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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Decreto institui política pública para o desenvolvimento da agroecologia


São Paulo – O Diário Oficial da União publicou hoje (21) o decreto 7.794 que cria a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Segundo o Ministério da Agricultura, o programa tem como objetivo articular programas e ações voltadas para o desenvolvimento da agricultura sustentável.

A política, que é uma reivindicação dos movimentos sociais camponeses, além de entidades ligadas à agroecologia é também resultado de uma série de encontros e reuniões entre o governo e os movimentos. Desenvolver a agricultura orgânica, de maneira que possibilite o uso mais racional dos recursos naturais e oferece à população melhor qualidade de vida por meio da oferta de alimentos saudáveis é o principal intuito do movimento sociais com o plano.


Data: 21.08.2012
Texto completo:

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Grãos cuspidos por mamífero em fazenda no ES renderão café de R$ 900 o quilo

A primeira vista, não dava para entender por que diabos aqueles grãos de café, meio gosmentos, surgiam amontoados sob as árvores - religiosamente, da noite para o dia. Ao amanhecer, era sempre igual: os roceiros se enfiavam no meio do cafezal para fazer a colheita manual e davam de cara com uns grãos, já sem casca, sobre as folhas secas no chão. Algum animal ali da mata andava a chupar esses frutinhos adocicados.

Depois de muito fuçar, Rogério Lemke, o administrador da fazenda Camocim, na qual se espalham 120 mil pés de café em Pedra Azul, a 100 quilômetros de Vitória, no Espírito Santo, matou a charada. Eram cuícas, pequenos mamíferos silvestres, que guardam certa semelhança com um rato. Os bichos se penduram nos galhos mais baixos das árvores, à noite, para se alimentar da casca, da polpa e do mel do café. Escolhiam sempre os melhores frutos, como em uma "colheita seletiva".

Depois, as cuícas dispensavam os grãos, ainda com algum resquício do mel sobre o pergaminho (película entre a semente e a polpa). Para evitar prejuízo, com o desperdício de grãos, o carioca Henrique Sloper, dono da fazenda, resolveu recolher essas sementes "cuspidas".

A partir daí, como revela a Folha, Sloper decidiu fazer testes de secagem e torra para descobrir, na xícara, o que eles poderiam render.

Depois de um ano de avaliações, o café da cuíca deve ser lançado em novembro por pelo menos R$ 900, o quilo. Em média, um pacote de mesmo peso de um café especial custa R$ 60 - os grãos cuspidos pelo animal custarão, portanto, 14 vezes mais. Bicho sem carisma, a cuíca, quem diria, vale ouro.


Foto: cuíca



O jacu, o pioneiro

A cuíca não é, contudo, o primeiro animal a "participar" do processo de produção de cafés especiais no Brasil. Quem emplacou de forma pioneira foi o jacu - ave robusta, com bico pronunciado e papo vermelho. Seu café foi vendido pela primeira vez em 2007, também pela fazenda Camocim. Atualmente, são produzidos 950 quilos por ano a R$ 450, o quilo.


Conhecido como "faisão brasileiro" e também semelhante a um urubu, esse animal era uma praga para a plantação de café.

"O jacu comia muito do meu café, dava o maior prejuízo", diz Henrique Sloper, dono da Camocim. "Muitos fazendeiros matavam o bicho, ficou quase extinto."

Inspirado no kopi luwac, o famoso café da Indonésia, cujos grãos são retirados das fezes da civeta (animal semelhante ao gambá) e que podem custar US$ 493, o quilo (cerca de R$ 1.000), o café de jacu surgiu para solucionar esse problema no cafezal.

"O que era uma praga virou fonte de um produto de alta qualidade", diz Sloper.
Tanto o jacu quanto a cuíca escolhem os frutos mais maduros e sem defeitos para se alimentar - por isso, geralmente, resultam em bebidas de doçura acentuada.


