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quarta-feira, 1 de março de 2017

Produção caseira de fava

Texto e foto:
Maria Beatriz da Silva Pereira - acadêmica de agronomia - Universidade de Taubaté

A fava silvestre (Vicia faba), popularmente conhecida como feijão-fava, fava-comum e fava italiana, é um tipo de leguminosa que tem suas origens vindas do Oeste Asiático. É uma planta de clima fresco e exige altos níveis de luminosidade, além de ser um alimento fonte de proteínas e vitaminas A, B e C. 

As favas estão disponíveis em diversas variedades, algumas mais apropriadas que outras, dependendo do espaço que o jardineiro iniciante possui disponibilidade para trabalhar. Por exemplo: a variedade Sutton cresce cerca de 30 cm, tornando-se uma excelente escolha para jardins, estufas menores e qualquer espaço escasso. 

PREPARANDO-SE PARA PLANTAR: 

1. Escolha do local de plantio: a fava é uma planta que exige luz solar direta, pelo menos algumas horas por dia. Por isso, deve ser escolhido um local que ofereça alta taxa de luminosidade durante o dia. O local de escolha para o plantio também pode variar dependendo da variedade de fava escolhida pelo jardineiro iniciante, podendo ser plantadas em uma pequena horta ou até em uma grande estufa. 

2. Saiba quando plantar: é necessário que seja feita a escolha de uma data para semear a fava baseando-se no clima, dependendo de onde você viva. Você pode plantar as suas favas no fim do outono, depois de ter limpado o jardim no verão, o que significa que as colherá na primavera quando estiver pronto para plantar outra variedade. No entanto, em regiões com invernos muito frios, esperar até o inverno é essencial, já que a fava é uma planta de clima frio. Resiste bem às temperaturas próximas a 0 ºC e geadas leves. O ideal é que a temperatura não passe de 15 ºC durante o ciclo de cultivo da planta. 

3. Preparo do solo: as favas crescem melhor em solo bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica. O pH do solo deve situar-se entre 6,0 e 6,8. Como as favas são fixadoras de nitrogênio, você não precisa fertilizar com nitrogênio. Mas se o fizer, use uma variedade com baixo teor de nitrogênio. As favas podem crescer em qualquer tipo de solo, já que os legumes são auto-fertilizantes. Porém, para ajudá-los a converter o nitrogênio, é uma boa escolha utilizar uma bactéria chamada do gênero Rhizobium para ajudar as raízes a fixarem nitrogênio e promover o crescimento. Este produto está disponível em lojas de artigos para jardinagem. 

PLANTIO: 

1. As sementes devem ser semeadas direto no local definitivo (exceto em casos de plantio em área interna em regiões de clima mais frio. Nesse caso, a semeadura é feita em bandejas), a uma profundidade de 3 a 5 cm e quando o solo apresentar uma temperatura mínima de 5 ºC. 

2. O espaçamento recomendado depende do cultivar e das condições de cultivo, indo de 45 cm entre as linhas e 23 cm entre as plantas, a 1 m entre as linhas e 50 cm entre as plantas. 

3. Alguns jardineiros recomendam plantar até duas vezes mais sementes do que a quantidade de plantas esperadas, para descontar as sementes não germinadas. 

MANUTENÇÃO: 

1. Prenda as plantas à medida que elas cresçam: os pequenos arbustos os quais as favas se tornarão crescem rapidamente e ficam sobrecarregados com as vagens, ocasionado tombamento da planta sem o suporte adequado. Por essa razão, é importante colocar estacas ao longo da carreira de favas para suportá-las quando começarem a ganhar altura. Use pequenas estacas, colocadas de 30 a 60 cm ao longo da carreira, com barbantes amarrados entre eles, para dar às plantas algo para guiá-las. 

2. Regue bem e esporadicamente: as favas podem até suportar períodos de seca, mas o ideal é manter as plantas bem regadas, especialmente em climas quentes. Recomenda-se que se regue o solo na parte mais fria do dia – preferencialmente de manhã ou no início da noite – e evite a rega em excesso. Deve-se evitar, também, a rega por aspersão que é quando se rega a planta por cima e deixa as gotículas de água pingar até o solo, pois tal rega ocasiona problemas à planta por promover a ocorrência do míldio. 

