quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Potencial da camomila como alternativa complementar no manejo do estresse em cães

• Ana Julia Perrenoud - Medicina Veterinária - Universidade de Taubaté

• Mariana Silva Modesto de Almeida - Medicina Veterinária - Universidade de Taubaté

• Nicole da Silva de Oliveira - Medicina Veterinária - Universidade de Taubaté

• Stephani Christine Ferreira Espindola - Medicina Veterinária - Universidade de Taubaté

• Vitoria Mayara Costa dos Santos Pereira - Medicina Veterinária - Universidade de Taubaté


ORIENTADOR / DOCENTE:
Marcos Roberto Furlan - Departamento de Ciências Agrárias - Universidade de Taubaté

RESUMO

O estresse e a ansiedade são alterações comportamentais frequentes em cães, podendo comprometer significativamente seu bem-estar e qualidade de vida. Este trabalho teve como objetivo geral avaliar o potencial do uso da Matricaria chamomilla L. (camomila) como alternativa complementar no manejo do estresse em cães. Especificamente, buscou-se descrever seus principais compostos bioativos e possíveis mecanismos de ação, bem como analisar as evidências científicas disponíveis sobre seus efeitos ansiolíticos e sua aplicabilidade na medicina veterinária. A revisão bibliográfica foi realizada mediante consulta a artigos científicos e bases de dados consolidadas, considerando estudos relacionados à fitoterapia, ansiedade, manejo do estresse e comportamento animal.

1. INTRODUÇÃO

O estresse constitui uma resposta fisiológica e comportamental complexa diante de estímulos estressores que alteram a homeostase do organismo. Em cães, essa condição é frequentemente desencadeada por mudanças ambientais, transporte, isolamento social, procedimentos veterinários e alterações na rotina diária. O manejo adequado do estresse é fundamental para preservar a saúde física, o bem-estar e a qualidade de vida dos animais de companhia.

Nesse contexto, o emprego de plantas medicinais e abordagens fitoterápicas como alternativas ou integrativas aos tratamentos convencionais vem ganhando crescente relevância na medicina veterinária. Entre as espécies vegetais estudadas, destaca-se a Matricaria chamomilla L. (camomila), reconhecida historicamente por conter compostos bioativos com potenciais propriedades ansiolíticas, sedativas e moduladoras do sistema nervoso central. Estudos clínicos e experimentais indicam que flavonoides presentes na planta atuam na redução de sintomas de ansiedade, demonstrando promissora atividade farmacológica (AMSTERDAM et al., 2009).

Diante do exposto, o presente trabalho busca responder ao seguinte problema de pesquisa: a Matricaria chamomilla L. apresenta potencial efetivo e seguro como alternativa complementar no manejo do estresse em cães? Para responder a essa questão, realiza-se uma revisão bibliográfica aprofundada sobre os principais constituintes químicos da planta, seus mecanismos de ação e seus efeitos comportamentais e fisiológicos. Adicionalmente, analisam-se as evidências disponíveis e as limitações dos estudos específicos em caninos, contribuindo para uma avaliação criteriosa de sua aplicabilidade clínica.

2. DESENVOLVIMENTO

A camomila é uma das plantas medicinais mais difundidas mundialmente, sendo amplamente empregada na medicina humana para o alívio da insônia, ansiedade e quadros depressivos leves. No universo botânico, duas espécies principais destacam-se pelo valor terapêutico: a Anthemis nobilis L. (camomila-romana) e a Matricaria recutita L. (sinônimo de Matricaria chamomilla L., conhecida como camomila-alemã), sendo esta última a mais estudada e expressiva quanto ao perfil farmacológico (AMSTERDAM et al., 2012).

Conforme descrito por Lim (2014) e Santos et al. (2019), a espécie pode ser utilizada sob diferentes formas farmacêuticas, como infusões, óleos essenciais extraídos das inflorescências e folhas, extratos secos, cápsulas e formulações dermatológicas. A planta possui um amplo espectro de propriedades terapêuticas, incluindo ações calmante, sedativa leve, antioxidante, cicatrizante, antiespasmódica, anti-inflamatória, antidiarreica, antisséptica, antimicrobiana, além de potencial atividade anti-helmíntica e antidepressiva.

