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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

quarta-feira, 18 de março de 2015

Novos sensores evitam desperdício de água na agricultura e jardinagem

10/03/15

Foto: Joana Silva
A Embrapa desenvolveu dois tipos de sensores para determinar a umidade do solo no campo e em jardins e, assim, evitar irrigação desnecessária, excesso e falta de água. São sensores que podem ser produzidos com diferentes especificações adaptados a diferentes necessidades e custo competitivo no mercado. Desenvolvidos pela Embrapa Instrumentação (SP), eles foram licenciados para comercialização por empresas brasileiras e norte-americanas. 

À frente da equipe responsável pelo desenvolvimento, o pesquisador Adonai Gimenez Calbo diz que os sensores podem até operar sem uso de energia elétrica. Eles ajudarão produtores rurais e donas de casas que cultivam plantas em vasos e em mini-hortas. Os instrumentos servem para qualquer tipo de cultura e podem ser adaptados a todas as regiões do país.

Os sensores contarão com versões para a agricultura e também para jardins e hortas domésticas. Os sensores da Embrapa não sofrem com a salinidade, o que ocorre com a maioria das tecnologias convencionais. Os instrumentos podem ser produzidos com materiais de baixo custo, como vidro e cerâmica. 

Um dos tipos é denominado sensor Diédrico e é formado por duas placas, uma de vidro e outra de cerâmica; ambas de vidro ou ambas de cerâmica. Esse sensor pode ser de leitura visual, pneumática ou elétrica e funciona como um termômetro que, em vez de temperatura, mede a força com que a umidade é retida no solo e nos substratos. 

Sensor Diédrico, duas versões

Calbo explica que o sensor Diédrico é baseado no princípio de retenção de água por capilaridade e mede a tensão da água, ou seja, a força com que está retida no solo. Ele conta que esse sensor, usado no modo visual para medir a tensão da água ou a umidade do solo, apresenta sensibilidade para aferir ampla faixa de tensão de água. "Essa característica é utilizada para indicar o momento correto para irrigar, nos mais diversos tipos de solos e substratos. Com uma irrigação certa, as plantas aproveitam melhor os nutrientes e crescem bem", afirma.

A tecnologia será oferecida em duas versões, sensor fixo e sensor portátil, pela Tecnicer Tecnologia Cerâmica Ltda, empresa licenciada para produção em escala industrial e comercialização.

O sensor fixo, com haste porosa, é para instalação no solo e possibilita leituras entre 10 e 60 cm de profundidade. É indicado para utilização no campo, em casa de vegetação e em jardinagem. Pode ser utilizado por produtores rurais, profissionais do ensino, da pesquisa e público em geral.

A versão portátil, de base cerâmica e sem haste porosa, é destinada para leituras na superfície do solo e pode ser usada em casa de vegetação e em jardinagem. O instrumento é pequeno; cabe na palma da mão e ainda possibilita a medição em menos de um minuto e não usa bateria. É adequado para utilização em campo, casa de vegetação e em jardinagem e, além de ser destinado ao mesmo público do sensor fixo, pode ser usado em ambiente doméstico.

De acordo com Calbo, comparado a outros tensiômetros e sensores de umidade convencionais, o sensor Diédrico se distingue pela simplicidade e por não sofrer interferências de fatores como temperatura, salinidade, densidade do solo, do teor de substâncias ferromagnéticas.

Sensor IG, para agricultura e jardinagem

O outro tipo de instrumento, batizado de sensor IG, foi desenvolvido em três versões. Em miniatura, funciona em conjunto com um irrigador comercial, que a empresa Acqua Vitta Floral está adaptando para possibilitar rega automática. O sensor em solo seco se torna permeável ao ar e libera automaticamente o gotejamento, a partir de um reservatório hermético – que pode ser uma garrafa rígida de plástico transparente. É mais indicado para uso em vasos e mini-hortas. O sensor IG é instalado entre as raízes das plantas.

O sensor IG utilizado no regador doméstico automático é formado por um bloco de cerâmica poroso contendo, em seu interior, partículas de dimensões adequadas, que podem ser esferas de vidro, por exemplo. O diâmetro das esferas de vidro determina a faixa de umidade do solo medida em uma escala de tensão ou força com que a água está retida. "Quando o solo está seco, o ar atravessa o sensor e isto pode ser utilizado para acionar a irrigação. Caso o solo esteja úmido, a água retida entre as esferas interrompe a passagem do ar e, consequentemente, a irrigação", explica o pesquisador.

