Mostrando postagens com marcador Redação científica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Redação científica. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de novembro de 2014

10 dicas para escrever e publicar artigos científicos

Dica do
Postado por: Carolina Pignatari 

Olá, pessoal!

Todo mundo sabe que escrever e publicar um artigo científico não é nada fácil. Fazer uma boa pesquisa exige precisão e domínio sobre o assunto. Por isso, muitos estudantes ficam em dúvida sobre a maneira correta de elaborar o seu trabalho. Por onde começar? Como definir o tema da pesquisa? Qual linguagem utilizar no texto?

Segundo Gilson Volpato, professor deredação científica, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), as pessoas costumam ter dúvidas e errar porque não sabem ciências, ou não aprenderam de maneira correta: “Muitos professores transformam essa disciplina em um conjunto de regras”. Inclusive, para ajudar alunos, professores e pesquisadores a escreverem uma pesquisa acadêmica, Volpato criou o Clube SOS Ciência, que tira dúvidas on-line sobre redação científica.

Com base na conversa com o professor, o site Porvir reuniu algumas sugestões para auxiliar na redação e publicação de um artigo científico. No entanto é preciso lembrar que não existe receita para a elaboração de uma boa pesquisa. Cada projeto tem seu “jeito de ser”.

Confira algumas dicas:

1. Leia sobre o que já feito

Antes de começar um projeto de pesquisa, é importante checar diversos conteúdos da área para conhecer tudo o que já foi falado sobre o tema. Uma das sugestões do professor Volpato é ler artigos de boas revistas internacionais. Além disso, fazer um levantamento de publicações que podem ser utilizadas para dar base ao seu projeto também ajuda.

2. Pense no nível que a sua pesquisa irá atingir

Você precisa identificar o nível de ciência que se pretende atingir. Ache publicações científicas que estariam no patamar da sua pesquisa: você pretende atingir uma Science, com abrangência em diversas áreas de conhecimento, ou deseja focar em uma publicação especializada? Se a sua resposta for publicar em um veículo científico de grande abrangência, você vai ter que pensar e elaborar a sua pesquisa de forma que ela seja compreensível para o maior número de pessoas possível, incluindo outras áreas de conhecimento.

3. Apresente uma novidade

Não existe uma boa pesquisa sem algo novo ou relevante. “Os pesquisadores têm dificuldade de aceitar que o tema da sua pesquisa não apresenta uma novidade”, conta Volpato. Segundo ele, após ler sobre o que já foi desenvolvido dentro do tema, é necessário encontrar uma nova abordagem. Uma pesquisa muito repetitiva não pode apresentar grandes contribuições científicas.

4. Saiba a hora certa para começar a escrever

Muitas pessoas começam a escrever o seu artigo na hora errada. Segundo Volpato, para manter a unidade do texto é importante ter uma ideia completa do trabalho. Não comece a adiantar algumas partes do seu artigo sem ter concluído a pesquisa, analisado e interpretado dados. Antes de começar a escrever, o professor afirma que é necessário já ter em mente a resposta para algumas perguntas: 1- Como surgiu a pesquisa?, 2- Onde você chegou?, 3- Como chegou nesse caminho e o que me faz aceitar a sua história?, 4- O que isso muda na ciência?, 5- Por que as pessoas se interessariam por isso?

5. Tenha em mente o tipo de revista que você gostaria de publicar

Após ter uma visão geral do trabalho, respondendo as perguntas anteriores, comece a pensar na revista que você deseja ter o seu trabalho divulgado. Leia diversos artigos e tente observar o formato que eles seguem. “É bom conhecer o jeitão da revista”, apontou Volpato. Pense nessa estrutura quando estiver escrevendo.

6. Mantenha a lógica no texto

Na hora de escrever é preciso observar se as ideias da pesquisa não estão se contradizendo. De acordo com o pesquisador, muitas pessoas acabam cometendo erros nesse item. Introdução, desenvolvimento e conclusão devem estar muito bem alinhados e relacionados. Todas as partes devem apresentar coerência e lógica. Releia o texto e veja se ele consegue manter uma unidade.

7. Encontre a medida certa

O tamanho do texto não quer dizer qualidade. “Nenhuma palavra a mais, nenhuma palavra a menos. A gente tem que saber sintetizar”, apontou Volpato. Segundo ele, as pessoas tendem a achar que os trabalhos mais longos são os melhores. No entanto, o número de páginas não é sinônimo de qualidade. É importante apresentar todos os argumentos de maneira clara e objetiva.

8. Seja claro e evite palavras que dificultam o entendimento

Nada de palavras difíceis. Tente tornar a sua pesquisa mais acessível e troque as palavras de difícil entendimento. Segundo Volpato, a ciência tem um caráter transdisciplinar, porém, quando você escreve um artigo cheio de termos técnicos e palavras desconhecidas, a sua pesquisa tende a ficar restrita apenas para pessoas da área. “É importante pensar que você está escrevendo um texto para ser lido por diferentes públicos.”

9. Compartilhe o seu conhecimento

Após concluir um artigo é importante tentar a sua publicação em revistas de divulgação científica. Segundo o professor Volpato, a divulgação da pesquisa é tão importante quando a redação. É a partir da publicação que você poderá compartilhar o seu conhecimento com outros pesquisadores. Além disso, também terá a oportunidade de submeter o seu trabalho para avaliação de outros especialistas. Antes de enviar um artigo para análise, observe atentamente o formato exigido em cada publicação. Algumas revistas têm normas específicas que devem ser seguidas, incluindo padronização de estilo, quantidade de caracteres e outras referências.