3. Retire todas às ervas daninhas, especialmente se tiver plantando no inverno: as raízes das favas são consideravelmente rasas ocorrendo o risco de serem arrancadas acidentalmente pela enxada, por isso, recomenda-se que se retirem as ervas daninhas manualmente em volta das favas, mantendo a área sem competição. 

COLHEITA: 

Como outros arbustos de grãos, as favas são macias e comestíveis nos primeiros dias de formação, podendo ser comidas na forma de ervilhas ou cozidas inteiras como um prato secundário. As favas apresentam uma casca externa encerada em cada grão, mas quando colhidas jovens essas cascas são macias e comestíveis. 

Os grãos maduros devem ser colhidos quando as vagens estiverem brilhantes e os grãos estiverem gordos e marcados em todas as vagens. Dependendo da variedade que você está cultivando, as vagens apresentam um comprimento médio de 15 a 38 cm, com vários grãos grandes e gordos dentro e com varias vagens por planta. A colheita das vagens acontece de 85 a 240 dias após a semeadura, variando conforme a estação do ano em que a fava é plantada, o clima da região e a cultivar plantada. 

Por fim, para ter as favas, você terá que retirá-las das vagens. Segurando cada vagem com a parte pontuda para cima, puxe a linha ao longo do lado de cada fava para abrir a vagem. Cada vagem possui em média de 5 a 10 grãos variando de acordo com o cultivar adotado. 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Plantit, aplicativo gratuito feito para auxiliar leigos na hora de produzir uma horta em casa


Pelo que já percebemos, muitos dos que acompanham nossa página têm vontade de produzir uma Horta caseira. O problema é que muitas dúvidas existem sobre como fazer isso. Portanto, hoje traremos pra vocês uma dica que pode ajudá-lo nessa tarefa.

Trata-se do Plantit, aplicativo gratuito feito para auxiliar leigos na hora de produzir uma horta em casa.

O aplicativo foi desenvolvido na Europa, mas se adapta bem às condições brasileiras. Nele você pode encontrar práticas de cultivos de 28 variedade de hortícolas e aromáticas como exposição solar adequada, o tipo de solo, a estação do ano, como colher e em que pratos utilizar os produtos. Além disso, o aplicativo traz algumas dicas de preparação de biofertilizantes e métodos simples para controle de pragas.


Gostou? Então veja mais informações aqui: http://bit.ly/1R4Btnp. O aplicativo já está disponível para os sistemas Android e iOS.

domingo, 4 de outubro de 2015

Dicas para horta caseira - importância das espécies espontâneas - II

Algumas espécies espontâneas classificadas como plantas invasoras, daninhas ou concorrentes, se destacam entre as hortaliças em uma horta, principalmente quando se usa esterco, como, por exemplo, o picão-branco, também denominado popularmente por botão-de-ouro ou fazendeiro.

Esta espécie anual, representada nas fotos, pertence à família Asteraceae. É denominada cientificamente por Galinsoga parviflora. Cada planta de picão-branco produz inúmeras sementes. Possui altura máxima de 0,5 m e suas flores lembram margaridas, só que em menor tamanho.

Sua presença na horta geralmente indica que o solo possui bom teor de matéria orgânica, mas quando a espécie é predominante, além da matéria orgânica poderá estar indicando que há desequilíbrio, com falta de alguns micronutrientes como o cobre. Hortaliças folhosas se desenvolvem bem neste solo, mas outras hortaliças podem demonstrar deficiências ou ficarem mais suscetíveis à ocorrência de doenças.

Texto: Marcos Roberto Furlan (Engenheiro agrônomo) e Carolina Rosa Cassão Nogueira (Acadêmica de engenharia agronômica - Faculdade Cantareira.




Fotos: Carolina Rosa Cassão Nogueira

Link para o primeiro texto:
http://quintaisimortais.blogspot.com.br/2015/09/dicas-para-horta-caseira-importancia.html

domingo, 20 de setembro de 2015

Dicas para horta caseira - importância das espécies espontâneas - I

Muitas espécies que ocorrem no terreno e que nasceram espontaneamente, isto é, sem serem plantadas, podem oferecer informações para o futuro agricultor, mesmo para aquele que só irá cultivar uma horta para consumo próprio ou da família.


Com relação ao solo, quando há uma diversidade destas espécies, quase sempre o solo possui bons teores de matéria orgânica e de nutrientes. Quando se reduz a diversidade e começa a predominar um ou outro tipo de capim ou grama, o solo está desgastado.