Os sensores IG de uso agrícola para leitura em apenas uma profundidade serão fabricados com comprimento de dez centímetros e com especificações técnicas diferenciadas para o manejo de irrigação de frutas, hortaliças, entre outras aplicações agrícolas.

A terceira versão é o IG Dual para leitura em duas profundidades. O aparelho pode, por exemplo, ter 15 ou 30 cm de comprimento e é destinado para instalação vertical nas profundidades de 30 e 60 cm. As duas versões, para uma e duas profundidades, seguem o mesmo modo de funcionamento do IG para irrigação doméstica, mas são destinados ao uso agrícola.

Calbo esclarece que o sensor IG pode ser usado no modo elétrico ou óptico. "Neste caso, o instrumento mede a reflexão da luz sobre a água contida sobre e entre as esferas de vidro. A água funciona como um filme de borracha que, conforme o solo seca se molda aos contornos das esferas de vidro, o que causa mudanças na reflexão da luz", diz.
O diretor da Tecnicer, Luis Fernando Porto, acredita que o sensor IG e o sensor Diédrico chegarão ao mercado a preços acessíveis que variam entre R$10,00 e R$150,00. A empresa, que conquistou um prêmio do governo federal em 2014 entre as 20 mais inovadoras do país, está trabalhando para aperfeiçoar os sensores e disponibilizá-los até o final do primeiro semestre deste ano.

Para ajudar os consumidores a aumentar o controle do uso da água na irrigação de lavouras e jardins, a Embrapa licenciou outras duas empresas para a produção do Sensor IG em escala comercial, a R4S e a Hidrosense. "Com quatro empresas licenciadas para o sensor IG no Brasil e uma nos Estados Unidos, esperamos que o esforço da Embrapa e seus parceiros chegue, efetivamente, aos usuários que necessitam de tecnologia, num momento em que a discussão sobre o uso da água é tão premente", avalia o chefe-adjunto de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa Instrumentação, João de Mendonça Naime.

Sem desperdício

As tecnologias poderão ajudar produtores rurais como Josué Luiz Pereira, que utiliza de 400 a 500 mil litros de água diariamente para produzir 960 caixas/dia de hortaliças, sem saber, no entanto, se as plantas estão recebendo uma irrigação adequada ou não.

É muito provável que para cultivar brócolis, alface, couve, rúcula, salsinha e cebolinha em seus cinco hectares, no sítio Rancho Primavera, na periferia de São Carlos, Josué esteja usando água em excesso, duas a três vezes além do necessário, como avalia Calbo.

"Geralmente é isso que ocorre, quando não se usa nenhum método ou tecnologia - irrigar em excesso até a superfície do solo ficar encharcada para se ter certeza que não falta água para a planta", explica o pesquisador da Embrapa.

A falta ou excesso de água no solo pode trazer implicações graves ao produtor. Calbo lembra que água demais pode levar à falta de oxigênio na raiz da planta e ainda causar doenças. Com irrigação insuficiente, a água pode ficar retida fortemente no solo e inibir o crescimento e reduzir a produtividade. 

"Os aparelhos poderão ajudar na economia de água e tempo, além de influenciar na forma de manejo da irrigação das hortaliças", explica o produtor Josué Luiz Pereira, ao tomar conhecimento da tecnologia.

Interesse internacional

Os sensores de Diedro e IG também foram considerados valiosos por uma empresa internacional. A Irrometer Company Inc, com sede na Califórnia, nos Estados Unidos, assinou contrato com a Embrapa para produção das duas tecnologias.

"Espera-se assim, que em breve, as empresas licenciadas desenvolvam e disponibilizem comercialmente os sensores Diédrico e IG", diz o cientista Carlos Manoel Vaz, que atua na versão óptica do sensor IG. Ele apresentou os aparelhos nas reuniões anuais das Sociedades Americanas de Ciência do Solo, de Agronomia e das Culturas em Cincinnati e Long Beach, nos EUA, em 2014 e 2015, respectivamente, com excelente repercussão e interesse da comunidade científica e de empresas. 

Em tempos de escassez dos recursos hídricos, a tecnologia vem como uma importante aliada na hora de economizar água para irrigar, seja no campo ou na cidade. 

