Sobre a importância dos quintais, cada vez mais desaparecidos e, com isso, as nossas raízes também.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2018
Dez fatos sobre o jenipapo
Engenheira Agrônoma Beatriz Garrido Boffette - Faculdade Integral Cantareira
1. O nome jenipapo, cuja origem é no Tupi-guarani como nhandipab ou jandipap, significa fruto para pintar ou tatuar o corpo (BOLZANI, 2015).
2. Genipa americana “foi mencionada na primeira carta escrita por Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal, Dom Manuel, em 1500, no trecho em que ele destaca a cor da pele dos habitantes da terra recém-descoberta e da pintura avermelhada e preta que sobressaía de seus corpos” (BOLZANI, 2015).
3. O corante violeta ou azul-escuro extraído da casca e dos frutos verdes da G. americana é denominada genipina. Esta substância também é encontrada em outros vegetais. Apesar de ser solúvel na água ou no álcool, a genipina, quando em contato com ar, se torna preta.
4. O corante de jenipapo também é empregado, por exemplo, para marcação de peças de roupas e pintura de tecidos de palha (ALMEIDA, 1993).
5. Com relação ao uso medicinal, o extrato das folhas apresentou atividade anti-inflamatória nas doses 50, 100, 200 e 300 mg/kg, observada por meio da inibição da migração de leucócitos para o local da inflamação (ALVES, 2014).
6. O jenipapeiro se adapta a altas temperaturas, mas deve ser evitado seu plantio onde ocorrem geadas.
7. Apesar de não ser comumente consumido in natura, é servido passado na frigideira com manteiga e depois adoçado com bastante açúcar e pó de canela. O fruto maduro presta-se para compotas, cristalizados, sorvetes e refrescos; se colocado em infusão de álcool, prepara-se dias depois um saboroso licor; e, se submetido à fermentação, tem-se um vinho também muito saboroso (GOMES, 1982).
8. A utilização de G. americana como anti-helmíntico pode representar uma alternativa viável aos produtos sintéticos, embora sejam necessários mais estudos para verificar sua eficácia in vivo e avaliar sua toxicidade em ovinos (NOGUEIRA et al., 2014).
9. Pesquisa in vitro demonstrou o potencial inibitório do extrato aquoso de jenipapo sobre o desenvolvimento larval de trichostrongilídeos de ovinos (SOUZA, 2009).
10. Madeira do tronco do jenipapeiro é utilizada na construção civil, marcenaria e na confecção de móveis (BOLZANI, 2015).
Referências
ALMEIDA, E.R. Plantas medicinais brasileiras: conhecimentos populares e científicos. São Paulo: Hemus, 1993. p.215-216.
ALVES, Jovelina Samara Ferreira. Estudo químico e biológico de Genipa americana L. (jenipapo), 2014. Dissertação de pós graduação em ciências farmacêuticas - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2014. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/jspui/bitstream/123456789/22388/1/JovelinaSamaraFerreiraAlves_DISSERT.pdf
GOMES, R.P. Fruticultura brasileira. 8.ed. São Paulo: Nobel, 1982. p.278-281.
NETA, Lindanor Gomes Santana; MIRANDA, Maria da P. Spínola. Processamento de frutas tropicais: Jenipapo, 2013. Disponível em: https://portalseer.ufba.br/index.php/nit/article/view/11429
NOGUEIRA, Flávia Aparecida et al. Efficacy of aqueous extracts of Genipa americana L. (Rubiaceae) in inhibiting larval development and eclosion of gastrointestinal nematodes of sheep, 2014. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/09712119.2013.845103
SOUZA, Patrícia Nery Silva. Eficácia de extratos vegetais para o controle de helmintose ovina, no norte de Minas Gerais, 2009. Dissertação de mestrado - Universidade Federal de Minas Gerais, 2009. Disponível em: http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/NCAP-89YNB8/disserta__o_patr_cia_nery_silva_souza.pdf?sequence=1
VANDERLAN, Bolzani. A beleza invisível da biodiversidade: Genipina, o princípio ativo do preto das pinturas no corpo de índios brasileiros, 2016. Disponível em:
sábado, 11 de agosto de 2018
Origem e florescimento do cacaueiro - 1
Texto:
Engenheiros Agrônomos Beatriz Garrido Boffette e Marcos Roberto Furlan
Uma das polêmicas que envolve o cacau é a sua origem. Até pouco tempo era considerado como originário da América Central, mas pesquisadores, por meio de estudos arqueológicos, determinaram a Amazônia como Centro de origem.