A erva-de-são-joão (Ageratum conyzoides) (fotos 1, 2, 3 e 4) quase sempre é associada a solo recuperado e com boa fertilidade. Importante destacar que quando for fazer canteiros ou o plantio, a erva-de-são-joão deve ser retirada, pois exerce forte efeito alelopático (libera substâncias que diminui o crescimento das plantas que estão próximas).
Foto 1. Erva-de-são-joão
Foto 2. Erva-de-são-joão
Foto 3. Erva-de-são-joão
Foto 4. Erva-de-são-joão

Quanto às guanxumas (Sida spp) (fotos 5, 6 e 7), é grande a possibilidade do solo ser compactado, e as suas raízes irão demonstrar a dificuldade de penetrar no solo, bem como a sua profundidade.
Foto 5. Guanxuma 
Foto 6. Guanxuma.
Foto 7. Guanxuma.

Texto: Marcos Roberto Furlan (Engenheiro agrônomo) e Carolina Rosa Cassão Nogueira (Acadêmica de engenharia agronômica - Faculdade Cantareira.

Fotos: Carolina Rosa Cassão Nogueira

domingo, 4 de maio de 2014

Optimised Companion Planting / 3D Gardening Simulations

The Effect of General Computing on Gardening?

Increases in the availability of general computing and processing power allow computers to be used to solve everyday problems where perhaps it was not considered necessary or required beforehand.

For quite a while I have thought that there must be a way to leverage available data online, 3d modelling software and information about companion planting relationships to help generate suggestions for gardening.

Garden Sim! 

So whilst I have been experimenting with the following ideas whilst thinking about generating optimal planting strategies for gardens, I am not setting out to make the next version of Garden Simulator. But then again, I don't know what I am missing because I have never played it but come to think of it, I would rather actually do some real gardening, I mean- you cannot eat simulated fruit and vegetables which is, after all, the motivation for all this!

Given that general computing is ubiquitous and there is a lot of data available, it is worth investing some time to develop or experiment with simulation techniques even if only to generate new and interesting questions or spot opportunities for generating valuable insights for gardeners though a more targeted application of simulation for hard problems related to gardening / producing food effectively.

Simulation Overload?

It is important to realise the limitations of simulations. A professor in robotics once told me about the complexities in accurately and analytically modelling the motion of a moving rover with wheels taking into account wheel slippage and changing friction between different surfaces (not always clean, dust changing frictional constants etc). In the end it is just not practical to model the movement of the rover in this way and it is more beneficial to spend effort designing error-correcting feedback loops based on data from inertial navigation units (INUs). So at some point, simulations break down and become meaningless.

Empirical vs Analytical 

Of course there is a lot to be said for adopting both empirical approaches and analytical approaches to this (and all) problems and the fact that there does exist analytically optimal solutions, does not diminish or replace the importance of 'local expertise' or other empirical bodies of knowledge. The problem is that 'local expertise' is not always available to be interrogated and expertise not always free.

Social 

One of the most important things that a new gardener can do is connect with other (local) gardeners and share information for mutual benefit, but when just starting out it does not hurt to have a starting point like a computer-generated plan for a new vegetable plot rather than just a blank canvas. Then once you have this 'template', what better way to fill in the details that to consult a gardening 'hivemind' like stackexchange:http://gardening.stackexchange.com/

Toolbox

Here are some of the things I have been experimenting with in pursuit of these ideas:

Beautiful Soup
Urllib
Scrapy

Inspired by MIT OCW Course on Computer Science that I just took, module on Optimization Problems, Algorithms and Simulation: Electrical Engineering and Computer Science » Introduction to Computer Science and Programming » Unit 2» Optimization Problems and Algorithms

What does the solution look like?

quarta-feira, 30 de abril de 2014

9 consejos para comenzar un huerto en casa

Por: unavidalúcida
1. Disponer de los contenedores apropiados: su tamaño va a depender de lo que quieras cultivar; existen muchos tipos: macetas, jardineras, mesas de cultivo, los hay también textiles... pero lo más importante es que sean ligeros para que se puedan mover fácilmente y que tengan un buen sistema de drenaje para eliminar el exceso de agua de riego.

2. Sol: la mejor orientación para un balcón, terraza, ventana o patio es la sur, suroeste. Las plantas deben gozar de un mínimo de 8-10 horas de sol (o cuatro de luz directa) para que crezcan sanas y fuertes.