10. Acompanhe os resultados

Não pense que a publicação do artigo é o último passo. Após divulgar a sua pesquisa, tente observar a repercussão do seu trabalho no mundo científico. Observe as contribuições acadêmicas da sua pesquisa. Ao visualizar quem está citando o seu artigo, procure entender quais reflexões estão sendo geradas a partir dele.

Como já dito antes, essas dicas não são uma regra para escrever um artigo científico, já que cada um tem suas particularidades.

Boa pesquisa! Até logo!

Fonte: Porvir

Link:

Conheça as diferenças entre monografia, dissertação e tese

Dica do
Postado por: Gisele Helena 

Olá Pessoal!

Os três termos acima são muito ouvidos no mundo acadêmico, mas a questão aqui é: você sabe explicar o que diferencia um do outro?

Comecemos pela similaridade, todos sãotrabalhos de conclusão de curso. Monografia é um trabalho acadêmico Lato sensu (expressão em latim que significa sentido amplo), enquanto a dissertação e a tese são trabalhos Stricto sensu (sentido estrito).

Monografia é um estudo apresentado para conclusão dos cursos de graduação e pós-graduação (especialização e MBA) no Brasil. Não precisa apresentar resultados acadêmicos inéditos e sua etimologia já deixa claro que será abordado um único tema de forma dissertativa, obedecendo a uma rigorosa metodologia.

A dissertação valida o mestrado. Pode abordar ou não temas inéditos, onde o autor utiliza método investigativo científico, e é caracterizada pela contribuição do indivíduo para o tema abordado. As dissertações são incentivadas a incorporar materiais de pesquisa empírica (entrevistas, observação participante, etc.) e não apenas trabalhar com a compilação de livros ou artigos conhecidos sobre o assunto abordado.

A tese conclui o doutorado. Prima pela originalidade do tema e é resultado de investigação complexa e aprofundada de um tema inédito. É a resposta para uma pergunta, obtida a partir de uma exaustiva pesquisa e trabalho científicos.

Todos esses trabalhos têm características comuns, porém a instituição de ensino dará as diretrizes para sua execução. Outro ponto importantíssimo, que não pode ser esquecido, é o papel do orientador, que será um guia, dará o norte, será a bússola do estudante nesse trabalho árduo, porém recompensador.

Ferramentas dadas, dúvidas esclarecidas, agora é hora de pensar qual será seu próximo passo na vida acadêmica.

Link:

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Conheça a formatação padronizada para trabalhos acadêmicos

Dica do
Postado por: Gisele Helena 

Oi Pessoal!

Um bom trabalho acadêmico não depende apenas do conteúdo apresentado, em sua avaliação são levados em conta outros tantos itens, e por isso, mais uma vez aqui falaremos sobre a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

A formatação de trabalhos acadêmicos é baseada nas normas definidas pela ABNT, especificamente pela NBR 14724:2011, então seguir a risca o que é pedido já contara pontos a seu favor.

Os itens de maior relevância são:
  • Papel: sulfite, formato A4 (21cm x 29,7cm), branco;
  • Margens: lado esquerdo e superior de 3 centímetros, canto direito e parte inferior de 2 centímetros;
  • Espacejamento entre linhas: texto deve ser digitado com espacejamento de 1,5. A regra não se aplica a notas de rodapé, referências, citações com mais de 3 linhas, legendas, ficha catalográfica, natureza do trabalho, objetivo, nome da instituição e área de concertação;
  • Parágrafo: recuo de 1,25cm na primeira linha de cada parágrafo;
  • Texto: justificado em todo o trabalho, exceto referências e notas de rodapé que são alinhadas à esquerda. Para palavras de língua estrangeira utilizar fonte em itálico.
  • Fonte: Arial ou Times New Roman, tamanho 12;
  • Paginação: para numerar as páginas do trabalho, inicia-se a contagem a partir da folha de rosto, porém só a primeira folha do texto será numerada. Os números são posicionados no canto superior direito a dois centímetros da borda superior;
  • Títulos das seções e subseções: Destacar gradativamente os títulos das seções, utilizando os recursos de negrito, itálico, grifo, caixa alta, e outro no sumário e de forma idêntica no texto, seguindo um padrão;
  • Elementos pré e pós-textuais: lista de abreviatura e siglas, errata, lista de ilustrações, lista de símbolos, resumo, sumário, agradecimento, referências, glossário, apêndices, anexos e índices devem ser centralizados.

E o melhor exercício para memorização e aplicação das normas é o uso contínuo. Comece a aplicar essas regras até para composições simples, assim nenhum dos passos será esquecido quando for solicitado trabalho acadêmico.

Link:

domingo, 2 de novembro de 2014

11 dicas para elaborar o TCC

Dica do

O TCC é visto por muitos estudantes como um pesadelo que lhe persegue na fase acadêmica, onde na verdade não deveria ser. Tendo um pouco mais de dedicação e escolhendo um bom tema e, principalmente, sobre o assunto que gosta, deve ser visto como o grande momento de defender umas das maiores felicidades que você mesmo buscou adquirir.