Com relação às bebidas derivadas do cacau, na América Central os cientistas identificaram resíduos do composto químico teobromina (princípio ativo presente apenas no cacau) em potes de cerâmica datados de 1150 a.C. – cinco séculos antes do registro mais antigo de consumo de cacau de que se tinha notícia até então (http://agencia.fapesp.br/origem-do-chocolate/8036/).
Quanto aos aspectos botânicos, pertence à família Sterculiaceae, é denominado popularmente por cacaueiro e pelo nome científico Theobroma cacao L..
Neste primeiro texto, serão abordadas algumas características das flores. Estas possuem gineceu (parte feminina) e androceu (parte masculina), ou seja, são hermafroditas. As inflorescências, denominadas por almofadas florais, são localizadas no tronco ou nos ramos lenhosos. Destas inflorescências irão se desenvolver e formar os frutos.
Quando pequenas, as flores possuem coloração amarelo-avermelhadas. São inodoras e pouco atraentes para polinizadores. Nascem principalmente no período de dezembro a abril.
Das flores se originam as bagas ou os frutos, que medem até 25 cm de comprimento e adquirem, quando maduros, tonalidade esverdeada, amarela ou roxa.
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Jenipapos em São Bernardo do Campo, SP
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sábado, 29 de julho de 2017
sábado, 17 de junho de 2017
sábado, 8 de abril de 2017
Fruits and vegetables' latest superpower? Lowering blood pressure
Dietary potassium linked with lower blood pressure
Date: April 5, 2017
Source: University of Southern California - Health Sciences
Summary:
A new study links increased dietary potassium with lower blood pressure.

Fresh fruits and vegetables.
Credit: © Serghei Velusceac / Fotolia
Eating potassium-rich foods like sweet potatoes, avocados, spinach, beans, bananas -- and even coffee -- could be key to lowering blood pressure, according to Alicia McDonough, PhD, professor of cell and neurobiology at the Keck School of Medicine of the University of Southern California (USC).
"Decreasing sodium intake is a well-established way to lower blood pressure," McDonough says, "but evidence suggests that increasing dietary potassium may have an equally important effect on hypertension."
Hypertension is a global health issue that affects more than one billion people worldwide. The World Health Organization estimates that hypertension is responsible for at least 51 percent of deaths due to stroke and 45 percent of deaths due to heart disease.
McDonough explored the link between blood pressure and dietary sodium, potassium and the sodium-potassium ratio in a review article published in the April 2017 issue of the American Journal of Physiology -- Endocrinology and Metabolism. The review looked at population, interventional and molecular mechanism studies that investigated the effects of dietary sodium and potassium on hypertension.
McDonough's review found several population studies demonstrating that higher dietary potassium (estimated from urinary excretion or dietary recall) was associated with lower blood pressure, regardless of sodium intake. Interventional studies with potassium supplementation also suggested that potassium provides a direct benefit.
McDonough reviewed recent studies in rodent models, from her own lab and others, to illustrate the mechanisms for potassium benefit. These studies indicated that the body does a balancing act that uses sodium to maintain close control of potassium levels in the blood, which is critical to normal heart, nerve and muscle function.
"When dietary potassium is high, kidneys excrete more salt and water, which increases potassium excretion," McDonough says. "Eating a high potassium diet is like taking a diuretic."
Increasing dietary potassium will take a conscious effort, however. McDonough explains that our early ancestors ate primitive diets that were high in fruits, roots, vegetables, beans and grains (all higher in potassium) and very low in sodium. As a result, humans evolved to crave sodium -- but not potassium. Modern diets, however, have changed drastically since then: processed food companies add salt to satisfy our cravings, and processed foods are usually low in potassium.
"If you eat a typical Western diet," McDonough says, "your sodium intake is high and your potassium intake is low. This significantly increases your chances of developing high blood pressure." When dietary potassium is low, the balancing act uses sodium retention to hold onto the limited potassium, which is like eating a higher sodium diet, she says.
But how much dietary potassium should we consume? A 2004 Institute of Medicine report recommends that adults consume at least 4.7 grams of potassium per day to lower blood pressure, blunt the effects of dietary sodium and reduce the risks of kidney stones and bone loss, McDonough says. Eating ¾ cup of black beans, for example, will help you achieve almost 50 percent of your daily potassium goal.