3. Planifica el espacio: ten presente la superficie que se va a ocupar, la capacidad y la distribución de los contenedores; se evita así, por ejemplo, sobrecargar el balcón o ventana. Coloca las plantas bajas delante de las altas para aprovechar mejor las horas de sol. De esta manera, coloca, por ejemplo, la lechuga en macetas por delante de los tomates o las judías.

4. Utiliza los sustratos adecuados: las hortalizas necesitan un sustrato rico en nutrientes para crecer y dar fruto. Los expertos aconsejan sustratos orgánicos ligeros porque retienen bien el agua y los nutrientes, además de servir de ‘soporte’ para el crecimiento de las plantas.

5. Escoge bien el sistema de riego: en una terraza puedes instalar riego automático, pero si esto no es posible, procura tener un fácil acceso a un grifo para regar sin grandes inconvenientes. La regadera de toda la vida o una goma de regar serán suficientes.

6. Frecuencia y cantidad de agua: va a depender de la época del año (verano o invierno), pero ten presente que siempre es mejor mantener la humedad, es decir, regar más frecuentemente pero menor cantidad.

7. Autoconsumo: para asegurar un buen rendimiento de tu huerto, lo mejor es diversificar el cultivo, en pocas cantidades y escalando las cosechas. Una de las ventajas de cultivar en casa es que podemos adecuar los cultivos a nuestras propias necesidades de consumo.

8. Combinar cultivos de distintas especies: la variedad de cultivos es grande. Para quienes son principiantes se recomienda probar con: cebollas, ajos, espinacas, rábanos, lechuga, plantas aromáticas, por ejemplo.

9. Control de plagas: es un aspecto importante a tener cuenta. Para todos aquellos que quieran iniciarse en esto de la ‘agricultura casera’ es recomendable que acudan a los plantones en lugar de a las semillas, porque aquellos son bastantes más resistentes a las plagas.

Fuente: mx.hola.com

Publicado por Sp Colostrum 
Link deste texto:

domingo, 13 de abril de 2014

terça-feira, 15 de outubro de 2013

"Horta" na cozinha - cultivo de brotos

Texto e fotos: Naturopata e Terapeuta Ortomolecular : Ana Kaliszewski 


É fácil encontrar broto de feijão e de alfafa no supermercado. Outros tipos, porém, só cultivando em casa. O método é simples e ocupa pouco espaço, mas requer paciência e dedicação. Vale a pena. Quer tentar?

• Separe as sementes (linhaça, girassol, alfafa, gergelim, rabanete, trevo) ou grãos (arroz, quinua, trigo, lentilha, feijão-verde, grão-de-bico, aveia, soja, ervilha). Obs.: só utilizar sementes não tratadas com agrotóxicos.

• Coloque 3 colheres de sopa das sementes ou dos grãos em um vidro limpo e deixe-os de molho em água mineral por uma noite (cerca de oito horas). Feche a boca do vidro com um 
pedaço de filó (tecido escolhido por ser mais poroso e natural) preso com um elástico.

• Na manhã seguinte, escorra a água (ela passa pelo filó). Em seguida, lave as sementes e escorra novamente. Repita essa operação duas vezes por dia. Mantenha o vidro inclinado com a boca virada para baixo, em um local com sombra e arejado. Em dias mais quentes, os primeiros sinais de germinação – um fio branco que rompe a cascado grão – surgem em 48 horas, em média.

• Geralmente, o broto está pronto para ser consumido depois de uma semana. É só colher e acrescentar na salada, no sanduíche, no suco. bon appetit !!!
 
 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Easy to grow garden layout

http://pakagri.blogspot.com.br/2012/11/easy-to-grow-garden-layout.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+blogspot/Farming+(Agriculture+and+Farming)

sábado, 13 de outubro de 2012

10 formas de preservar tus hierbas

Un problema (no se si llamarlo así realmente) es que aveces tenemos demasiada producción de una hierba aromática o planta medicinal, sumado a las que solo producen en determinada época del año; por lo que hay que buscar la forma de preservarlas, para poder usarlas durante todo el año, o venderlas o intercambiarlas y hasta regalarlas ¿por que no?.

Con esto en mente, aquí están diez maneras fáciles para que podamos conservar y usar durante todo el año.