Vejamos 11 dicas para elaborar o TCC:

1 – Comece a pesquisar sobre tudo do assunto que deseja trabalhar no mínimo um ano de antecedência mesmo que ainda você não tenha um tema final fechado e guarde todos os materiais e depois é só começar a leitura para não deixar para cima da hora.

2 – Pesquise por outros TCC, artigos, livros, revistas, anais, jornais, sites confiáveis, participe de palestras, congressos, workshops, simpósios. Fique por dentro das novidades, não se limite só em qualquer tipo de sites de pesquisas no Google porque empobrece o conteúdo do TCC e sim faça a diferença e deixe o conteúdo dele muito mais enriquecido. Saiba que a quantidade e a qualidade da referencia bibliográfica assim como o seu conteúdo irá refletir para banca examinadora se você estudou e pesquisou realmente sobre o assunto.

3 – Jamais faça o CTRL C e CTRL V sem citar o nome do autor. Isso é considerado um crime grave para um TCC. Se coloque no lugar do autor do conteúdo que você simplesmente copiou e colou. Você iria gostar de saber que alguém fez isso e não citou seu nome?

4 – Abuse nas orientações, deixe seu orientador sempre a par do andamento do seu trabalho. Lembre-se quem deve procurar o orientador é você e não ele.

5 – Citações é sempre bem vindo. Nunca afirme nada sem embasamento teórico.

6 – Siga sempre as normas da ABNT, geralmente as faculdades e universidades dispõem para os alunos um manual de trabalhos acadêmicos dentre pelo qual está incluído o modelo de como elaborar o TCC seguindo as tais normas.

7 – Use mais o vocabulário técnico, palavras normalmente usadas em livros, artigos científicos entre outras fontes. Não repita muitas vezes a mesma palavra, pois fica feio e sem vida o contexto do assunto e dar a impressão de que você está fraco em vocabulário com isso não despertando a atenção de quem vai ler seu trabalho, use sinônimos nesse caso.

8 – Evite ambiguidade ao escrever e cuidado ao escrever certas palavras que você acha que significa uma coisa mas na verdade é completamente outra. Qualquer dúvida recorra ao dicionário.

9 – Esqueças as redes sociais durante esse tempo, mesmo sabendo que é difícil ainda mais se você for do tipo que está todo dia conferindo as novidades. Faça um esforço porque com certeza valerá a pena e a emoção será indiscutível no momento quando for receber sua nota do TCC.

10 – Ficar noites em claro será preciso se queres ter excelente trabalho de conclusão de curso.

11 – Ao terminar de escrever o TCC leia, releia, releia, releia e peça para outras pessoas lerem também. As vezes por você está vendo todos os dias e mais o cansaço acompanhado, os erros que por ventura tiverem podem passar despercebidos por você.

Seguindo essas orientações, com certeza sua meta será alcançada e seu TCC terá um destaque diferente dos demais.

Link:

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Dicas para facilitar seu Trabalho de Conclusão de Curso

Postado por: Carolina Pignatari 

Olá estudantes!

Como está chegando o fim do ano e muita gente ainda está correndo atrás de seusTCCs, o Canal do Ensino traz mais algumas dicas para ajudar quem está na correria aí para o fatídico trabalho de conclusão de curso.

Vamos as dicas:

1. Antes de tudo, escolha um TEMA que você goste e tem curiosidade, caso contrário, ficará mais difícil acompanhar o ritmo das atividades ao longo do semestre. Caso você ainda não tenha um tema em mente, comece a observar os conteúdos que mais lhe atraem dentre as disciplinas do curso, ou áreas da profissão que você pensa em trabalhar ou se especializar. Lembre-se: o trabalho será assinado por você, levará o seu nome! Portanto escolha algo que realmente você irá defender, e claro, com argumentos concretos e imparciais.

2. Escolhido o tema, delimite o universo da PESQUISA, quanto mais específico melhor. Escolha um objeto de estudo, que basicamente pode ser um autor, um livro, um site, uma empresa, uma teoria, um exemplo específico, case de mercado, uma instituição, pessoa, etc; Lembre-se: tudo vai depender do foco que você quer dar à sua pesquisa.

3. Antes de pesquisar e estudar o seu tema, estude METODOLOGIA DE PESQUISA. Leia sobre o assunto e converse com o seu professor orientador. Não fique com dúvidas. Ler outros TCCs também ajuda muito nesta etapa. Procure trabalhos na biblioteca da sua Universidade.

4. Se a sua intenção é escrever um PROJETO EXPERIMENTAL, propondo novas ideias para um determinado campo, fique atento para a importância de fundamentar o projeto teoricamente. O TCC não pode ser construído apenas com ideias soltas baseadas no senso comum, tudo deve estar bem explicado, argumentado com bases teóricas. Prepare-se, não tenha preguiça e pesquise bastante.

5. Crie uma AGENDA de estudos especial para o TCC. Leve em consideração seu dia-a-dia, suas outras disciplinas no curso, seu trabalho externo e também o seu tempo para o lazer, afinal, não dá só pra viver de pesquisa, né? O ideal é separar um horário diário para o TCC. Importante: vá marcando as etapas vencidas, isso ajuda a acompanhar o cronograma.