McDonough recommends developing public policies to increase intake of dietary potassium from plant-based sources. She also advocates adding potassium content to nutrition labels to help raise consumers' awareness of economical sources of potassium.
Story Source:
Materials provided by University of Southern California - Health Sciences. Note: Content may be edited for style and length.
Journal Reference:
Alicia A. McDonough, Luciana C. Veiras, Claire A. Guevara, Donna L. Ralph. Cardiovascular benefits associated with higher dietary K vs. lower dietary Na evidence from population and mechanistic studies. American Journal of Physiology - Endocrinology And Metabolism, 2017; 312 (4): E348 DOI: 10.1152/ajpendo.00453.2016
Cite This Page:
University of Southern California - Health Sciences. "Fruits and vegetables' latest superpower? Lowering blood pressure: Dietary potassium linked with lower blood pressure." ScienceDaily. ScienceDaily, 5 April 2017. <www.sciencedaily.com/releases/2017/04/170405130950.htm>.
sábado, 18 de março de 2017
Cupuaçu
Cupuaçu. Theobroma grandiflorum. #fruta #frutífera #frutíferanativa Foto: Fabia C. Dellapiazza
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Cambuci
Cambuci na agronomia. #frutífera #fruta Foto: @jessicatyamashita
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Laranja pode tornar-se geneticamente resistente a pragas agrícolas
Pesquisadores do INCT Citros pretendem transferir para a fruta genes de tangerinas e outros citros relacionados à tolerância a doenças (Foto: Wikimedia Commons)
10 de novembro de 2016
Elton Alisson | Agência FAPESP – Uma das frutas mais consumidas no Brasil e no mundo, a laranja pode tornar-se geneticamente mais tolerante a doenças.
Um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Genômica para o Melhoramento de Citros (INCT Citros) – um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no Estado de São Paulo – pretende transferir para a laranja genes de tangerinas e de outros citros relacionados à resistência a doenças.
Resultado do Projeto Temático “Plataforma genômica aplicada ao melhoramento de citros”, apoiado pela FAPESP por meio de um convênio com o CNPq para o apoio a INCTs no Estado de São Paulo –, o estudo foi apresentado durante o evento “Do básico ao aplicado: apoio da FAPESP na pesquisa em citricultura”, realizado no dia 3 de novembro, no auditório da Fundação.
“Já conseguimos caracterizar vários genes candidatos à resistência a doenças de tangerinas e outros citros e agora estamos tentando transferi-los para a laranja a fim de tentar desenvolver uma planta que seja modificada, mas não transgênica, por meio de técnicas como a cisgenia [transferência de genes de espécies de um mesmo grupo de organismos que se cruzam na natureza]”, disse Marcos Antônio Machado, diretor do Centro de Citricultura “Sylvio Moreira”, do Instituto Agronômico (IAC), onde está sediado o INCT Citros, à Agência FAPESP.
“Solicitaremos licenciamento para a CTNBio [Comissão Técnica Nacional de Biossegurança] para fazer avaliações experimentais”, afirmou.
De acordo com o pesquisador, a identificação de genes-alvo para aumentar a resistência da laranja a pragas agrícolas foi possível por meio do sequenciamento do genoma de referência de citros.
Concluído em 2014 por um consórcio internacional de pesquisadores dos Estados Unidos, França, Espanha, Itália e Brasil, representado por pesquisadores do IAC e da Embrapa, o projeto foi iniciado em 2003, quatro anos após o sequenciamento do genoma da Xylella fastidiosa – bactéria causadora da doença clorose variegada dos citros (CVC) ou “amarelinho”, que ataca a laranja.
A fim de superar o desafio de sequenciar o genoma da laranja doce (Citrus sinensis L. Osb) – que é extremamente complexo por ser altamente heterozigoto (os alelos de um ou mais genes são diferentes) e com alta frequência de sequências repetidas, o que dificulta sua montagem – os pesquisadores do consórcio optaram por sequenciar um genoma menos complexo e que pudesse ser usado como genoma de referência, ao qual fossem alinhados todos os genomas de citros.
O escolhido foi o genoma da clementina – uma fruta resultante do cruzamento da laranja com a tangerina, que é a base da citricultura espanhola e é haploide (tem metade da carga genética original).