1. Secado con aire: Cuando tenemos suficiente espacio, una forma es atar pequeños manojos de hierbas limpias juntos (unos 4 o 5 tallos) y colgarlas boca abajo en un lugar oscuro, el lugar debe ser cálido y bien ventilado. El tiempo de secado es de aproximadamente 2 a 4 semanas. yo he utilizado armarios, colgando las hierbas del palo de la ropa, cuando las hojas están crujientes y se deshacen fácilmente esta listo el secado y ya podemos acondicionarlas para su almacenaje.

2. Horno: Se colocan los tallos limpios en una sola capa sobre una bandeja de horno pre-calentado a 180 grados calor durante aproximadamente 3 o 4 horas, manteniendo la puerta del horno abierta todo el tiempo (para dejar escapar la humedad). Podemos utilizar papel de cocina para hacer mas de una capa, ya que el gasto energético es alto, ponemos papel, luego las hierbas mas papel otra capa de hierbas así hasta 5 capas, es importante ir controlando el proceso y dar vuelta o revolver la hierbas si se secan mas unas que otras, se encontrarán listas cuando estén crujientes.

3. Secar con el Microondas: Este es un método rápido y fácil... pero tenga cuidado, mientras se está calentando hay que asegurarse de que no se sequen mucho, es que puede incendiar el aparato. Para hacerlo se envuelven las hierbas en poca cantidad en papel de cocina, se le da dos minutos a baja potencia, se sacan se le da la vuelta y 2 minutos, si todavía no están secas, repetir el proceso bajando el tiempo a 30 segundos, hasta que estén secas, realmente no recomiendo este método, en lo personal lo probé las hierbas quedan demasiado secas, no dan todo su sabor, y se consume bastante energía igual que en el método anterior.

4. Secar con frío: Lavamos las hierbas y luego les pasamos un paño suave para eliminar la humedad, luego se colocan con papel de cocina en una recipiente tipo asadera, haciendo una sola capa de hierbas. Las colocamos en el refrigerador y se retiran una vez que estén completamente secas.

5. Sal o azúcar: Se cubren las hierbas con sal o azúcar y las dejamos así hasta que estén secas. Una vez estén secas se retiran las hojas y se almacenan en algún recipiente hermético. Elige la sal o azúcar, dependiendo del sabor de la hierba y lo que sería más adecuado según el sabor de la misma, ya que parte del sabor de la sal o de la azúcar se transfiere a la hierba.

6. Congelar en cubos de hielo: se pueden congelar, se lavan, pican y se ponen en cubiteras de hielo con agua aunque es mejor hacerlo con un caldo de verduras o aceite. Cuando sea necesario para cocinar, puedes sacar un cubo y ponerlo directo en el plato que se está cocinando (descongelar primero es opcional, recuerde tener en cuenta el líquido que usamos en el congelado). Consejo: Trate de mezclar sus hierbas favoritas antes de la congelación.

7. Congelar enteras o picadas: Muchas hierbas se congelan bien sin líquido añadido. Lavamos y secamos las hojas, a continuación se ponen en bolsas de congelación con cierre tipo ziploc, y eliminamos todo el aire que se pueda y al congelador. Las podemos congelar tanto enteras como picadas, y también en raciones para ahorrar tiempo en el uso posterior.

8. Hacer un Pesto: Lavar limpiar luego picar en un procesador de alimentos, agregar el aceite suficiente hasta lograr que la mezcla quede pastosa, el pesto se hace originalmente con albahaca pero hay muchas hierbas con las que queda muy bueno como el cilantro, el perejil, y otras por el estilo (aproximadamente 2 tazas de hierbas frescas a 1/3 taza de aceite de oliva). Una vez hecho se puede congelar en cubos para usar luego, o guardar en la nevera (refrigerador) aguanta mas o menos una semana o mas.

9. Sal para sazonar: Tener una fuente lista de condimentos al alcance de la mano es genial, (crear nuestra propia mezcla), el procedimiento es simple se lavan y se pican las hierbas luego se mezclan con la sal, esta se encargara de secarlas y preservarlas luego usamos todo junto salando, aromatizando y dando sabor todo a la vez.

10. Mantequilla con hierbas: es igual que en el procedimiento de .congelar en cubos de hielo, pero el vehículo sera la mantequilla, para esto llenamos la bandeja para cubitos con las hierbas ya lavadas y picadas, luego vertemos mantequilla calentada para que este liquida dejamos enfriar y congelamos.