Joana Silva (MTb 19554/SP) 
Embrapa Instrumentação 
instrumentacao.imprensa@embrapa.br 
Telefone: (16) 2107 2901

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Bosque suspenso de Milão pode indicar futuro arquitetônico das metrópoles


25 de Novembro de 2014
O condomínio Bosco Verticale (Bosque Vertical) localizado próximo ao centro histórico de Milão, no norte da Itália, venceu o International Highrise Award - considerado o "prêmio Nobel" da arquitetura dedicada aos arranha-céus.

Suas duas torres, com 80 e 112 metros de altura, se assemelham a gigantescos troncos de árvores. E seus apartamentos surgem como "raízes" para os ramos e os galhos, em um projeto que vem sendo elogiado por proporcionar uma espécie de simbiose entre o homem e a natureza, num ambiente hostil ao verde, ou seja, as metrópoles.

O Bosco Verticale venceu 800 concorrentes de 17 países diferentes na premiação, que é concedida pelo Museu de Arquitetura de Frankfurt, na Alemanha.

A premiação leva em conta critérios como inovação, sustentabilidade, fachada, qualidades internas e aspectos sociais ligados ao contexto urbano e à criação de um design pioneiro.

"Este é um projeto maravilhoso que confirma a grande necessidade do homem de ter o verde ao seu redor", afirmou o relator do prêmio e vencedor da edição passada, Christoph Ingehoven, aos ganhadores Stefano Boeri, Gianandrea Barreca e Giovanni la Varra.

A construção das torres chama atenção no horizonte milanês, marcada por um novo skyline, com arranha-céus espelhados na zona de Porta Nuova, que foi recentemente reurbanizada.

A expectative é a de que o condomínio represente uma espécie de abre-alas de uma nova tendência arquitetônica.

"A ideia nasceu em Dubai, em 2007. Percebi como uma ‘explosão’, a presença de 30, 40 torres de vidro temperado, diante do meu grupo de estudantes. Começamos a imaginar, a raciocinar sobre a possibilidade de revestir tudo com plantas, ao invés de vidro. Mas não apenas com plantas ornamentais. Mas com árvores verdadeiras, de 3, 5, 6, 9 metros de altura. Este projeto é uma casa de árvores onde moram os humanos", disse o arquiteto Stefano Boeri 

Leia + sobre essa tendência mundial na próxima Ediçao da Revista Amazônia.

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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Why plants in the office make us more productive

Date: September 1, 2014

Source: University of Exeter

Summary:
'Green' offices with plants make staff happier and more productive than 'lean' designs stripped of greenery, new research shows. The team examined the impact of 'lean' and 'green' offices on staff's perceptions of air quality, concentration, and workplace satisfaction, and monitored productivity levels over subsequent months in two large commercial offices in the UK and The Netherlands.

'Green' offices with plants make staff happier and more productive than 'lean' designs stripped of greenery, new research shows.

In the first field study of its kind, researchers found enriching a 'lean' office with plants could increase productivity by 15%.

The team examined the impact of 'lean' and 'green' offices on staff's perceptions of air quality, concentration, and workplace satisfaction, and monitored productivity levels over subsequent months in two large commercial offices in the UK and The Netherlands.

Lead researcher Marlon Nieuwenhuis, from Cardiff University's School of Psychology, said: "Our research suggests that investing in landscaping the office with plants will pay off through an increase in office workers' quality of life and productivity.

"Although previous laboratory research pointed in this direction, our research is, to our knowledge, the first to examine this in real offices, showing benefits over the long term. It directly challenges the widely accepted business philosophy that a lean office with clean desks is more productive."

The research showed plants in the office significantly increased workplace satisfaction, self-reported levels of concentration, and perceived air quality.

Analyses into the reasons why plants are beneficial suggests that a green office increases employees' work engagement by making them more physically, cognitively, and emotionally involved in their work.

Co-author Dr Craig Knight, from the University of Exeter, said: "Psychologically manipulating real workplaces and real jobs adds new depth to our understanding of what is right and what is wrong with existing workspace design and management. We are now developing a template for a genuinely smart office."

Professor Alex Haslam, from The University of Queensland's School of Psychology, who also co-authored the study added: "The 'lean' philosophy has been influential across a wide range of organizational domains. Our research questions this widespread conviction that less is more. Sometimes less is just less."

Marlon Nieuwenhuis added: "Simply enriching a previously Spartan space with plants served to increase productivity by 15% -- a figure that aligns closely with findings in previously conducted laboratory studies. This conclusion is at odds with the present economic and political zeitgeist as well as with modern 'lean' management techniques, yet it nevertheless identifies a pathway to a more enjoyable, more comfortable and a more profitable form of office-based working."