Texto completo no link: 

terça-feira, 10 de julho de 2012

Boas perspectivas para alimentos orgânicos


Notícia da edição impressa de 09/07/2012

Quem produz alimentos, especialmente orgânicos, terá bons lucros no futuro. A edição do mais completo dossiê de tendências do setor de alimentos – The Future Report Food – aponta que o setor deve faturar US$ 5,9 trilhões em 2014. Entre as tendências, destaque para o mercado de alimentos orgânicos, que deve movimentar US$ 104,5 bilhões (2015) e o de funcionais, responsáveis por alterar a percepção que os consumidores têm dos alimentos geneticamente modificados. O mercado global de alimentos funcionais deve faturar, em 2014, US$ 29,8 bilhões; o Japão, maior mercado consumidor de alimentos funcionais, vai faturar US$ 11,3 bilhões em 2014; nos Estados Unidos, as vendas devem crescer 20,7%, chegando a US$ 9,1 bilhões.

Painel Econômico

Especialista defende fortalecimento da agricultura orgânica

RIO DE JANEIRO (19.06.2012)– A agricultura orgânica é um dos caminhos para o desenvolvimento sustentável em nível global, mas é uma técnica ainda em construção no mundo todo. A avaliação foi feita nesta terça-feira (19), à Agência Brasil, pela coordenadora do Centro de Inteligência em Orgânicos (CI Orgânicos), da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Sylvia Wachsner. Ela participa do evento Green Rio, paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, aberto no Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio.

Segundo Sylvia Wachsner, embora contribua para a proteção do meio ambiente, do solo e da água, a agricultura orgânica ainda mostra deficiências que precisam ser superadas sem demora. “Ainda falta escala. Há problemas sérios de logística. Ainda precisa de tecnologia voltada para o setor, não há sementes em quantidade suficiente”. Para a coordenadora, é fundamental que os pequenos produtores se unam para ter mais força de negociação no mercado.

Mesmo em países desenvolvidos, como a Alemanha, a agricultura orgânica apresenta pequena participação: cerca de 3% da área total disponível para plantio, relatou Sylvia Wachsner. Ela ressaltou que, no Brasil, existem apenas 1,5 milhão de hectares certificados como orgânicos. “Temos muito que trabalhar”, assegurou.
A partir de estudos feitos nas regiões serrana e centro-sul do Rio de Janeiro, o CI Orgânicos mapeou a existência de 106 produtores que trabalham com esse tipo de agricultura no Rio de Janeiro.

Sylvia Wachsner disse que é preciso apoiar os agricultores a fazerem estudos técnicos do solo para que possam melhorar a produção. Segundo ela, a maioria dos agricultores orgânicos não possui a Declaração de Aptidão para Agricultura Familiar (DAP). “DAP significa a venda de alimentos da agricultura familiar e orgânicos para a merenda escolar”, observou.

De acordo com a especialista, o grande problema da agricultura orgânica e familiar é similar ao das empresas agrícolas maiores. “É a questão da logística, da comunicação. Em muitas partes do Rio de Janeiro, não entra a banda larga, os telefones celulares não funcionam. O produtor tem um sério problema para chegar com sua mercadoria nos mercados, sejam eles municipais ou o grande varejo. É preciso trabalhar isso”. Outro estudo identificou que os restaurantes gostariam de adquirir produtos orgânicos.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Emater-Rio implantará Quintais sem Fronteiras no Noroeste

por Jornalismo em 22.5.12

A Emater-Rio, empresa de extensão rural vinculada à secretaria estadual de Agricultura, venceu chamada pública do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em apoio a produtoras rurais agroecológicas. O projeto selecionado foi o “Quintais sem fronteiras”, que beneficiará mulheres, preferencialmente organizadas em grupos produtivos, através de assistência técnica e atividades produtivas individuais e coletivas. Com foco em gênero e segurança alimentar, a iniciativa será implantada no Noroeste Fluminense, região com o menor índice de desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro e integrante do programa Territórios da Cidadania.