6. Você definiu seu tema e não sabe por onde começar? A solução é LEITURA, leitura e mais leitura. Sim, uma das atividades mais importantes para quem está iniciando um TCC é ler, conhecer o que tem se falado sobre o assunto, estudar com profundidade a temática. Pesquise autores da área, livros, revistas, documentos, internet, blogs, redes sociais. Catalogue tudo que você encontrar que seja relevante para o trabalho.

7. Antes de começar a escrever pra valer o TCC, é de extrema importância preparar o ANTEPROJETO DE PESQUISA, será o seu primeiro contato científico com a temática que deseja pesquisar. É durante a produção do anteprojeto que deve ser testado brevemente se a pesquisa terá condições de ser realizada. Assim, evita-se erros durante o processo de desenvolvimento do TCC em si. Pode ajudar escrever o anteprojeto com as seguintes etapas: Apresentação (Introdução); Objetivos (Geral e Específicos); Justificativa; Metodologia; Cronograma; e Referências;

8. Com o seu PROFESSOR ORIENTADOR, determine datas e horários para orientações, além de prazos para entrega de textos. Uma certa pressão pode ajudar bastante durante o processo de produção de conteúdo, principalmente levando-se em consideração o prazo muito curto para entrega da atividade. E não esqueça que sempre é necessário entregar o TCC pronto e com antecedência para os professores que participarão da banca de avaliação..

9. Uma das dúvidas mais comuns dos que vão produzir um TCC pela primeira vez é: o trabalho deve ter quantas páginas? Procure checar na coordenação do seu curso se há números limites estabelecidos. Quando o TCC é no formato de artigo científico, recomenda-se até 30 páginas. Números acima disso são recomendados para Monografias, que costumam ter entre 40 e 100 páginas. Relatórios de projetos experimentais podem ser mais curtos, entre 25 e 40 páginas. Entretanto fique tranquilo quanto a isso, afinal quando a pesquisa é bem feita e escrita com atenção, a preocupação com o número de páginas deixa rapidamente de existir.

10. Por último e não menos importante: aproveite este período para aprender e crescer profissionalmente. Além de ser obrigatório para a conclusão do curso, é através do TCC que o estudante tem a possibilidade de demonstrar que está preparado para concluir adequadamente esta etapa inicial da formação profissional. Portanto, aproveite a fase, transforme o seu TCC num trabalho realmente com a sua cara, algo que você possa até aproveitar e incluir no seu portifólio.

Se você se preparar, pesquisar, ler, escrever o que sabe e principalmente se sentir confiante, seguindo essas dicas, o seu TCC está garantido.

Boa sorte!

Link:

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O que é um PAPER? Saiba exatamente o que é um ARTIGO CIENTÍFICO - (http://falaquimica.com/)

O ARTIGO CIENTÍFICO: saiba O QUE É e quais OS PASSOS necessários para sua PUBLICAÇÃO.

Logo no início da graduação, os estudantes de Química se deparam com a vasta literatura científica. Já nas primeiras disciplinas recebem, de seus professores, REFERÊNCIAS a ARTIGOS CIENTÍFICOS.
É bastante difícil conseguir publicar um paper

Hoje o seu Canal FalaQuímica vai responder as seguintes perguntas:
Papers na ASC Nano

a) O que é um artigo científico?

b) Qual é a diferença deste para um texto normal?

c) Como reconhecer um artigo científico?

d) Quais são os passos necessários para a publicação de um artigo científico?

Bem, primeiramente vamos definir do que estamos falando:

O QUE É UM ARTIGO CIENTÍFICO

Um artigo científico é um documento que contém a descrição de descobertas inéditas na ciência onde está inserido. Contém a descrição do método, apresentação e discussão dos resultados e as conclusões dos autores, baseados nas evidências e epistemas sugeridos.

Um artigo científico, ao contrário de qualquer texto que você encontra na internet (tal como este) ou em livros, é necessariamenteproduto de uma criteriosa avaliação cética por vários membros acadêmicos, cientistas; desta maneira, pode-se aceitar um artigo como verdade científica. Já um texto normal não necessariamente contém a verdade, pois não passa por avaliação cética.
Um exemplo de Paper

A forma mais simples de reconhecer um texto como sendo um artigo científico é o DOI: Digital Object Identifier, um número que deve aparecer logo no início do artigo. Mas atenção: embora TODOS os artigos científicos tenham DOI, nem todos os documentos com DOI são necessariamente artigos científicos. É necessário também verificar a revista ou jornal onde o documento foi publicado. Esta, precisa ser INDEXADA. No caso de artigos de Química, a revista deve ser indexada a pelo menos uma das grandes BASES DE DADOS CIENTÍFICAS mundiais, tal como a ISI, Scopus, Scielo, entre outras.
Outro exemplo de Paper – veja o DOI em destaque

O jornal ou revista deve submeter os artigos à revisão por consultores científicos especializados no tema. Só assim podemos chamar aquele artigo de científico.

Quais são os PASSOS NECESSÁRIOS para REDAÇÃO de um Artigo Científico

Tendo sido estabelecido um projeto de pesquisa inédito, a primeira coisa a fazer é muito trabalho árduo no laboratório: o químico precisa fazer experimentos, acumular dados experimentais, formular hipóteses, testar as hipóteses no laboratório e complementar o trabalho com mais ensaios no lab.