Kenneth Freeman, Head of Innovation at interior landscaping company Ambius, who were involved in the study, said: "We know from previous studies that plants can lower physiological stress, increase attention span and improve well-being. But this is the first long term experiment carried out in a real-life situation which shows that bringing plants into offices can improve well-being and make people feel happier at work. Businesses should rethink their lean processes, not only for the health of the employees, but for the financial health of the organization."

Story Source:

The above story is based on materials provided by University of Exeter. Note: Materials may be edited for content and length.

Cite This Page:

University of Exeter. "Why plants in the office make us more productive." ScienceDaily. ScienceDaily, 1 September 2014. <www.sciencedaily.com/releases/2014/09/140901090735.htm>.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Gardens help cancer survivors cope, heal and grow

Date: June 16, 2014

Source: University of Alabama at Birmingham

Summary:
Gardening helped cancer survivors eat better, get more exercise and improve physical function, a study concludes. Harvest for Health is a study that paired cancer survivors and master gardeners. The idea was to see if gardening would help survivors eat a more nutritious diet and improve physical activity.

A diagnosis of breast cancer in 2010 hit Susan Rossman pretty hard. A year later, a pioneering study at the University of Alabama at Birmingham helped her reclaim her life from cancer's grasp.

"I think that cancer can be the worst thing that ever happened to you or it can be a life-changing event -- one that you do something with rather than letting it do something to you," she said.

For Rossman, the key was Harvest for Health, a UAB study that paired cancer survivors and master gardeners from the Alabama Cooperative Extension System. The idea was to see if gardening would help survivors eat a more nutritious diet and improve physical activity.

Wendy Demark-Wahnefried, Ph.D., R.D., is the associate director for cancer prevention and control in the UAB Comprehensive Cancer Center. She is also a registered dietitian and a professor in the Department of Nutrition Sciences. She is intrigued by the link between cancer and diet. There is powerful evidence, she says, that a diet high in fruits and vegetables is especially beneficial for cancer survivors.

"We asked the question: If cancer survivors started a vegetable garden, would they eat more vegetables? We found they not only ate more vegetables, they also got more exercise. And their physical functioning improved dramatically," she said.

Harvest for Health began with a pilot study in Jefferson County, Alabama, in 2011. Funded by the Women's Breast Health Fund of the Community Foundation of Greater Birmingham, the original study showed survivors had improved strength -- especially in the hands -- improved mobility, and an increased ability to get up and down. The study has since been expanded to many counties surrounding Birmingham, along with the Cullman, Montgomery, Mobile and Dothan areas, with support from the National Cancer Institute.

UAB provides tools and seedlings and will either prepare a raised bed in the yard of a survivor's home or provide EarthBoxes® -- large gardening containers on wheels -- that can be kept on a porch or patio. Master gardeners visit with the survivors monthly for one year, offering advice and answering the questions new gardeners have.

Mary Beth Shaddix is the master gardener who worked with Susan Rossman in 2011. They mapped out a strategy that Rossman still follows: growing tomatoes, kale, lettuce, spinach and a variety of herbs. Rossman has since added another raised bed, has planted strawberries and blueberries, and has begun keeping bees for honey.

"I liked the idea of growing something because it represented the whole circle of life," Rossman said. "Plus it helped me take better care of myself and have some fresh vegetables. It prompted me to spend a little more time thinking about what I was putting in my mouth and what I was buying and cooking for myself and my husband."

Shaddix, one of more than 100 master gardeners in Alabama who have volunteered for Harvest for Health, is something of a fresh food crusader.

"I love to grow my own food, and I want to tell as many people as I can how fun, rewarding and tasty it is," she said. "Because, I promise, if you thought you didn't like it but you grow it yourself, the fresh, homegrown one may just change your mind."

Demark-Wahnefried says better diet and increased physical function are means to an end -- to keep cancer survivors living independently for as long as possible.

"Loss of physical function in cancer survivors, especially older survivors, is a downward spiral, so that many times survivors lose the ability to live on their own," she said. "Improving that ability to live independently is a big outcome for us."

Another outcome from the project is an overall improvement in the survivor's outlook on life.

"As scientists, it is difficult to measure intangible benefits; but this program seems to be contributing to improved quality of life and self-esteem -- helping to produce a sense of peace in the survivors who participate," Demark-Wahnefried said.

"I'm feeling more empowered by what I'm doing here," Rossman said. "When I started gardening, it really brought to my consciousness that this was something I could focus on. It was something I could control so that I didn't think about cancer every day."

Shaddix, of Maple Valley Nursery, is a gardener, not a psychologist; but she knows firsthand that gardening's benefits extend beyond the harvest.

"I think gardening improves your mental well-being tremendously," she said. "Just being outdoors for an hour each day to tend to your plants improves your mental and physical well-being. I think there is room for gardening in everyone's life, and I also think there is room on your kitchen table for what you grow no matter what you are faced with in life."

Demark-Wahnefried wants Harvest for Health to continue to grow. She hopes to launch a trial on a national level within the next five years.

"Then in 10 years, I'd like to see a program in place that is sustainable on a national level," she said. "Two-thirds of the states in this country have at least two growing seasons. We could really make this a national program. And that would fulfill the dream."

Story Source:

The above story is based on materials provided by University of Alabama at Birmingham. Note: Materials may be edited for content and length.

Cite This Page:

University of Alabama at Birmingham. "Gardens help cancer survivors cope, heal and grow." ScienceDaily. ScienceDaily, 16 June 2014. <www.sciencedaily.com/releases/2014/06/140616203939.htm>.

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terça-feira, 13 de maio de 2014

Camélias e Lei Áurea

CAMÉLIA (Camellia japonica): A flor da Abolição.

Hoje, 13 de maio, celebra-se a promulgação da Lei Áurea (1888), marco final da escravatura no Brasil. As camélias cultivadas nos jardins do Rio de Janeiro e Petrópolis, ou usadas nas lapelas, serviram no final do século XIX, ao propósito simbólico de identificar os militantes abolicionistas. Em comemoração ao seu apoio público à causa - primeiro com a arrecadação de fundos, através da organização das famosas “batalhas de flores”, e posteriormente com a assinatura da Lei -, a princesa Isabel até sua morte recebeu inúmeros ramalhetes dessas flores. Inicialmente elas provinham do Quilombo do Leblon e eram então identificadas como as “camélias do Leblon”, “camélias da Abolição” ou “Camélias da Liberdade”.

Rui Barbosa deixou muitos registros sobre esses fatos, os quais deram origem ao livro “As camélias do Leblon e a abolição da escravatura: uma investigação de história cultural”, de Eduardo Silva (Casa de Rui Barbosa), publicado pela Companhia das Letras, em 2003.

Extraído do

quarta-feira, 16 de abril de 2014

sexta-feira, 4 de abril de 2014

6 plantas que melhoram a qualidade do ar em residências

Notícias - Saúde
04 de Abril de 2014
Cultivar plantas em casa é um grande benefício para seus moradores.

Quem mora nas grandes cidades sofre muito com a poluição urbana. O ar poluído pode afetar até mesmo os que passam mais tempo em casa do que nas ruas. Isso acontece porque o ar que circula nos ambientes internos também pode ser prejudicial à saúde humana.

Neste sentido, não só como item de decoração, cultivar plantas em casa é um grande benefício para seus moradores. Algumas plantas, em especial, podem desempenhar seu papel de forma mais eficaz. Conheça seis delas que melhoram a qualidade do ar.

Azaléia

Eficiente para combater poluentes como COVs (Compostos orgânicos voláteis) e amoníacos (um composto presente em diversos produtos de limpeza). Essa planta é indicada para cozinhas e banheiros. Precisa de rega apenas uma vez por semana e de cinco horas de sol diariamente.

Bromélia

Ajuda na absorção de fumaça, por isso é indicada para cozinha. Para manter essa planta, basta fazer uma rega a cada três dias. Ao contrário da Azaléia que precisa de muito sol, a Bromélia necessita apenas de luz solar indireta.

Cacto

Muito útil para barrar as ondas eletromagnéticas. É indicado ter um cacto na sala próximo ao aparelho de TV ou na cozinha, junto ao micro-ondas. Para os supersticiosos, a planta ajuda a tirar o mau olhado nos ambientes.

Gérbera, begônia e crisântemo

São indicadas para as residências onde há fumantes. As três podem atuar com eficiência contra a fumaça de cigarro. A Gérbera gosta de luz, já a Begônia tem que ser protegida da luz solar direta, assim como a Crisântemo que, apesar de precisar de muita luz, não suporta sol direto. Elas devem ser expostas nas salas e quartos.

Fonte: Ciclo Vivo
Link:

Garden ideas?