Consejos

Importante: Si usted nota algo de humedad en los envases herméticos o bolsas de plástico selladas después de almacenar las hierbas secas, esto es una señal de que la humedad aún estaba presente cuando se envaso. El moho puede desarrollarse debido a la humedad, así que asegúrese de que las hierbas estén completamente secas y no tienen humedad.

Si lo prefiere fresco durante los largos meses de invierno, tenga en cuenta su cultivo en interiores.

Secadores solares

El secador solar es una herramienta muy útil y puede utilizarse en procesos como: secado de cultivos, deshidratación de frutas y vegetales para uso comercial, deshidratación de productos lácteos como la leche, para secar las tintas de la industria textil y mucho más.

El proceso de secado implica, remover parcialmente el agua del material que se desea secar. Existen muchos tipos de secadores solares, los cuales se ajustan a las necesidades de cada usuario.

Secador Solar de Gabinete

Este tipo de secadores solares son, tal como su nombre lo indica, un gabinete, el cual tiene una cara expuesta al sol, lo cual genera aire caliente que reseca los materiales, y la humedad debe retirarse haciendo circular el aire.

Secador Solar de Invernadero

El secador solar de invernadero se caracteriza por tener una extensa cara de plástico o cristal translucido en la cara que da al sur o al norte (según el hemisferio, en el norte es sur y en el sur es norte) y cubiertas aisladas en sus otras caras. El aire caliente sale a través de ductos de ventilación. Se utiliza para grandes cantidades de secado solar.

Secador Solar Indirecto

En este tipo de secado solar el material a secar se coloca en bandejas dentro de una cámara opaca de secado, al cual esta pegado un colector solar de aire. El sol no da luz directa al material que se va a secar, en vez de esto el colector solar calienta el aire y dirige el calor a la cámara de secado. Debido a las temperaturas con las que opera este secador solar, el producto es de mejor calidad.

La operación de los secadores solares es muy simple y no requieren casi nada de mantenimiento. De cualquier manera se recomienda mantenerlo limpio y seco, para que el calor y la luz puedan ser absorbidos correctamente.


Nuestro consejo, para pequeñas cantidades el método uno, es el indicado, también son interesantes los métodos de cubos de hielo, congelar y hacer la sal, si vamos hacer mucha cantidad por la razón que sea y disponemos de sitio fabricar un secador solar es una buena opción, son rápidos, no consumen energía mas que la del sol y el producto final es optimo.

Data: 08.10.2012
Link:

Como hacer un huerto de plantas aromáticas y medicinales


Do site:

El cultivo de plantas aromáticas y medicinales ofrece muchas ventajas además de los beneficios económicos y para la salud, debido a las características de estas plantas. Así que elaboramos esta pequeña guía para que puedan diseñar y llevar a cabo su huerto de aromáticas y medicinales en casa.

No es necesario disponer de un terreno muy grande ni invertir mucho dinero. Agua, luz y una buena selección de especies vegetales con propiedades benéficas para distintas dolencias, pueden hacer de su patio una verdadera "farmacia verde".


En un espacio reducido, se puede integrar fácilmente un huerto de estas características en una parte del huerto ya existente o dentro de la casa, por ejemplo aprovechando las ventanas y otros espacios con suficiente luz para el cultivo de hierbas en macetas.

Son una fuente viva de aromas y sabores, y una farmacia natural.

La mayoría son de talla pequeña y requieren poco espacio para su cultivo.

Un gran número de ellas son perennes, bienales o se cultivan como plantas perennes.

No se necesitan grandes recursos, especialmente si se cultivan ecológicamente de manera orgánica.

Son ornamentales, ofrecen fragancias, colores,formas diferentes que alegran el habitat y tienen usos múltiples.

Son magníficas plantas acompañantes de otros cultivos y algunas ejercen el control biológico de plagas y repelen insecto.

Jardines tan antiguos y célebres como los jardines colgantes de Babilonia y en los jardines flotantes de Xochimilco en México, a diferencia de lo que algunos suponen, no eran sólo cultivados con plantas ornamentales, estaban llenos de plantas comestibles, aromáticas y medicinales. Los huertos o jardines de plantas aromáticas y medicinales se fueron desarrollando a través de la historia de la humanidad, desde los que se asociaban a los templos para proporcionales las plantas sagradas de los rituales religiosos o las que le permitían embalsamar los cuerpos de los faraones egipcios hasta los más modernos que sirvieron de base material para el estudio de la botánica y la medicina en las universidades europeas y que más tarde se convirtieron en jardines botánicos.

Diseñando el huerto

Existen actualmente muchos tipos de jardines de plantas aromáticas y medicinales. La forma, tamaño, ubicación, cantidad de plantas, la asociación de las mismas, los colores, aromas, en fin, el diseño que hagamos del huerto, depende de nuestros gustos, nuestra creatividad y de nuestras necesidades o preferencias.

En cualquier caso siempre recomendamos detenerse a pensar en el diseño inicial a partir de las condiciones y los recursos del lugar seleccionado. El diseño del huerto o jardín es básico para lograr una buena combinación de distracción, productividad y eficiencia.

En los diseños de huertos de plantas para uso culinario y medicinal, las plantas deben ser ubicadas lo más cerca posible de la cocina de la casa o locales que desempeñen el mismo papel, de manera que se logre un paso fácil a través de los caminos o senderos para que nos permitan cosechar o cortar las plantas a la medida de nuestras necesidades.

Las plantas de mayor uso o que requieran mayor cantidad de trabajo como las plantas anuales que se siembran todos los años (ej. perejil, apio u otras) se colocan en los bordes o en los senderos de los caminos.

El huerto donde se mezclan plantas aromáticas y medicinales de carácter multipropósito puede diseñarse en espiral, sobre todo para los lugares que disponen de poco espacio. Es ornamental y práctico. Las ideas originales de este huerto nos han llegado de uno de los creadores australianos de la Permacultura: Bill Mollison.

Estas espirales se construye seleccionando un espacio de aproximadamente 2 m de diámetro y se van haciendo canteros en espiral delimitados por piedras y rellenados con tierra abonada hasta alcanzar aproximadamente 4 niveles o pisos que alcanzan una altura total de alrededor de 1 m de alto.

En estas espirales se siembran asociadas casi todas las plantas que se necesitan. Las plantas se van ubicando de acuerdo con la configuración botánica de cada una de ellas, teniendo en consideración su altura, las que proporcionan sombra sobre las otras y otras características.

Los huertos o jardines en forma de orlas o macizos que pueden estar delimitados con piedras en su borde exterior, también han sido ampliamente utilizados para estos fines, especialmente para sembrar hierbas de plantas perennes.

Los huertos en contenedores como las macetas de barro, tubos verticales, neumáticos viejos, cajas y cualquier otro tipo de recipiente, son muy empleados en los lugares que disponen de poco espacio o no poseen canteros con tierra. Es el caso de los patios cementados, balcones, azoteas y otros. Si los espacios son muy limitados, es posible cultivar muchas plantas a diferentes alturas del nivel del piso, en las paredes, colgando, en escalones y de otras muchas formas.

Riego

La mayoría son originarias de climas mediterráneos y necesitan poco agua para vivir, excepto la menta y el perejil que necesitan más humedad. Si las cultivas en maceta, coloca en el fondo del recipiente trozos de cerámica para lograr un mayor drenaje.

Recomendable regarlas en la primeras horas de la mañana. Son plantas que dependen mucho de las condiciones climáticas, por eso para su riego es muy importante la observación de las condiciones de humedad de la tierra.

Cultivo y abono

Necesitan poco abono, para que no pierdan el aroma y sabor. Con fertilizar la tierra una vez al año es suficiente. Si se abonan en invierno, es conveniente utilizar abono orgánico y si utilizas fertilizante mineral puedes hacerlo en otoño o primavera.

En macetas, renueva la superficie de la tierra, (3 o 4 cm.) cada tanto y es favorable ir limpiando la tierra de hierbas malas.
Para las huertas en conveniente labrar la tierra mínimo 2 veces al año, para airear la misma. Es muy propicio colocarle al cultivo mulching o acolchado: cortezas de pino, paja, platico negro, etc. Esto sirve para mantener la humedad y aportar algo de humus.