Para operacionalizar a implantação do projeto, a Emater-Rio realizou em Itaperuna, entre os dias 2 e 4 de maio, um treinamento dos extensionistas rurais do Noroeste. A capacitação teve o como objetivo ensinar a nova metodologia de trabalho do projeto, bem como promover o nivelamento de conhecimentos entre os técnicos.

O “Quintais sem fronteiras” é uma parceria entre o MDA, a Emater-Rio e o Rio Rural. Com foco na organização produtiva e na promoção da cidadania, o projeto visa dar visibilidade ao trabalho da mulher agricultora na produção de alimentos, a partir dos seus quintais. A meta é fortalecer a ação feminina no espaço produtivo, incentivar a produção de hortaliças, plantas medicinais e criação de pequenos animais com base na agroecologia, e dar autonomia no planejamento da produção e venda dos produtos.

O Rio Rural já trabalha grupos produtivos nas microbacias do Noroeste, incentivando o associativismo e fomentando atividades que possam dar autonomia financeira às comunidades, como o artesanato e o beneficiamento de produtos agrícolas. O "Quintais sem Fronteiras" quer sensibilizar e estimular a organização produtiva das agricultoras, agregando novas atividades aos projetos já desenvolvidos pelo programa. Com a parceria, as ações serão ampliadas e espera-se que novos grupos sejam formados. 

As ações do "Quintais sem Fronteiras" pretendem reconstruir as relações de gênero, oportunizando a participação de mululheres rurais nos espaços sociopolíticos, como feiras e organizações. A estratégia é aumentar o acesso das agricultoras à informação, bens materiais e oportunidades de capacitação, fortalecendo as práticas agroecológicas. Na execução do projeto estão previstos cursos de aperfeiçoamento em agroecologia, segurança alimentar e nutrição, manejo, beneficiamento e comercialização. Os técnicos farão diagnósticos e promoverão o acesso a programas institucionais de apoio, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Pronaf Mulher e Pronaf Infraestrutura.

A Superintendência de Direitos da Mulher (SEDIM) da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos apoiará a execução do projeto. A superintendente Ângela Fontes esclarece que a articulação é parte do Plano Estadual de Políticas da Mulher. Segundo ela, as mulheres realizam inúmeras tarefas invisíveis ao longo do dia, que precisam ser valorizadas. “Elas fazem parte de um todo maior que é a família, mas precisam entender seu papel individual. Queremos que reconheçam o valor do seu trabalho e das coisas que produz”, afirma Ângela. O apoio da SEDIM facilitará o debate sobre as questões de gênero, importantes para a autoestima feminina.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Saúde inclui remédio para próstata e três fitoterápicos na lista do SUS


O Ministério da Saúde incluiu cinco novos medicamentos na lista oficial de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), que passarão a ser fornecidos gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), mediante apresentação de receita médica. A nova relação foi divulgada nesta quinta-feira (29), por meio de uma portaria, no Diário Oficial da União.

Entram na lista os remédios alopáticos Finasterida e a Doxasozina, indicados para o tratamento da hiperplasia prostática benigna (crescimento anormal da próstata), além de mais três fitoterápicos: Hortelã, para tratamento da síndrome do cólon irritável, Babosa, indicada para queimaduras e psoríase e Salgueiro, para dor lombar.


Data: 29.03.2012

Plantas medicinais geram renda para agricultores familiares

Há cinco anos, a produção de plantas medicinais tornou-se a principal fonte de renda da família da agricultora familiar Roseli Eurich, 49 anos. Na propriedade de 21 hectares, localizada em Arvoredo, há oito quilômetros de Turvo, no Paraná, Roseli, seu marido Sidney e seu filho Max Gustavo cultivam alcachofra, melissa, alecrim, capim limão, orégano e tomilho. No primeiro ano de atividade, a família obteve uma renda mensal média de R$ 90,00. Cinco anos depois, passou para R$ 1,2 mil. “Na época da melissa, tiramos entre R$ 3 mil e R$ 4 mil durante três a quatro meses”, destaca. Na propriedade, também são produzidos alimentos para consumo da família, como feijão, milho, ovos e legumes. 

