Mostrando postagens com marcador Vegetarianismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vegetarianismo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Bobó vegetariano

Ingredientes

1 prato cheio de mandioca cozida e amassada
20 azeitonas pretas inteiras sem caroço
1 xícara de chá de leite integral
1 prato de tomate picado
1 pimentão picado
1/2 prato de coentro picado
1/2 prato de salsa picada
1 colher de sobremesa de urucum
1 vidro de leite de côco
1/3 de xícara de chá de shoyu
1 colher de sopa de azeite de dendê
1/4 de xícara de azeite de oliva

Como fazer

Esquentar uma panela de barro e colocar nela os azeites. Fritar o coentro, meio prato de tomate, a salsa, o sal e o urucum. Acrescentar a mandioca, meio vidro de leite de côco, a azeitona e o shoyu. Cozinhar em fogo baixo por 10min. Colocar o restante dos tomates, do leite de côco e o leite integral.

Obs.: a panela de barro é essencial para o sabor do prato.

Dica: Fica ótimo acrescentando cogumelos e palmito.
Link:

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

“Açougue vegetariano” é atração na Holanda (http://ecoredesocial.com.br/)

Publicado em 31/07/2014
Não há sangue no açougue administrado pelo chef Maarten Kleizen na cidade de Haia, na Holanda. Cercado por dezenas de afiados facões, ele passa o dia com o uniforme de trabalho quase totalmente imaculado: as manchas vermelhas que aparecem aqui e ali não são de um pedaço cortado de alcatra, mas de beterraba.

No sentido estrito da palavra, o açougue de Kleizen nem poderia ser chamado de açougue, visto que, no local, carne é um elemento inexistente. “Nosso nome [De Vegetarische Slager, em holandês, ou Açougue Vegetariano] é algo apenas para chocar”, diz ele.

A loja gerenciada por Kleizen é a matriz de uma rede de “açougues vegetarianos” que hoje vende seus produtos em toda a Holanda e boa parte da Europa. Ela foi criada em 2010 pelo fazendeiro holandês Jaap Korteweg, que queria dar aos carnívoros opções saudáveis de alimentação, mas sem abrir mão do sabor proporcionado por um belo filé ou por um prato à base de frango ou peixe.

Para isso, Korteweg desenvolveu uma verdadeira (e secreta) alquimia culinária, usando soja e tremoço para criar receitas que reproduzem, à perfeição, carnes vermelhas, brancas, tirinhas de bacon e até crustáceos.

No “açougue” de Haia, a maioria dos itens é vendida refrigerada – mas tudo fresco, cortado e temperado no mesmo dia: no local, há hambúrgueres de soja (mas que têm gosto de hambúrguer), potes de molho barbacue e receitas como “frango ao molho curry”, “ceviche”, “nuggets”, “camarão marinado” e “frango xadrez” – olhando de perto, e mesmo provando os pratos, um desavisado jamais diria que, ali, o tremoço faz o papel da carne.

Erra quem pensa que o principal comprador do Açougue Vegetariano é o público vegetariano. “A maioria dos clientes que entra aqui é carnívora, mas são pessoas que querem diminuir seu consumo de carne”, explica Kleizen.

Um desses clientes é o estudante holandês de arquitetura Nick Krouwel, 25 anos, morador da cidade de Roterdã: “consumo carne em eventos especiais, como festas e churrascos. Mas, durante a semana, tento seguir uma dieta vegetariana. Me sinto mais saudável e acho que o consumo elevado de carne prejudica o meio ambiente”, conta ele.

Maarten Kleizen calcula que cerca de 70 pessoas entrem no Açougue Vegetariano de Haia em seus dias de funcionamento, onde é também possível adquirir pratos quentes (feitos na hora) e produtos como azeites, geleias orgânicas e patês veganos. Com duas filiais em Amsterdã, o negócio tem seus produtos vendidos em mais de 1.000 mercados da Europa.

Os preços, por sua vez, estão longe de serem abusivos: um prato de “frango” ao molho curry, por exemplo, custa 6,50 euros (cerca de R$ 20).

Se depender de Korteweg o fim da carne está próximo. Em seu site, ele afirma querer transformar seu negócio “no maior açougue do mundo – e num curto prazo”.

Ainda não há previsão de vendas para o Brasil.
ENDEREÇO

Rua Spui 167A – Centro – Haia (Holanda)

Aberto das 11h às 18h às terças, quartas e sextas; das 11h às 21h às quintas; e das 11h às 17h aos sábados.