Findo a parte experimental, o químico precisa fazer um levante da literatura científica atual para descobrir o impacto e o ponto de inserção de seu trabalho no contexto científico mundial. É necessário se estabelecer a relevância de sua descoberta no cenário acadêmico. Quanto mais relevante, melhor o jornal para onde o artigo a ser redigido será submetido.

Exemplos de Jornais Científicos

REDAÇÃO

A redação do artigo segue, na maioria das vezes, 4 etapas: uma introdução, que indica, através de uma revisão da litereatura, artigos semelhantes concordantes ou discordantes e justifica o trabalho apresentado. Em seguida, há a descrição da metodologia experimental, onde todos os experimentos e equipamentos utilizados devem ser bem explicados, para que o trabalho possa ser reproduzido em qualquer lugar do planeta. A terceira etapa é a apresentação dos resultados, sob a forma de figuras e tabelas. Estes resultados são também discutidos, espaço onde o autor defende suas hipóteses baseados nas evidências experimentais que obteve. Finalmente, o autor compila as principais conclusões de seu trabalho.

Todas as referências a artigos científicos existentes usados na sua redação devem estar explícitas no final do seu documento.

2. SUBMISSÃO

Uma vez redigido, o manuscrito deve ser submetido a um JORNAL científico. Normalmente, escolhemos o jornal baseado no tema do trabalho e, sobretudo, no FATOR DE IMPACTO do periódico; isto é um número gerado baseado na quantidade de vezes que os trabalhos publicados neste jornal serão citados por outros artigos na literatura científica.

3. AVALIAÇÃO CIENTÍFICA

Quando o manuscrito é submetido, o Editor do Jornal pode o recusar prontamente. Caso aceite, ele irá submeter o manuscrito aos REFEREES (revisores): grupo de cientistas de alta competência que irão ler e revisar o trabalho submetido. Cara refereee iráavaliar o texto, os resultados, a discussão e as conclusões. Eles também irão procurar na literatura outros trabalhos semelhantes, para evitar plágio e também para comparar resultados conflitantes.

Cada referee tem o poder de aceitar ou recusar o artigo; também podem (o que normalmente ocorre) recomendar alterações, correções, inclusões de dados suplementares e mais fomento à discussão dos dados apresentados. Os referees também vãoapresentar questões para ser respondidas pelo autor.

O manuscrito então volta ao autor, para que faça as correções/inclusões necessárias. Então este volta novamente par aos Referees para que confiram se as correções ou inclusões foram devidamente e se as respostas são satisfatórias.

4. PRELO

Finalmente, se aceite, o artigo entrará “no Prelo”, isto é, na fila para publicação. Hoje em dia, o artigo já está disponível para leitura mesmo nesta etapa, de maneira exclusivamente on line. Fique ligado nos Artigos ASAP: o falaQuimica tem publicado vários destes artigos no Twitter.

Portanto, seja sempre cético com qualquer texto que não for um artigo científico. Revistas populares de adolescentes, comoSuper Interessante, Galileu, Mundo Estranho, sempre fazem muita confusão e cometem muitos erros: nuca acredite nelas. São apenas mercenários: querem vender publicidade através de uma máscara de ciência – mas vivem metendo os pés pelas mãos. Lembre-se de que estas revistas não são científicas – são produtos de empresas como rede Globo ou Abril.

Para conhecer alguns artigos científicos de verdade, fique ligado no Canal Fala Quimica ou acesse:





Veja os papers mais quentes da semana sempre em:



Canal Fala Química

Link:

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Má conduta científica é um problema global, afirma pesquisador


Plágio, falsificação e fabricação de dados em artigos deixaram de ser exclusivos de potências científicas e exigem resposta coordenada dos países que fazem ciência, segundo Nicholas Steneck, da Michigan University (foto: Leandro Negro/Ag. FAPESP)

20/08/2014

Por Elton Alisson

Agência FAPESP – Plágio, falsificação e fabricação de resultados científicos deixaram de ser problemas exclusivos de potências em produção científica, como os Estados Unidos, Japão, China ou o Reino Unido.

A avaliação foi feita por Nicholas Steneck, diretor do programa de Ética e Integridade na Pesquisa da University of Michigan, nos Estados Unidos, em palestra no 3º BRISPEBrazilian Meeting on Research Integrity, Science and Publication Ethics, realizado nos dias 14 e 15 de agosto, na sede da FAPESP.

Segundo Steneck, por ter atingido escala global, é preciso que universidades, instituições de pesquisa e agências de fomento em todo o mundo realizem ações coordenadas para lidar com essas questões, a fim de não colocar em risco a integridade da ciência como um todo.

“Inicialmente, a má conduta científica era um problema limitado a poucos países, como os Estados Unidos. Mas agora, nações emergentes em ciência, como o Brasil, ‘juntaram-se ao clube’ em razão do aumento da visibilidade de suas pesquisas, e têm sido impactadas de forma negativa por esse problema”, disse Steneck, um dos maiores especialistas mundiais em integridade na pesquisa.

Nos últimos anos, segundo Steneck, passou a ser observado um aumento global do número de casos relatados de má conduta científica. Um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS) sobre as causas de retratação de 2.047 artigos científicos, indexados no repositório PubMed e produzidos por pesquisadores de 56 países, revelou que apenas 21,3% das retratações foram atribuídas a erro.