Uma das características da propriedade da família Eurich é a sustentabilidade. Toda a produção é agroecológica, com certificação orgânica pela Ecocert. Roseli lembra que a propriedade conta com 70% de cobertura vegetal. Permite agregar valor em pequeno espaço de 1 hectare. O cultivo de plantas medicinais também contribui para a preservação da mata. A diversidade de culturas assegura, em caso de mau tempo, como geadas, mais opções de comercialização.

A produção de plantas medicinais na região de Turvo está amparada na estruturação dos processos de comercialização e assistência técnica. A comercialização é feita por meio da Cooperativa de Produtos Agroecológicos, Artesanais e Florestais de Turvo (Coopaflora), fundada pelos próprios produtores que conta com 86 associados. Desde 2005, o Instituto Agroflorestal Bernardo Hakvoot (IAF) desenvolve atividades de assistência técnica para estruturar a produção agroecológica de plantas medicinais, condimentares e aromáticas, e formação de sistemas agroflorestais. Atualmente, 160 famílias agricultoras são atendidas pelo IAF nos municípios de Turvo, Boa Ventura de São Roque e Iretama, no Paraná.

Engenheiro agrônomo da entidade, Douglas Dias de Almeida destaca que os produtos são comercializados para indústrias de cosméticos, fármacos e chás. “As plantas são desidratadas, ou seja, é vendida a matéria-prima”, explica, destacando que são cultivadas espécies como alcachofra, alfazema, camomila, carqueja, manjerona, menta, pata de vaca, alecrim, calêndula, capim limão, cavalinha, espinheira santa, melissa, poejo, funcho, entre outras. A produção tem certificação que atesta a responsabilidade ambiental e social dos agricultores.

A força do Paraná

O Paraná é responsável por 90% da produção brasileira de plantas medicinais. São 15 mil toneladas/ano, retiradas de uma área de três mil hectares, com a participação de 1.100 agricultores familiares na atividade. O restante da produção vem do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo.

O Estado tem tradição no cultivo de plantas medicinais. Há mais de um século, a cultura de camomila foi introduzida pelos imigrantes europeus na Região Metropolitana de Curitiba. O cultivo comercial passou a ser estruturada há 40 anos, é alternativa de renda para o período de inverno. Hoje, 19 espécies ocupam 92,5% da área destinada ao cultivo de espécies medicinais, aromáticas e condimentares no Paraná. A camomila, cujo mercado cresce de 5% a 10% ao ano, tem grande expressão pelo valor econômico-social e número de produtores envolvidos.

O técnico da Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Paraná (Emater-PR), Cirino Corrêa Júnior, explica que,os agricultores familiares cultivam e vendem a planta seca para indústrias de alimentos(chás, condimentos), laboratórios (produção de fitoterápicos) e grandes atacadistas de São Paulo. Estima-se que o volume de plantas coletadas represente três mil toneladas, o Valor Bruto da Produção (VBP) é de R$ 5 milhões. “Em 2009, a atividade de cultivo e coleta de plantas medicinais, aromáticas, e condimentares totalizou, no estado, R$ 35 milhões”, compara Cirino.

O incentivo à estruturação da cadeia produtiva de plantas medicinais e à formação de agentes e lideranças da agricultura familiar no Paraná conta com o suporte de entidades como a associação sem fins lucrativos Produtores Associados para o Desenvolvimento de Tecnologias Sustentáveis (Sustentec), criada em 2003, tem parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Apoiados pela Sustentec, os agricultores familiares criaram a Cooperativa Gran Lago - Cooperativa de Produtores Orgânicos, com 24 cooperados distribuídos em cinco municípios do Oeste do Paraná (Vera Cruz do Oeste, São Pedro do Iguaçu, São José das Palmeiras e Diamante d´Oeste). Em 2009, foram destinados dez hectares para a produção de plantas medicinais como alcachofra, alfavaca, alecrim, carqueja, calêndula, capim cidreira, cavalinha, chapéu de couro, cidrozinho, hortelã, melissa e poejo.