Mais informações: www.vegetarianbutcher.com

Fonte: Comidas e Bebidas UOL / Fotos do site Vegetarian Butcher

Link:

terça-feira, 22 de julho de 2014

Consumo de carne bovina é 10 vezes mais custoso para o meio ambiente, diz estudo

O gado bovino demanda 28 vezes mais terra e 11 vezes mais irrigação que os suínos e as aves, e uma dieta com sua carne é dez vezes mais custosa para o meio ambiente, segundo um estudo [Land, irrigation water, greenhouse gas, and reactive nitrogen burdens of meat, eggs, and dairy production in the United States] publicado nesta segunda-feira pela revista “Proceedings” da National Academy of Sciences. Matéria da EFE, no Yahoo Notícias, com informações adicionais do EcoDebate.

O estudo foi conduzido por Ron Milo do Instituto Weizmann de Ciência, em Rehovot (Israel), com a colaboração de pesquisadores do Centro Canadense de Pesquisa de Energias Alternativas, do Conselho Europeu de Pesquisa, e Charles Rotschild e Selmo Nissenbaum, do Brasil.

A equipe observou as cinco fontes principais de proteínas na dieta dos americanos: produtos lácteos, carne bovina, carne de aves, carne de suínos e ovos. O propósito era calcular os custos ambientais por unidade nutritiva, isto é uma caloria ou grama de proteína.

A composição do índice encontrou dificuldades dada à complexidade e variações na produção dos alimentos derivados de animais.

Por exemplo, o gado pastoreado na metade ocidental dos Estados Unidos emprega enormes superfícies de terra, mas muita menos água de irrigação que em outras regiões, enquanto o gado em currais e alimentado com ração consome, principalmente, milho, que requer menos terra, mas muito mais água e adubos nitrogenados.

A informação que os pesquisadores usaram como base para seu estudo proveio, majoritariamente, dos bancos de dados do Departamento de Agricultura.

Os insumos agropecuários levados em consideração incluíram o uso da terra, da água de irrigação, das emissões dos gases que contribuem ao aquecimento atmosférico, e do uso de adubos nitrogenados.

Os cálculos mostraram que o alimento humano de origem animal com o custo ambiental mais elevado é a carne bovina: dez vezes mais alto que todos os outros produtos alimentícios de origem animal, inclusive carne suína e de aves.

“O gado requer, na média, 28 vezes mais terra e 11 vezes mais água de irrigação, emite cinco vezes mais gases e consome seis vezes mais nitrogênio que a produção de ovos ou carne de aves”, indica o estudo.

Por seu lado, a produção de carne suína ou de aves, os ovos e os lácteos mostraram custos ambientais similares.

Os autores se mostraram surpreendidos pelo custo ambiental da produção de lácteos, considerada em geral menos onerosa para o ambiente.

Se for levado em conta o preço de irrigação e os adubos que se aplicam na produção da ração que alimenta o gado bovino para ordenha assim como a ineficiência relativa das vacas comparadas com outros bovinos, o custo ambiental dos lácteos sobe substancialmente. EFE

Land, irrigation water, greenhouse gas, and reactive nitrogen burdens of meat, eggs, and dairy production in the United States
Gidon Eshel, doi: 10.1073/pnas.1402183111

EcoDebate, 22/07/2014

Link:

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Dietas vegetarianas associadas com menor pressão arterial...

Adotar uma dieta vegetariana diminui a pressão arterial, o que pode se tornar uma nova arma contra a hipertensão.

Fatores como dieta, peso, atividade física e ingestão de álcool desempenham um papel importante no risco de desenvolver hipertensão.

Felizmente, parece cada vez mais claro que basta uma mudança na dieta para combater o problema.

Yoko Yokoyama, do Centro Nacional Cerebral e Cardiovascular de Osaka (Japão) analisou ensaios clínicos e estudos publicados de 1900 a 2013 sobre a hipertensão, nos quais os participantes adotavam dietas vegetarianas.

Nos ensaios clínicos, adotar uma dieta vegetariana mostrou-se associado com uma redução na média sistólica (pico de pressão arterial) e diastólica (pressão arterial mínima) em comparação com uma dieta onívora (vegetal e animal).

Nos estudos, comer uma dieta vegetariana teve os mesmos resultados, com uma menor média sistólica e diastólica, em comparação com dietas onívoras.

Uma elevada pressão arterial é um dos principais fatores de risco de doenças cardíacas, e outros estudos já haviam mostrado que os vegetarianos têm 32% menos risco de sofrer do coração.

Com um efeito tão consistente, o Dr. Yokoyama afirma que a adoção de uma dieta vegetariana, ainda que temporariamente, pode ser uma medida não-medicamentosa e sem efeitos colaterais para enfrentar o problema da hipertensão.

"Mais estudos são necessários para esclarecer quais tipos de dietas vegetarianas são mais fortemente associadas com a pressão arterial mais baixa. Pesquisas sobre a implementação de tais dietas, seja como iniciativas de saúde pública com o objetivo de prevenção da hipertensão ou em ambientes clínicos, também seriam de grande potencial," recomendou ele.

Fonte: Diário da Saúde
Link: