, caso não atinja os resultados almejados. Esta força que está contida no âmago da essência desta poderosa erva tem forte ressonância com a força interna do homem, que o conduz a conquistar suas vitórias na vida. 

Existem fortes evidências de que podem ter sido os romanos que introduziram o Tomilho pela Europa.

Texto e foto: 
Vera Lucia Guedes - Aromaterapeuta Clínica - vera@aromavera.net www.aromavera.net

domingo, 10 de março de 2013

Abertas as inscrições para o Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais

O VII Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais, que ocorrerá de 15 a 18 de outubro de 2013, em Santarém, na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), irá reunir pesquisadores de todo o país.


Já estão abertas as inscrições para o VII Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais, a ocorrer de 15 a 18 de outubro de 2013, na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), na cidade de Santarém, região Oeste do Pará. O evento reunirá pesquisadores no âmbito da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de óleos essenciais.

De acordo com o pesquisador Lauro Barata, presidente da Comissão Organizadora do evento científico, o simpósio discutirá as oportunidades e entraves da sustentabilidade da cadeia produtiva das plantas aromáticas e medicinais. Podem participar do simpósio estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais.

Os interessados podem fazer a inscrição pela página http://www.sboe.net.br/ até o dia 10 de maio de 2013, com desconto no valor da inscrição. Já para os interessados em submeter trabalhos, o prazo final de entrega de resumos é 31 de julho de 2013. Eles podem ser submetidos nas seguintes linhas temáticas: Óleos Vegetais da Amazônia: Óleos Fixos e Óleos Essenciais; P&D & Inovação; Ensaios Biológicos; Legislação; Cultivo de Plantas Aromáticas e Medicinais; Produção de Óleos Vegetais; e Mercado de Óleos Óleos Fixos e Óleos Essenciais. Fazem parte da Comissão Organizadora também os Profs. Drs. Elaine Oliveira da UFOPA e Alberto Cardoso Arruda da UFPA.

As plantas aromáticas na Amazônia

Os óleos essenciais, matéria-prima fundamental para o mercado de perfumaria, cosméticos e até alimentos, são líquidos voláteis, portadores de odores agradáveis que são extraídos de plantas aromáticas. De acordo com pesquisadores em biotecnologia da UFOPA, a Amazônia é uma região rica em plantas aromáticas produtoras destes óleos, mas a transformação destas matérias-primas em produtos para o mercado ainda é rara e pouco incentivada. Segundo o Prof. Barata, que coordena o trabalho desenvolvido no Laboratório de Pesquisa & Desenvolvimento de Produtos Naturais Bioativos da UFOPA, “o Brasil é o 4º maior exportador de óleos essenciais, com rendimento de quase US$ 150 milhões de dólares, mas 90% disso são óleos cítricos, subproduto da indústria da laranja. Apesar das 1.250 espécies existentes na Amazônia, apenas 0,1% da exportação são produtos da biodiversidade brasileira”, lamenta.

Na avaliação do pesquisador, a pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a produção de óleos essenciais na Amazônia é importante, porque empresas e comunidades tradicionais podem fazer a apropriação da tecnologia desenvolvida e a partir daí produzir matérias-primas para a indústria de perfumaria e cosméticos. “Outras matérias-primas aromáticas da região são exportadas em bruto, como a copaíba e o cumaru, rendendo muito para os que detêm a tecnologia de transformação, mas pouco para os produtores locais”, informa o pesquisador.

O VII Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais será organizado pela Universidade Federal do Oeste do Pará, em parceria com o Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da Unicamp (CPQBA/UNICAMP). Mais informações sobre o evento na página http://www.sboe.net.br/.

Talita Baena – Comunicação/UFOPA

Dara: 05.03.2013
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domingo, 3 de março de 2013

Evidence-Based Aromatherapy: Stress Relief And Much More

Tuesday, January 15th 2013
The health benefits of aromatherapy can no longer be considered placebo in nature. Accumulating evidence now shows that the fragrance of flowers and other volatile plant compounds pack a punch as powerful as certain drugs.

In a day and age like ours, bouts of stress and anxiety are expected to occur at least occasionally during the course of daily life. In fact, if the experience is completely alien to you, you may not be paying attention to what's going on in the world around us -- or, you may be enlightened, and should be congratulated.

Certainly, anti-anxiety drugs can be effective, but they are also addictive and dangerous, with withdrawal symptoms that include seizures and, paradoxically, extreme anxiety. Because of this fact, natural alternatives are needed now more than ever.

Fortunately, finding a non-pharmaceutical solution is no longer simply a matter of guessing, or relying solely on the anecdotal accounts of others. There is an accumulating body of pre-clinical and clinical research available today demonstrating the power, safety and effectiveness of natural compounds for relieving stress and anxiety. In fact, some of these substances do not even require being ingested, as they can be inhaled in exceedingly small doses to be effective.

For example, back in 2002, an amazing discovery was reported in the Japanese Journal of Pharmacology. Researchers found that the simple inhalation of patchouli and rose oil reduced sympathetic nervous activity by 40%, with rose oil reducing adrenaline concentrations by 30%.1    

Such a profound reduction in fight-or-flight associated hormones is hard to accomplish through other non-toxic means. In fact, many folks use alcohol, tobacco and harder drugs, and even foods that contain opioid peptides, to self-medicate themselves down from the emotional cliff -- but not without a wide range of unintended, adverse health effects. All the more reason to appreciate the power of therapeutic fragrances.

In turns out that many flowers are well-suited to calm the human body and soul, bringing them back into greater balance. Lavender oil, for instance, has also been studied for the ability to reduce stress,2 anxiety, aggression,3and cortisol levels,4 among two dozen other potential therapeutic properties.5 

Aromatherapy, of course, works primarily through the nose, but can also act through the lung and the skin. When inhaled, volatile aroma compounds from plants are capable of exerting direct-to-brain actions, primarily through the limbic and olfactory systems. As opposed to the oral ingestion or topical application of a drug or herbal substance, aromatherapy usually offers a far higher margin of safety because the active compounds are small molecule.
Aromatherapy Offers Far More Than Stress Reduction

Stress and anxiety are only two of 30 potential therapeutic applications that have been studied in connection with aromatherapy. 

Others of note include:

Dysmenorrhea (Menstraul Pain): Aromatherapy massage on the abdomen was found superior to Tylenol for alleviating menstrual pain in high school girls.6 Another study, this time in college students, found that the topical application of a combination of lavender, clary sage and rose essential oils was effective in decreasing the severity of menstrual cramps.7

Insomnia: Lavender fragrance has been found effective in a number of studies for treating mild insomnia.8, 9 Beyond sleep-promoting properties, lavender has also been found to simultaneously reduce depression in women college students.10

Excessive Chocolate Cravings: While there are worse addictions, jasmine essential oil has been found to reduce chocolate cravings.11

Reducing Tobacco Withdrawal: The inhalation of vapor from black pepper extract reduces smoking withdrawal symptoms.12

Arthritis Pain: The essential oils lavender, marjoram, eucalyptus, rosemary, and peppermint blended in proportions of 2:1:2:1:1, resulted in decreased pain and depression scores in arthritic patients.13

Infantile Colic: The use of aromatherapy massage using lavender oil was found to be effective in reducing the symptoms of colic.14

Alzheimer's Disease: 28 days of aromatherapy consisting of the use of rosemary and lemon essential oils in the morning, and lavender and orange in the evening, resulted in significant improvement in personal orientation related to cognitive function in Alzheimer's patients.15

Migraines: Inhalation of lavender essential oil appears to be an effective and safe treatment modality in acute management of migraine headaches.16

Postpartum Depression: Aromatherapy-massage has been shown to have value for postpartum mothers in improving physical and mental status and to facilitate mother-infant interaction.17

View the rest of the research on GreenMedInfo.com here: Aromatherapy's Health Benefits.

Resources

1 Shinichiro Haze, Keiko Sakai, Yoko Gozu . Effects of fragrance inhalation on sympathetic activity in normal adults. Jpn J Pharmacol. 2002 Nov;90(3):247-53. PMID: 12499579

2 Sioh Kim, Hyun-Jae Kim, Jin-Seok Yeo, Sung-Jung Hong, Ji-Min Lee, Younghoon Jeon. The effect of lavender oil on stress, bispectral index values, and needle insertion pain in volunteers. J Altern Complement Med. 2011 Sep ;17(9):823-6. Epub 2011 Aug 19. PMID: 21854199


4 Masahiro Toda, Kanehisa Morimoto. Effect of lavender aroma on salivary endocrinological stress markers. Arch Oral Biol. 2008 Oct;53(10):964-8. Epub 2008 Jul 16. PMID: 18635155

5 GreenMedInfo.com, Lavender's Health Benefits

6 Myung-Haeng Hur, Myeong Soo Lee, Ka-Yeon Seong, Mi-Kyoung Lee. Aromatherapy massage on the abdomen for alleviating menstrual pain in high school girls: a preliminary controlled clinical study. Evid Based Complement Alternat Med. 2012 ;2012:187163. Epub 2011 Sep 22. PMID:21949670

7 Sun-Hee Han, Myung-Haeng Hur, Jane Buckle, Jeeyae Choi, Myeong Soo Lee. Effect of aromatherapy on symptoms of dysmenorrhea in college students: A randomized placebo-controlled clinical trial. J Altern Complement Med. 2006 Jul-Aug;12(6):535-41. PMID: 16884344

8 George T Lewith, Anthony Dean Godfrey, Philip Prescott. A single-blinded, randomized pilot study evaluating the aroma of Lavandula augustifolia as a treatment for mild insomnia. J Altern Complement Med. 2005 Aug;11(4):631-7. PMID: 16131287

9 Li-Wei Chien, Su Li Cheng, Chi Feng Liu . The effect of lavender aromatherapy on autonomic nervous system in midlife women with insomnia. Evid Based Complement Alternat Med. 2012 ;2012:740813. Epub 2011 Aug 18. PMID: 21869900

10 Inn-Sook Lee, Gyung-Joo Lee. [Effects of lavender aromatherapy on insomnia and depression in women college students]. Br J Pharmacol. 1999 Sep;128(2):380-4. PMID: 16520572

11 Eva Kemps, Marika Tiggemann, Sarah Bettany. Non-food odorants reduce chocolate cravings.Appetite. 2012 Mar 9. Epub 2012 Mar 9. PMID: 22407134

12 J E Rose, F M Behm. Inhalation of vapor from black pepper extract reduces smoking withdrawal symptoms. Drug Alcohol Depend. 1994 Feb;34(3):225-9. PMID: 8033760

13 Myung-Ja Kim, Eun-Sook Nam, Seun-In Paik . [The effects of aromatherapy on pain, depression, and life satisfaction of arthritis patients]. Taehan Kanho Hakhoe Chi. 2005 Feb ;35(1):186-94. PMID: 15778570

14 Bengü Cetinkaya, Zümrüt Başbakkal. The effectiveness of aromatherapy massage using lavender oil as a treatment for infantile colic. Int J Nurs Pract. 2012 Apr ;18(2):164-9. PMID: 22435980

15 Daiki Jimbo, Yuki Kimura, Miyako Taniguchi, Masashi Inoue, Katsuya Urakami. Effect of aromatherapy on patients with Alzheimer's disease. Psychogeriatrics. 2009 Dec ;9(4):173-9. PMID:20377818