2.1 Composição Química e Mecanismos de Ação

Aproximadamente 120 metabólitos secundários já foram identificados na camomila. O óleo essencial, que compreende a fração volátil, é rico em compostos sesquiterpênicos como o α-bisabolol e seus óxidos, além de azulenos (como o chamazuleno). Juntamente com os óleos essenciais, os compostos da classe dos flavonoides — com destaque para a apigenina, luteolina e quercetina — constituem os principais responsáveis pelas ações farmacológicas observadas (COSTA; DONI FILHO, 2002).

Do ponto de vista neurofisiológico, a resposta ao estresse em cães envolve a ativação neuroendócrina do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA), culminando no aumento da secreção de cortisol plasmático. A apigenina e outros flavonoides presentes na camomila possuem afinidade por receptores GABA_A no sistema nervoso central, exercendo um efeito modulador ansiolítico e sedativo que reduz a excitabilidade neuronal e auxilia na atenuação da resposta ao estresse (AKRAM et al., 2024).

2.2 Evidências Clínicas e Experimentais em Cães

Na medicina veterinária, estudos específicos em cães têm demonstrado resultados promissores. Cassu, Andreazi e Pereira (2011) avaliaram 18 cadelas submetidas a procedimentos cirúrgicos e tratadas com placebo ou Matricaria chamomilla na potenciação ultradiluída (CH12). Embora não tenham sido observadas variações significativas nas concentrações de cortisol durante a fase de isolamento social prévio, no período pós-operatório os animais tratados com M. chamomilla CH12 apresentaram níveis de cortisol consideravelmente mais estáveis em comparação ao grupo placebo. Os autores concluíram que o tratamento preveniu a elevação acentuada do cortisol pós-cirúrgico, sugerindo seu valor como adjuvante no controle do estresse cirúrgico.

Além da administração oral/homeopática, a estimulação olfativa também apresenta efeitos comportamentais relevantes. Graham, Wells e Hepper (2005) observaram que a exposição ao odor de camomila em cães abrigados em canis de proteção animal resultou em aumento significativo nos tempos de repouso, acompanhado da redução da atividade motora excessiva e das vocalizações estressantes.

2.3 Aspectos Toxicológicos e Segurança

Apesar dos benefícios fitoterápicos, o uso da camomila requer cautela. A American Society for the Prevention of Cruelty to Animals (ASPCA) classifica a camomila como potencialmente tóxica para cães e gatos se consumida de forma inadequada ou em doses elevadas, podendo provocar distúrbios gastrintestinais (vômitos, diarreia), dermatites de contato e reações alérgicas (ASPCA, [s.d.]).

Estudos toxicológicos pré-clínicos com o α-bisabolol, um dos constituintes majoritários do óleo essencial, estabeleceram parâmetros de segurança em modelos experimentais. A Dose Letal 50% (DL₅₀) por via oral foi de 15,1 mL/kg em camundongos e de 14,9 mL/kg em ratos, observando-se sinais de sedação, ataxia, dispneia e apatia apenas sob elevadas concentrações. Na avaliação de toxicidade subclínica (28 dias de administração), o Nível Sem Efeito Adverso Observável (NOAEL - No Observed Adverse Effect Level) foi fixado em 200 mg/kg/dia, indicando ampla margem de segurança e boa tolerabilidade biológica quando administrado em doses adequadas (EDDIN et al., 2022).

3. CONCLUSÃO

As evidências científicas compiladas indicam que a Matricaria chamomilla L. possui um potencial promissor como alternativa complementar no manejo da ansiedade e do estresse em cães. Seus compostos bioativos, especialmente os flavonoides (como a apigenina) e os componentes do óleo essencial, demonstram capacidade de modular respostas neuroendócrinas, atenuando a elevação do cortisol e promovendo estados de relaxamento comportamental.