Para agregar valor à produção de espécies medicinais e fomentar arranjos produtivos locais, foi criada, na cidade de Pato Bragado (PR), a Unidade de Produção de Extratos, com capacidade de produção de extrato seco de 32 toneladas/mês, fornece extratos de plantas e atende a indústria alimentícia e farmacêutica. A cooperativa conta com cinco estufas de produção de mudas de plantas medicinais instaladas nos municípios de Ramilândia, Mercedes, Vera Cruz do Oeste, São Pedro do Iguaçu e Diamante d’Oeste.

Inclusão da agricultura familiar

Em 2006, foi assinado decreto que criou a Política Nacional de Plantas Medicinais, como parte das políticas públicas de saúde, meio ambiente, desenvolvimento econômico e social. O que possibilitou a criação do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNMF), que tem como objetivo melhorar o acesso da população a plantas medicinais e fitoterápicos, a inclusão social e regional, o desenvolvimento industrial e tecnológico, a promoção da segurança alimentar e nutricional, o uso sustentável da biodiversidade brasileira e a valorização e preservação do conhecimento tradicional associado das comunidades e povos tradicionais. O Comitê Nacional do PNMF é composto por 26 integrantes, entidades vinculadas aos ministérios e representantes da sociedade civil.

Entre as ações realizadas estão a capacitação, em vários estados, de recursos humanos, em especial de técnicos de assistência técnica e extensão rural e agricultores sobre manejo de plantas medicinais, incentivo à pesquisa, desenvolvimento tecnológico de inovações apropriadas à agricultura familiar, para manejo e produção/cultivo de plantas medicinais e incentivo à cadeia produtiva. Em 2010, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF), lançou Chamada de Projetos para a contratação de projetos na área de plantas medicinais e fitoterápicos, que selecionou o Instituto Agroflorestal Bernardo Hakvoot (IAF) e a entidade Produtores Associados para Desenvolvimento de Tecnologias Sustentáveis (Sustentec). Os projetos selecionados vão desenvolver, nos próximos 18 meses, ações voltadas para estruturar e fortalecer redes de negócios sustentáveis de plantas medicinais com foco no arranjo produtivo local e promoção de geração de renda e agregação de valor.

SUS

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a partir de 2010, os postos de saúde passaram a oferecer fármacos produzidos à base de alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato.

Em 2009, o MS divulgou a Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse do SUS (Renisus). São 71 espécies. 
Para acessar a lista completa: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/RENISUS.pdf
outros Links :
- site do Ministério da Saúde que trata de Fitoterapia
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1336
- Site da Cooperativa de Produtos Agroecológicos, Artesanais e Florestais de Turvo (Coopaflora)
http://www.arvoredobrasil.com.br/
- Site da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA) – link sobre Plantas Medicinais e Fitoterápicos
http://www.mda.gov.br/portal/saf/programas/div/2294038 




Articulação Pacari de Plantas Medicinais


Iniciativa brasileira é uma das vencedoras do Prêmio Equatorial 2012

Articulação Pacari de Plantas Medicinais figura entre os 25 vencedores de 113 países inscritos; cerimônia de premiação será realizada em junho, no Rio de Janeiro, durante a Conferência Rio+20


Uma iniciativa brasileira figura entre os 25 vencedores do Prêmio Equatorial 2012, que reconhece comunidades do mundo inteiro que contribuem para a conservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. A Articulação Pacari de Plantas Medicinais é formada por grupos comunitários que trabalham com plantas medicinais do Cerrado nos Estados de Minas Gerais, Tocantins, Maranhão e Goiás.

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