Concluído o sequenciamento do genoma da clementina, os pesquisadores sequenciaram o genoma de mais nove espécies de citros candidatas a parentes da laranja doce para ampliar a base de comparação dentro do grupo e verificar como uma espécie originou outra ao longo da evolução.
Dentre as espécies de citros analisadas foram incluídas a laranja doce Pineapple – uma variedade altamente produtiva, comparada à laranja Pera e extensivamente utilizada na Flórida (Estados Unidos), de onde é originária –, a clementina diploide, a tangerina Ponkan (C. reticulata), mexerica do Rio (C. deliciosa tenore), tangor W. Murcott, laranja azeda Seville, laranja doce Washington Navel, toranja Chandler e toranja Siamesa de baixa acidez.
As análises da comparação dos genomas revelaram que a laranja doce (Citrus sinensis L. Osb) – que é a principal espécie de citros no mundo – não é uma espécie pura.
Seus progenitores são, preponderantemente, toranja (C. máxima) e tangerina Ponkan (C. reticulata), além de outra espécie desconhecida de citro. Leia mais em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/06/08/identidade-das-frutas-citricas/
“O genoma de referência de citros tem nos ajudado muito a entender porque a tangerina é resistente à CVC e porque alguns grupos parentes de citros são resistentes a quase todas as doenças que atacam essas culturas”, disse Machado.
“Essas variedades de citros podem ser fontes interessantes de genes que podem aumentar a tolerância e resistência a pragas e doenças”, avaliou.
Resistência a doenças
Segundo o pesquisador, graças ao trabalho de produção de mudas em ambiente protegido, iniciado em 1990 por incentivo do Centro de Citricultura “Sylvio Moreira”, somado ao controle de cigarrinhas e a erradicação de pomares velhos, a CVC hoje é uma doença bastante controlada nos laranjais paulistas (Leia mais em: agencia.fapesp.br/23581/).
Hoje as doenças que mais ameaçam a produção de laranja no Estado, de acordo com ele, são o greening ou Huanglongbing (HLB), a morte súbita e a pinta preta.
A fim de auxiliar o setor a combater essas doenças, os pesquisadores do Centro têm adotado diferentes abordagens, que incluem o desenvolvimento de variedades de citros mais tolerantes a doenças por melhoramento clássico, biologia molecular, novas estratégias epidemiológicas e práticas de manejo.
Por meio de outro Projeto Temático, também apoiado pela FAPESP, por exemplo, os pesquisadores estão desenvolvendo novas variedades e híbridos de copas e porta-enxertos de citros – resultado do cruzamento de variedades de laranja com tangerina, mexerica ou limão – mais tolerantes à seca e resistentes a doenças.
Os materiais estão em processo de registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e passarão nos próximos meses por um teste em campo.
“Temos um programa, chamado ‘Citricultura Nota 10’, em que fornecemos materiais para os produtores testá-los no campo e, dessa forma, conseguimos avaliar os resultados em termos de produção e qualidade da fruta”, disse Machado.
“A vantagem para o produtor é ter acesso a materiais novos e a preferência para usá-los”, avaliou.
Já por meio do Projeto Genoma da Xylella fastidiosa, também apoiado pela FAPESP, os pesquisadores do Centro desvendaram alguns dos mecanismos da patogenicidade da bactéria causadora do CVC.
A descoberta resultou no desenvolvimento de um novo mecanismo de controle da doença baseado no uso da molécula N-acetilcisteína (NAC), usada hoje na medicina humana para combater infecções crônicas, que foi licenciado pela empresa CiaCamp.
Por meio de um projeto apoiado pelo programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP, a startup fundada por uma pesquisadora que realizou pós-doutorado no Centro de Citricultura Sylvio Moreira está desenvolvendo dois produtos à base da molécula e realizando testes em campo para avaliar sua eficácia no combate a doenças que atacam citros.
“Estamos realizando testes com um biofertilizante e uma solução para pulverização à base da molécula tanto em plantas doentes, com CVC, cancro cítrico e greening, além de plantas sadias, e os resultados têm sido bastante promissores”, disse Simone Picchi, diretora da empresa, durante o evento.
“Tanto as plantas doentes, com CVC, e as sadias tratadas com biofertilizante apresentaram maior diâmetro de frutos”, afirmou a pesquisadora.
Também participaram do evento Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fundação, Arnaldo Jardim, secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Orlando Mello de Castro, coordenador da Agência Paulista de Tecnologia Agropecuária (Apta), e Sérgio Augusto Morais Carbonell, diretor do IAC.
O evento também contou com a participação de representantes da Associação de Produtores de Citros de Mesa e das empresas Givaudan, Citograf Mudas e Citrosuco.
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sexta-feira, 25 de novembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Produtos de setembro - CEASA MINAS
Pesquisado no mês de: setembro.
Para ver as informações nutricionais clique no produto desejado abaixo:
Link:
quinta-feira, 30 de junho de 2016
sábado, 2 de abril de 2016
Site amplia divulgação de pesquisas sobre frutas e hortaliças
Publicado em 23/março/2016
Da Assessoria de Imprensa Cepea
Site reúne preços de comercialização e análises de mercado diárias
Todos os preços de frutas e hortaliças do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, já estão disponíveis online. Diante do volume de dados e particularidades dos 13 setores que acompanha periodicamente, a equipe Hortifruti Cepea criou um site específico para disponibilizar o conteúdo de suas pesquisas. Em breve, todo o site do Cepea também estará remodelado.
Neste site estão reunidos preços de comercialização, análises de mercado diárias, vídeos quinzenais, todas as edições da revista impressa Hortifruti Brasil, pesquisas sobre marketing do setor e gestão de propriedades hortifrutícolas (custos de produção) e ainda as principais notícias sobre o setor (“Radar”).
Os interessados em séries de preços de frutas e hortaliças encontram um sistema de busca que acessa integralmente o banco de dados Hortifruti Cepea, podendo selecionar produto, região, período e frequência dos preços (se diário/semanal, mensal ou anual). Há informações sobre batata, cebola, tomate, cenoura, folhosas, banana, citros, maçã, mamão, manga, melancia, melão e uva em dezenas de regiões, em diferentes níveis de mercado (ao produtor, beneficiador, atacado, indústria). Para vários deles, as séries se iniciam em 2001. Todas as consultas podem ser rapidamente exportadas para o Excel.
Além de acessar o site e conferir as atualizações diárias, interessados podem também se cadastrar para receber avisos de destaques em seus emails. Está disponível ainda um número de whatsapp para conversas rápidas.
Todo o conteúdo é elaborado a partir de levantamentos primários feitos por pesquisadores e estagiários de diferentes cursos de graduação, com a coordenação direta da professora da Esalq Margarete Boteon. Ao longo de todo o dia, a equipe Hortifruiti Cepea conversa com compradores, vendedores, intermediários e outros profissionais de todo o país que se relacionam com os 13 setores acompanhados.
Essas pesquisas são realizadas há 15 anos e veiculadas principalmente pela revista Hortifruti Brasil, aberta no site do Cepea e também distribuída por correio (7 mil exemplares), sem custos, sobretudo a produtores rurais. Além disso, os dados e análises eram e continuam a ser divulgados também por newsletters, vídeos no youtube e até por mensagem para celular.
Em seu conjunto, essas pesquisas preenchem a séria lacuna que havia de falta de informações de mercado nas principais regiões produtoras de frutas e hortaliças. Cumprem, portanto, papel social, à medida que reduzem a assimetria de informação entre os agentes e auxilia na melhora da gestão dos negócios hortifrutícolas.A comunidade Hortifruti Cepea é formada por todos que se relacionam com esse grande setor.
Foto: Pedro Bolle / USP Imagens
Mais Informações: site www.hfbrasil.org.br
Link:
Frutas de abril
Abril começou e vem trazendo muitas delícias! Esse é o mês do abacate, ameixa, banana-maçã, caqui, cidra, jaca, kiwi, maçã, mamão, pera, tangerina e uva. A melhor maneira de consumir os alimentos é aproveitando a época de cada um deles.
terça-feira, 1 de março de 2016
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Frutas de janeiro
Janeiro chegou e com ele as frutas da estação. Neste mês, dê preferência para o abacaxi, carambola, coco verde, figo, framboesa, fruta do conde, laranja-pera, mamão, maracujá, melancia, nectarina, uva e economize na hora das compras! com Eliciana Souza
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Maracujá em Sombrio, SC

Maracujá ou banana, qual você prefere? Sombrio, em Santa Catarina, produz as duas frutas. Confira qual é o melhor período para o consumo de cada uma e aproveite!
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