16 Payam Sasannejad, Morteza Saeedi, Ali Shoeibi, Ali Gorji, Maryam Abbasi, Mohsen Foroughipour . Lavender essential oil in the treatment of migraine headache: a placebo-controlled clinical trial. Eur Neurol. 2012 ;67(5):288-91. Epub 2012 Apr 17. PMID: 22517298

17 Masumi Imura, Hanako Misao, Hiroshi Ushijima. The psychological effects of aromatherapy-massage in healthy postpartum mothers. J Midwifery Womens Health. 2006 Mar-Apr;51(2):e21-7. PMID: 16504900
Sayer Ji is the founder of GreenMedInfo.com. His writings have been published in the Wellbeing Journal, the Journal of Gluten Sensitivity, and have been featured and referenced widely in print and online.
Disclaimer: This article is not intended to provide medical advice, diagnosis or treatment. Views expressed here do not necessarily reflect those of GreenMedInfo or its staff.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Plantas: aromas que curam (Boletim PLANFAVI n. 24, outubro a dezembro, 2012)

O aparecimento da aromaterapia vem de longa data, não sendo possível avaliar, ao certo, quando começou a utilização desse método. Arqueólogos contam que, ao escavarem as tumbas dos antigos faraós no Egito, sentiram forte cheiro de mirra e de cedro entre as bandagens de múmias que datam 6000 anos A.C. e frascos de perfume e de desenhos referentes ao seu uso ao lado de cada uma. Atualmente sabe-se que a essência do cedro é um poderoso conservante, além de fungicida e antiputrefaciente, enquanto que a mirra tem propriedades fungicida e bactericida naturais. 

Na Grécia Antiga, Hipócrates aconselhava banhos aromáticos para combater a peste que assolava Atenas. O imperador romano, Nero, em suas constantes enxaquecas, costumava aspirar o odor das rosas para as dores. Os hindus reclamavam a paternidade da aromaterapia, já que na medicina ayurvédica – sistema holístico de tratamento que usa a terapia herbária para curar, utilizam-se óleos essenciais com frequência, principalmente nas sessões de massagens. Atualmente. essa medicina milenar ainda é praticada na índia.

Os antigos, no entanto, buscavam outros efeitos ao queimar as plantas aromáticas. Habitualmente usavam-nas em rituais místicos ou religiosos, em oferendas para a limpeza e a purificação, já que associavam a doença à presença de maus espíritos. Aos poucos foram tomando conhecimento que essas plantas tinham mais a oferecer incluindo seu poder terapêutico. Entre outros, descobriram que o alecrim ajuda a aumentar a clareza mental e a percepção, enquanto que o sândalo influi de forma potente no auxilio da meditação.

O químico francês René Maurice Gattefossé em 1928 lançou sua primeira obra sobre o assunto, batizando-a bem como suas descobertas, com o nome de aromaterapia. Na concepção de Gattefossé, aromaterapia significa o que diz a própria palavra – uma terapia através dos aromas dos óleos essenciais. Após as descobertas de Gattefossé, outros estudiosos franceses deram continuidade às suas pesquisas.

Um dos principais pesquisadores dessa terapia chama-se Jean Valnet (1920-1995), médico do exército francês que criou o aromatograma, exame específico para identificar os óleos essenciais mais apropriados para as diversas patologias. Valnet descreve em seu livro (1964) a composição química de todas as plantas analisadas, cada qual podendo conter até quinhentos componentes químicos.

Conceição, T. (2005). Marketing olfativo como ferramenta no ponto de venda. Universidade Candido Mendes: http://www.avm.edu.br/monopdf/24/TATIANA%20DA%20CONCEICAO.pdf. Acesso em 7/12/2012.

Texto extraído do Boletim PLANFAVI n. 24, outubro a dezembro, 2012
Sistema de Farmacovigilância de Plantas Medicinais
CEBRID – Departamento de Psicobiologia, Universidade Federal de São Paulo
Rua Botucatu, 862 – 1º andar 04023-062 – São Paulo – SP
Telefone: 0xx11- 2149-0161 
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