No entanto, ressalta-se que o corpo de evidências clínicas específicas para a espécie canina ainda é restrito, exigindo maior padronização em relação às posologias, vias de administração e margens de segurança toxicológica. Portanto, a camomila deve ser empregada como uma ferramenta terapêutica integrativa ou adjuvante, nunca substituindo as condutas médicas veterinárias convencionais e o manejo ambiental adequado, devendo seu uso ser sempre acompanhado por um médico-veterinário.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AKRAM, Wasim et al. An updated comprehensive review of the therapeutic properties of Chamomile (Matricaria chamomilla L.). International Journal of Food Properties, v. 27, n. 1, p. 133-164, 2024. DOI: 10.1080/10942912.2023.2293661. Disponível em: https://doi.org/10.1080/10942912.2023.2293661. Acesso em: 24 ago. 2026.

AMERICAN SOCIETY FOR THE PREVENTION OF CRUELTY TO ANIMALS (ASPCA). Chamomile. [S. l.]: ASPCA, [s. d.]. Disponível em: https://www.aspca.org/pet-care/aspca-poison-control/toxic-and-non-toxic-plants/chamomile. Acesso em: 22 ago. 2026.

AMSTERDAM, Jay D. et al. A randomized, double-blind, placebo-controlled trial of oral Matricaria recutita (chamomile) extract for generalized anxiety disorder. Journal of Clinical Psychopharmacology, v. 29, n. 4, p. 378-382, 2009.

AMSTERDAM, Jay D. et al. Chamomile (Matricaria recutita) may have antidepressant activity in anxious depressed humans. Alternative Therapies in Health and Medicine, v. 18, n. 5, p. 44-49, 2012.

CASSU, Renata Navarro; ANDREAZI, Cibele Damião; PEREIRA, Liliane. Efeito da Matricaria chamomilla CH12 na resposta de estresse em cães. Colloquium Agrariae, Presidente Prudente, v. 7, n. 2, p. 1-7, 2011. DOI: 10.5747/ca.2011.v07.n2.a067. Disponível em: https://journal.unoeste.br/index.php/ca/article/view/492. Acesso em: 24 ago. 2026.

COSTA, M. A. D.; DONI FILHO, L. Aspectos do Processo de Produção Agrícola na Cultura da Camomila [Chamomilla recutita (L.) Rauschert] no Município de Mandirituba, Paraná. Dissertação (Mestrado em Agronomia) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2002. Acesso em: 17 ago. 2026.

EDDIN, Lujain Bader et al. Health benefits, pharmacological effects, molecular mechanisms, and therapeutic potential of α-bisabolol. Nutrients, v. 14, n. 7, p. 1370, 2022. DOI: 10.3390/nu14071370. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9002489/. Acesso em: 21 ago. 2026.

GRAHAM, Lynne; WELLS, Deborah L.; HEPPER, Peter G. The influence of olfactory stimulation on the behaviour of dogs housed in a rescue shelter. Applied Animal Behaviour Science, v. 91, n. 1-2, p. 143-153, 2005. DOI: 10.1016/j.applanim.2004.08.024. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.applanim.2004.08.024. Acesso em: 24 ago. 2026.

LIM, T. K. Matricaria chamomilla. In: Edible Medicinal and Non-Medicinal Plants. v. 7. Dordrecht: Springer, 2014. p. 397-431.

SANTOS, D. S. dos et al. Phytomedicines containing Matricaria species for the treatment of skin diseases: a biotechnological approach. Fitoterapia, v. 138, p. 104281, 2019. Acesso em: 17 ago. 2026.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Urolitíase em pequenos animais e o potencial terapêutico de Phyllanthus niruri: uma abordagem integrativa

Paula Xagoraris Telles Nunes Cost

Advogada e acadêmica de Medicina Veterinária da Universidade de Taubaté

O conhecimento e a utilização de plantas para a cura e estabilização de doenças em humanos são milenares, com registros desde as dinastias egípcias, séculos antes de Cristo. Apesar de ser um campo amplo e antigo, ainda há importantes lacunas quanto à definição de protocolos terapêuticos para animais, especialmente aqueles que permitam reduzir o uso intensivo de medicamentos industrializados. Nesse contexto, a área da Medicina Veterinária integrativa, que engloba práticas como a fitoterapia e a homeopatia, ainda se encontra em desenvolvimento (Santos et al., 2017).

Entre as afecções que acometem animais de companhia, como cães e gatos, destaca-se a urolitíase. Essa condição caracteriza-se pela formação de urólitos (concreções sólidas) no trato urinário, podendo ocorrer nos rins, ureteres, bexiga urinária e uretra.

Os rins de cães e gatos são órgãos retroperitoneais, recobertos por uma cápsula renal que limita a expansão do parênquima. Essa característica dificulta a acomodação de formações sólidas em seu interior sem a ocorrência de dor. De forma semelhante, ureteres e uretra apresentam baixa capacidade de distensão, o que dificulta a passagem de cálculos maiores que seus diâmetros. Por esse motivo, além de representar risco clínico — como obstrução urinária, infecções, hidronefrose e insuficiência renal —, a urolitíase é uma condição altamente dolorosa, sendo frequentemente comparada, em humanos, a uma das dores mais intensas já descritas (Pucci et al., 2018).

O tratamento e a manutenção de pacientes com litíase urinária geralmente são prolongados. Dessa forma, torna-se desejável o uso de substâncias com baixo potencial de efeitos adversos e custo acessível, favorecendo a adesão ao tratamento por parte dos tutores (Santos et al., 2017).

Nesse cenário, a planta popularmente conhecida como “quebra-pedra” (Phyllanthus niruri) destaca-se como uma alternativa de interesse. Trata-se de uma espécie nativa das Américas, amplamente distribuída em regiões tropicais, o que favorece sua utilização no Brasil. Pode ser empregada sob diferentes formas, como planta fresca, seca (infusão) ou extrato líquido, facilitando seu armazenamento, distribuição e preparo (Boim et al., 2010).

A P. niruri apresenta múltiplos mecanismos de ação. Destaca-se sua atividade antiespasmódica sobre a musculatura lisa do trato urinário, além de efeitos antioxidantes, que contribuem para a redução da ação citotóxica dos urólitos sobre os tecidos (Boim et al., 2010). Estudos também indicam possíveis efeitos analgésicos, associados à modulação de receptores relacionados à dor, bem como ação anti-inflamatória mediada pela redução da produção de prostaglandinas, contribuindo para a diminuição da dor provocada pelo atrito dos cálculos no epitélio urinário.

Adicionalmente, a planta apresenta efeito vasodilatador, podendo auxiliar na redução da pressão arterial (Pucci et al., 2018), e ação diurética. Ao aumentar a excreção de sódio e potássio, promove uma diurese mais diluída, contribuindo para a redução da densidade urinária e dificultando a agregação de cristais (Udupa et al., 2007).

Em relação aos parâmetros metabólicos, a espécie pode reduzir os níveis séricos e urinários de cálcio em pacientes com hipercalciúria, além de diminuir os níveis de ácido úrico em animais hiperuricêmicos, de forma semelhante ao alopurinol. Esses efeitos contribuem para a redução da formação de novos cristais e para a estabilização dos cálculos já existentes, além de influenciar positivamente o pH urinário, fator importante na dinâmica de agregação cristalina (Campos; Schor, 1999; Murugaiyah; Chan, 2009).

No que se refere aos diferentes tipos de urólitos, evidências sugerem que a P. niruri pode interferir na agregação de cristais de oxalato de cálcio, contribuindo para sua prevenção e possível dissolução (Barros et al., 2003). Para cálculos de estruvita e urato, embora o efeito dissolutivo direto seja mais limitado, a planta apresenta relevância por sua atividade antimicrobiana, atuando contra bactérias frequentemente envolvidas em infecções urinárias e na formação desses urólitos (Ibrahim et al., 2013).

Para que sua utilização seja segura e eficaz, é fundamental estabelecer protocolos terapêuticos bem definidos, considerando doses adequadas, tipo de urólito e características individuais do paciente. A literatura ressalta a necessidade de estudos específicos em cães e gatos, com acompanhamento clínico e laboratorial a longo prazo (CRMV-MA, 2023). A individualização do tratamento é particularmente importante em felinos, cujo metabolismo hepático apresenta limitações que exigem maior cautela e monitoramento (Asare et al., 2011).

A Phyllanthus niruri apresenta-se como uma alternativa promissora e multifatorial no manejo da urolitíase em pequenos animais, atuando de forma integrada na prevenção da formação, agregação e eliminação de urólitos, especialmente os de oxalato de cálcio. Além disso, contribui para o controle de fatores associados, como inflamação, dor, infecção bacteriana e alterações metabólicas, por meio de seus efeitos antiespasmódicos, diuréticos, antioxidantes e moduladores do pH urinário.

Entretanto, sua utilização deve ser pautada em critérios técnicos rigorosos, com identificação prévia do tipo de urólito, definição de doses seguras e monitoramento clínico e laboratorial contínuo, sobretudo em espécies mais sensíveis, como os felinos. Nesse contexto, a consolidação de protocolos específicos, baseados em evidências científicas, torna-se indispensável para garantir a eficácia e a segurança dessa abordagem terapêutica na prática clínica veterinária. 

Referências

ASARE, G. A. et al. Acute and sub-chronic toxicity studies of Phyllanthus niruri L. whole plant extract. Methods and Findings in Experimental and Clinical Pharmacology, [S. l.], v. 33, n. 3, p. 179–187, 2011. Disponível em: https://doi.org/10.1358/mf.2011.33.3.1632295. Acesso em: 02 abr. 2026. 

BARROS, M. E. et al. Effect of extract of Phyllanthus niruri on urinary sulfate, citrate and magnesium in rats. International Brazilian Journal of Urology, Rio de Janeiro, v. 29, n. 3, p. 263–267, 2003. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1677-55382003000300011. Acesso em: 02 abr. 2026.

BOIM, M. A.; HEILBERG, I. P.; SCHOR, N. Phyllanthus niruri como alternativa promissora no tratamento da nefrolitíase. International Brazilian Journal of Urology, Rio de Janeiro, v. 36, n. 6, p. 657–664, 2010. Disponível em: https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/6022. Acesso em: 02 abr. 2026.

CAMPOS, A. H.; SCHOR, N. Phyllanthus niruri inhibits calcium oxalate endocytosis by renal tubular cells: its role in urolithiasis. Nephron, [S. l.], v. 81, n. 4, p. 393–397, 1999. Disponível em: https://doi.org/10.1159/000045327. Acesso em: 02 abr. 2026.

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO MARANHÃO (CRMV-MA). Nota técnica: uso de chá de quebra-pedra para prevenção e tratamento de doença renal em gatos. São Luís: CRMV-MA, 2023. Disponível em: https://crmvma.org.br. Acesso em: 02 abr. 2026.

IBRAHIM, J. F. et al. Antimicrobial activity of Phyllanthus niruri L. (Euphorbiaceae) against pathogenic bacteria. Journal of Pharmacognosy and Phytochemistry, [S. l.], v. 2, n. 3, p. 202–205, 2013. Disponível em: https://www.phytojournal.com. Acesso em: 02 abr. 2026.

MURUGAIYAH, V.; CHAN, K. L. Mechanisms of antihyperuricemic effect of Phyllanthus niruri and its lignans. Journal of Ethnopharmacology, [S. l.], v. 124, n. 2, p. 233–239, 2009. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.jep.2009.04.026. Acesso em: 02 abr. 2026.

PUCCI, N. D. et al. Efeito de Phyllanthus niruri em parâmetros metabólicos de pacientes com cálculos renais: perspectiva para prevenção da doença. International Brazilian Journal of Urology, Rio de Janeiro, v. 44, n. 4, p. 758–764, 2018. Disponível em: https://repositorio.usp.br/item/002853578. Acesso em: 02 abr. 2026.

SANTOS, L. S. et al. O uso de Phyllanthus niruri (“quebra-pedra”) como nefrolítico: uma revisão integrativa. In: CONBRACIS, 2., 2017, Campina Grande. Anais [...]. Campina Grande: Realize Editora, 2017. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/28544. Acesso em: 02 abr. 2026.

UDUPA, A. L. et al. Diuretic activity of Phyllanthus niruri Linn. in rats. Health, [S. l.], v. 2, n. 1, p. 11–12, 2007. Disponível em: https://www.scirp.org. Acesso em: 02 abr. 2026.