Por outro lado, 67,4% das retratações foram atribuídas à má conduta científica, segundo o estudo. Dessas, 43,4% ocorreram por fraude ou suspeita de fraude, 14,2% por publicação duplicada e 9,8% por plágio. Estados Unidos, Japão, China e Alemanha responderam por três quartos das retratações.

Os autores do estudo estimam que a porcentagem de artigos que tiveram de sofrer retratação por causa de fraude aumentou cerca de 10% desde 1975, quando os primeiros casos de má conduta científica começaram a vir a público.

Outro estudo, publicado na PLoS Medicine, utilizou dados da base Medline, a respeito de artigos publicados até junho de 2012 que abordaram o tema da má conduta científica, para tentar verificar o problema em países de economias em desenvolvimento.

Segundo os autores, apesar dos poucos dados disponíveis, o resultado da análise indica que o problema é tão comum nos países emergentes como nos mais ricos e com maior tradição científica.

“Vemos que há mais casos de má conduta científica hoje do que há 10 anos, mas não sabemos se o número de casos está aumentando ou se estão sendo mais descobertos e revelados”, disse Steneck à Agência FAPESP. “O fato é que as pessoas estão prestando mais atenção ao problema da má conduta científica e cada vez mais novos casos têm sido relatados.”

Já um outro estudo, divulgado em abril no Journal of the Medical Library Associaton, identificou 20 países com os maiores números e percentuais de artigos da área de Ciências Biomédicas retratados por problemas de plágio e duplicação de dados, publicados entre 2008 e 2012 e indexados no PubMed.

O estudo apontou que a Itália, a Turquia, o Irã e a Tunísia possuem o maior percentual de artigos retratados por problema de plágio, enquanto a Finlândia, China e novamente a Tunísia apresentam a maior taxa de artigos retratados em razão da duplicação de publicação. O Brasil ocupa a 17ª colocação no ranking geral, logo atrás da Espanha e à frente da Finlândia, Tunísia e Suíça.

‘Ponta do iceberg’

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Vídeo aulas sobre elaboração de dissertação e de tese

Dica do


DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Instrutor: professor Alexandre Barros (Cientista Político)

Material adicional gratuito para download:

Vídeo aulas grátis de monografia (graduação ou especialização)

Dica do

Instrutor: professor Fábio Maiomone (Universidade Católica de Santos)


Material adicional gratuito para download:

Vídeo aula grátis ensina a fazer TCC

Dica do


Atentos a uma das principais dificuldades que alunos de graduação e pesquisadores de pós-graduação têm no decorrer dos cursos: a elaboração do trabalho de pesquisa de conclusão, professores de algumas instituições como a FGV (Fundação Getulio Vargas), Unifesp (Universidade Federal de São Paulo ) e UniSantos (Universidade Federal de São Paulo) resolveram disponibilizar uma série de videoaulas abertas sobre o assunto na internet.

Ofertadas gratuitamente, as aulas ajudam os acadêmicos na elaboração de trabalhos de conclusão de curso (TCC), monografias, dissertações e até teses de doutorado. Nos vídeos sobre a confecção de monografias, por exemplo, o professor Fábio Maiomone, da UniSantos, oferece todo o conteúdo quase em um formato de curso modular. Ele explica, passo a passo, cada uma das partes que compõem uma monografia (título, justificativa, objetivos, referências etc). Todas as videoaulas foram produzidas pelos próprios professores e foram disponibilizadas no YouTube.

Para facilitar a vida do formando e do pós-graduando, o Porvir resolveu mapear além das videoaulas, uma série de materiais adicionais gratuitos que podem ser consultados e até baixados. Confira a listagem completa a seguir:

TCC (Trabalho de conclusão de curso de graduação)

Instrutor: professor José Carlos Abreu (Fundação Getúlio Vargas)

Material adicional gratuito para consulta:

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Ferramenta grátis para formatar TCC e trabalhos acadêmicos

Dica do
Uma das maiores dificuldades de fazer um TCC e trabalhos acadêmicos é a hora em que vamos formatar. Sempre fica faltando algo como página que não foi enumerada, referência escrita de forma errada, espaçamentos e fontes que não ficaram uniformes.

Embora não seja uma situação geral, para muitos estudantes mais aterrorizante do quemontar uma monografia ou trabalho de conclusão de curso é deixá-lo de acordo com as regras e padrões da ABNT.

Monografando é um aplicativo criado para facilitar a vida de quem está fazendo o seu trabalho de conclusão de curso ou a sua monografia. Basicamente, o programa divide o projeto e aplica as normas da ABNT em todas as páginas do seu trabalho. Um dos grandes destaques vai para a interface, que é bem intuitiva e organizada em abas para facilitar os preenchimentos.

Disponível para download gratuito, o software apresenta interface simples, no estilo formulário, na qual basta preencher os campos requeridos, como nome dos integrantes do grupo, do orientador, capítulos e palavras-chave. Depois basta completá-lo com a dissertação.

Veja abaixo como funciona o Monografando:

http://youtu.be/EdLsb6LxXvc

Link:

terça-feira, 10 de junho de 2014

Site tira dúvidas sobre redação científica

10/06/2014

Por Elton Alisson

Agência FAPESP – O professor Gilson Volpato, do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu, lançou um site para tirar dúvidas relacionadas à redação científica de estudantes, professores de graduação e pós-graduação e pesquisadores. O serviço é gratuito.

Batizado de Clube SOS Ciência, o site foi lançado experimentalmente em setembro de 2013 e já reúne 1.352 associados.

“O objetivo do site é ajudar a sanar dúvidas sobre redação científica de estudantes de graduação e pós-graduação para as quais eles não encontraram resposta satisfatória ou não têm para quem perguntar diretamente”, disse Volpato à Agência FAPESP.

Para enviar perguntas, os interessados devem preencher um cadastro indicando sua área, estágio de desenvolvimento na atividade científica (iniciação científica, mestrado, doutorado ou pós-doutorado), tipo de instituição a que está vinculado (pública ou privada) e em qual cidade e estado reside.

As perguntas são publicadas no site, mantendo o anonimato de quem as enviou. As respostas e os comentários também são publicados.

“A ideia é criar um banco de perguntas e respostas para ser disponibilizado a todos os usuários do site”, afirmou Volpato. “Até agora já recebi 281 perguntas, que são respondidas de forma mais aprofundada e fundamentada possível.”

Cursos on-line

Segundo Volpato, além de enviar perguntas, os usuários cadastrados no site também podem assistir a palestras, ministradas regularmente pelo pesquisador em diferentes regiões do país, e participar de cursos on-line sobre redação científica.

Atualmente, as palestras são gravadas e exibidas no site seguindo uma programação fixa de dias e horários durante a semana e, eventualmente, são reprisadas.

A meta do pesquisador é exibir uma palestra por dia, com temas diferentes, que podem ser sugeridos pelos próprios usuários do site.

“No momento, estamos gravando e exibindo duas palestras por semana, durante um dia inteiro. Mas, nos próximos meses, já devemos gravar e exibir uma palestra diferente por dia”, disse Volpato.

Além dos vídeos, os usuários também têm acesso aos slides das palestras proferidas pelo pesquisador no site em arquivo PDF e podem receber indicações de links de notícias e de textos relacionados à produção de ciência e redação científica indicados por ele e por outros usuários.

“Há uma carência muito grande de professores de redação científica no Brasil e o intuito do site é ajudar a preencher essa lacuna e auxiliar as pessoas a fazer e a publicar ciência de bom nível”, afirmou Volpato.

O pesquisador é autor do Dicionário crítico para redação científica e dos livros Método lógico para a redação científica, Bases teóricas da redação científica, Publicação científica,Administração da vida científica, Pérolas da redação científica, Dicas para redação científica,Ciência: da filosofia à publicação e Estatística sem dor!.

Volpato também divulga seu trabalho no site www.gilsonvolpato.com.br, que oferece artigos, dicas e reflexões sobre redação científica, educação e ética na ciência. O site dá acesso a aulas on-line do curso “Bases teóricas para redação científica”, apresentado por ele na Unesp. 
Criado por Gilson Volpato, professor da Unesp, Clube SOS Ciência também exibe vídeos e promove cursos on-line sobre o tema

Link:

domingo, 24 de novembro de 2013

Argentina aprova lei de acesso aberto à informação científica

11-19-2013 by: Débora Sebriam
O Senado Argentino aprovou por unanimidade uma norma que obriga as instituições científicas que recebem financiamento público a facilitar o acesso aberto às pesquisas científicas com a criação de repositórios institucionais de acesso aberto.

Deverão ser disponibilizados trabalhos técnico-científicos, teses acadêmicas, artigos, entre outros, que são o resultado das atividades de pesquisas financiadas com dinheiro público, através de seus pesquisadores, tecnólogos, professores, doutores, mestres e estudantes. A lei também prevê a publicação obrigatória dos dados preliminares da pesquisa após cinco anos de seu início que poderão ser usados ​​por outros pesquisadores.

De acordo com o Secretário de Articulação Técnico-Científica do Ministério, Alejandro Ceccatto, “a sanção da lei é uma resposta à posição de monopólio das grandes editoras internacionais que concentram a publicação de pesquisas científicas” e acrescentou que “o objetivo é que a produção científica financiada pela sociedade seja acessível”. Para ele, é inaceitável que o governo financie a pesquisa nacional e depois a sociedade não possa acessar esse conhecimento.

A lei garante o modelo de acesso aberto à produção científica e tecnológica e permite que os usuários possam de forma gratuita, ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, buscar os links de textos completos dos artigos científicos e usá-los com propósitos legítimos de investigação científica, na educação ou na gestão de políticas públicas, sem barreiras econômicas, legais ou técnicas.

Rede de Repositórios Institucionais

Autoridades científicas concordaram com a criação de “LaReferencia”, um projeto para desenvolver uma rede de repositórios institucionais de publicações científicas. Ele é projetado para armazenar, compartilhar e dar visibilidade à produção científica da América Latina.

O projeto prevê a criação e funcionamento de repositórios de publicações científicas interoperáveis ​entre Argentina, Brasil, Colômbia, México, Chile, Equador, Peru, Venezuela e El Salvador. Os membros se comprometem a:

  • que os pesquisadores e beneficiários de fundos públicos publiquem os resultados da investigação de acordo com os princípios de acesso público
  • desenvolver ferramentas e mecanismos para avaliar as contribuições no campo do acesso aberto
  • criar instrumentos para medir a produção científica dos repositórios na região

Desta forma, apoiarão e facilitarão o acesso equitativo à produção científica da América Latina como um bem público regional, apoiando a sua circulação através da internet. Estimativas do Banco Interamericano de Desenvolvimento, instituição que financia o projeto, as estratégias regionais para o acesso aberto poderia beneficiar mais de 700 mil professores, 70 mil pesquisadores e 15 milhões estudantes da América Latina.

Link:

sábado, 31 de agosto de 2013

Software Antiplágio - ACNP Software - Plagiarism detection software

Compara múltiplos documentos rapidamente, procurando por trechos de textos que foram copiados e colados. Os fragmentos suspeitos são relatados em um formato de fácil compreensão, contendo os trechos suspeitos, número de linha e coluna onde se encontram em seus respectivos documentos e o número de caracteres contidos em cada um.
 

Portal da Escrita Científica - USP São Carlos




http://www.escritacientifica.sc.usp.br/

Dicas para pesquisas e redação científica no blog Ciência Prática

O blog “Ciência Prática” foi criado em 2011 para disseminar dicas úteis sobre a prática da ciência. Dois anos depois, o “Ciência Prática” já recebeu mais de 200,000 visitas, conta com mais de 60 artigos e 200 comentários e recebe mais de 20,000 visitas mensais. 

O objetivo é contribuir para que estudantes de graduação, pós-graduação, ou pós-doutorado possam vencer mais facilmente os obstáculos da carreira e se estabelecer como pesquisadores de sucesso. Achamos também que o “Ciência Prática” pode ser útil para todos que desejam ir além em todos os aspectos da prática científica, servindo de fórum inclusive para professores. 

Esperamos que o “Ciência Prática” possa servir como um guia prático, capturando e tornando acessível a experiência dos professores, pesquisadores e leitores que escrevem e comentam. 

O “Ciência Prática” contém opiniões e conselhos que damos aos nossos estudantes e colegas e que achamos que podem ser úteis para um público mais geral.

Postagens & Páginas mais populares do blog


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Videoaulas gratuitas ensinam a fazer de TCC a tese


Dissertações e teses. Foto:Marcos Santos/USP imagens

Disponibilizadas na internet por professores da FGV e Unifesp, aulas ajudam a elaborar monografias e também dissertações (Portal Porvir)

Por Davi Lira, no Portal Porvir

Atentos a uma das principais dificuldades que alunos de graduação e pesquisadores de pós-graduação têm no decorrer dos cursos: a elaboração do trabalho de pesquisa de conclusão, professores de algumas instituições como a Fundação Getulio Vargas (FGV), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Universidade Católica de Santos (UniSantos) resolveram disponibilizar uma série de videoaulas abertas sobre o assunto na internet.

Ofertadas gratuitamente, as aulas ajudam os acadêmicos na elaboração de trabalhos de conclusão de curso (TCC), monografias, dissertações e até teses de doutorado. Nos vídeos sobre a confecção de monografias, por exemplo, o professor Fábio Maiomone, da UniSantos, oferece todo o conteúdo quase em um formato de curso modular. Ele explica, passo a passo, cada uma das partes que compõem uma monografia (título, justificativa, objetivos, referências etc). Todas as videoaulas foram produzidas pelos próprios professores e foram disponibilizadas no YouTube.

“Por definição, os trabalhos de conclusão de curso são sempre a coisa mais difícil que o aluno precisa fazer. É o momento que ele tem que sair da zona de conforto e tentar criar algum tipo de originalidade acadêmica. O domínio da formatação do trabalho é fundamental”, fala o especialista em educação Claudio de Moura Castro, ex-diretor geral da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), um agência federal de fomento responsável pela avaliação da produção científica dos programas de pós-graduação no país.

Autor do livro A prática da pesquisa - obra que fala sobre a concepção de trabalhos acadêmicos -, Castro ainda destaca a seriedade que o estudante deve ter no momento de elaboração da sua pesquisa. “O aluno deve sempre primar pela qualidade do trabalho acadêmico. E o orientador não deve amenizar a cobrança. Ele deve sempre exigir do estudante uma qualidade metodológica, de conteúdo e, claro, de formatação. Infelizmente, em algumas universidades, principalmente na graduação, isso não ocorre”, diz o especialista.

O Porvir mapeou além das videoaulas, uma série de materiais adicionais gratuitos que podem ser consultados e até baixados pelos interessados. Confira a listagem completa a seguir:

TCC (Trabalho de conclusão de curso de graduação)

Instrutor: professor José Carlos Abreu (Fundação Getúlio Vargas)

Acesse aqui

Material adicional gratuito para consulta:




MONOGRAFIA (de Graduação ou de Especialização)

Instrutor: professor Fábio Maiomone (Universidade Católica de Santos)

Acesse aqui

Material adicional gratuito para download:




DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Instrutor: professor Alexandre Barros (Cientista Político)

Acesse aqui

Material adicional gratuito para download:




TESE DE DOUTORADO

Instrutor: professor João Luiz Azevedo (Unifesp)

Acesse aqui

Material adicional gratuito para download:




EcoDebate, 21/08/2013