Variedades

Como estamos ante una lista muy extensa, he puesto ejemplos de plantas muy habituales en la cocina que deberíamos tener en nuestro huerto:

El Cebollino, de la familia de la cebolla es ideal para ensaladas y tortillas.
El Cilantro, o perejil chino, se utiliza sobretodo en la cocina asiática. Se dice que tiene poder afrodisiaco. La semilla seca es la parte más utilizada. Su infusión es digestiva. Su esencia es utilizada en la industria farmacéutica y en perfumería.
La Albahaca, favorece la digestión. Da sabor a mariscos, ensaladas, sopas y pastas.
La Menta ideal para bebidas heladas y ensaladas de frutas. Es estimulante, estomacal y antiespasmódica. En infusión está indicada en casos de indigestión y / o aerofagia.
El Perejil, característico de nuestras cocinas, simplemente "va con todo". Se utiliza para calmar el dolor de muelas causado por las caries, para detener el flujo lácteo y las hemorragias nasales.
El Romero, ideal para las salsas de tomate. Tiene un fuerte aroma, pruébalo con queso de cabra.
El Tomillo para el pescado, los huevos, el pollo, los sorbetes y la fruta fresca. La infusión de tallos y hojas, favorece la digestión, y es un buen calmante de la tos, de las irritaciones del aparato respiratorio y los resfriados.
El Perifollo, siempre se añade despues de cocinar, rico en vitamina es perfecto para las salsas, sopas, verduras y pescado. Es estimulante, depurativa, digestiva y diurética. El jugo propio de la planta, así como sus infusiones, son una eficaz loción contra el envejecimiento de la piel.
El Eneldo, el acompañante inexcusable del salmón. Combinalo tambien con arenques o cangrejos de rio.
El Orégano, se utiliza en seco aunque su olor es más pronunciado cuando es fresco. Perfecto para el tomate, el queso, las verduras y la carne. Es rico en aceite esencial, carminativo, estomacal y expectorante. En infusión se utiliza contra la tos, bronquitis, insomnio y aerofagia. Externamente, en forma de aceite, ungüento o cataplasma, alivia diversas afecciones como el reumatismo, los dolores articulares y el dolor de cabeza.
La Melisa tiene propiedades sedantes y tranquilizantes de las funciones del sistema nervioso. Combate el insomnio y la angustia.
La Salvia se usa como tónico digestivo, también es antiespasmódica y antiséptica, por lo que sirve para lavar heridas.
La Caléndula es antiséptica, desinflamatoria y cicatrizante. Se usa para úlceras y heridas externas.
La Lavanda, la infusión y los baños de inmersión tienen propiedades sedantes. También se usa externamente por sus propiedades antisépticas, para lavar y limpiar heridas.

Otra buena idea es cultivar estas plantas directamente en la cocina si contamos con luz suficiente, es muy practico y queda muy bonito.

Bueno espero se animen a realizar un huerto por pequeño que sea de este tipo de plantas y les sirva esta simple guía, cualquier duda, o pregunta sobre el tema no duden en consultar y trataremos de contestar adecuadamente para que vuestro huerto sea un éxito.

Data: 10.04.2012
Autor: Manzana

sexta-feira, 30 de março de 2012

Produzindo adubo caseiro


1. Na composteira com tampa, separe restos de comida, cascas de frutas e de legumes, pó de café e demais resíduos orgânicos gerados na cozinha, tomando cuidado par não deixar acumular por mais de uma semana, pois poderá provocar mau cheiro.

2. Se houver papel disponível, intercale, na composteira, com os detritos da cozinha, pois ele será útil, absorvendo o excesso de umidade. Desnecessário dizer que não se deve utilizar o lixo do banheiro.

3. Comece agora montar a composteira, intercalando uma camada de folhas ou capim com uma camada de detritos de cozinha, armazenados na composteira. Coloque um pouco de cal em cima dos restos de comida para evitar a proliferação de ratos.

4. Crie camadas superpostas, até que o monte atinja uma altura máxima de um metro. Se houver disponibilidade de esterco de animais, forme camadas adicionais com ele, o que irá melhorar muito a qualidade do produto final.

5. Aproveite também as sobras de leite e o sangue retirado da limpeza das carnes, diluindo-o com mais água e regando a composteira. O objetivo é favorecer a atividade microbiana, acelerando o processo.

6. Deixe o composto descansar, revirando-o uma vez por mês até completar noventa dias, cuidando de repor a umidade sempre que necessário.

7. Esse composto pode ser utilizado na dose de 2,0 kg por metro quadrado, apesar de que o ideal é seguir recomendação com base na análise de solo.

Obs. não use em excesso nenhum dos materiais indicados, e quanto mais diversificado, melhor a qualidade.