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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Resenha do artigo: Adubação orgânica na produção de biomassa de plantas, teor e qualidade de óleo essencial de orégano (Origanum vulgare L.) em cultivo protegido

Autoria da resenha: Natália Gori - Naturóloga

CORREA, R.M et al. Adubação orgânica na produção de biomassa de plantas, teor e qualidade de óleo essencial de orégano (Origanum vulgare L.) em cultivo protegido. Rev. bras. plantas med., Botucatu , v. 12, n. 1, p. 80-89, Mar. 2010 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-05722010000100012&lng=en&nrm=iso>. access on 25 July 2016. http://dx.doi.org/10.1590/S1516-05722010000100012.

O presente artigo teve como principal objetivo verificar a influência no cultivo do orégano (Origanum vulgare L.) de dois tipos de fertilizantes orgânicos, o de bovino e o de aves. Foram observadas características quanto ao crescimento e à qualidade de óleo essencial da planta. Os autores também analisaram diversos estudos científicos para comparação de seus resultados, sendo que alguns demonstraram eficácia na utilização da adubação orgânica para melhorar a qualidade da produção, e outros demonstraram que o fertilizante pode contribuir positiva ou negativamente. Destacam que deve ser estar atento às variáveis, como, por exemplo, espécie da planta, condições climáticas, origem e composição do adubo. 

Para o presente estudo foram realizadas duas experiências, uma com esterco bovino e outra com esterco de aves, ambas com mudas de orégano em vasos de 10 L. Como tratamentos, foram testados as seguintes proporções de composto por m2 de solo: 

Ensaio I – Esterco bovino, kg por m2: 1) solo sem adubação (controle); 2) solo + 3,0 kg; 3) solo + 6,0 kg; 4) solo + 9,0 kg; 5) solo + 12,0 kg; 

Ensaio II – Esterco de aves, kg por m2: 1) solo sem adubação (controle); 2) solo + 1,5 kg; 3) solo + 3,0 kg; 4) solo + 4,5 kg; 5) solo + 6,0 kg. 

Completados 90 dias de cultivo, determinou-se as variáveis referentes à área foliar (AF), aos dados fisiológicos de razão de área foliar (RAF), à área foliar específica (AFE) e à razão de peso foliar (RPF). Feita a colheita, a planta foi fracionada em raiz, caule, folha e inflorescência, para obtenção da biomassa seca. O óleo essencial foi extraído por hidrodestilação utilizando-se 40 g de matéria seca. 

O teor e o rendimento na biomassa seca das folhas (BSF) foram os pontos principais para determinar a quantificação de óleo essencial, expresso em g planta-1. 

Foi observado que os diferentes tipos de adubação e as suas diferentes proporções influenciaram na produção de biomassa de orégano. Identificado o auge de BSF na relação de 76,82 g para 10,1 kg m-2 com esterco de bovino, 77,31 g para 3,86 kg m-2 de esterco de aves. A partir desse ponto houve uma redução de biomassa que pode ser explicada devido a um fornecimento excessivo de nutrientes prejudicando a absorção dos mesmos, e, consequentemente, prejudicando o desenvolvimento da planta. 

Entretanto, foram as dosagens de 12 kg m-2 de esterco bovino e 4,37 kg m-2 de esterco de aves que proporcionaram os maiores teores e rendimento de óleo essencial de orégano. Isso ocorre devido à relação com outras variáveis, como, por exemplo RAF, que representa área foliar útil para a produção de matéria seca. 

Cada espécie requer um determinado coeficiente de nutrientes. Conhecer a necessidade da planta é fundamental para melhorar a qualidade do produto e o aumento da produção. Além disso, adubação é fundamental para que se mantenha a qualidade do solo, permeabilidade e penetração da água. O Fosforo e o Potássio provenientes do adubo auxiliam o aumento do teor de Nitrogênio e Magnésio disponíveis, importantes agentes para fotossíntese. 

Algumas plantas como Justicia pectoralis var. stenophylla, em outros estudos, tiveram seu índice de óleo essencial reduzido com a utilização do esterco bovino. Pode ocorrer também a diluição do óleo em decorrência do aumento da biomassa disponível. Contudo, para a produção de timol, a adubação com esterco orgânico se mostrou desfavorável devendo ser evitada para esse composto. 

Nesse caso os adubos demonstraram resultados significativos para a produção, sendo recomendada sua utilização. Fica evidente importância em conhecer a planta a ser cultivada e suas necessidades. Para melhor adaptá-la estudar o ambiente no qual esta inserido e as proporções ideais de adubo para sua produção, levando em conta principalmente o seu fim, seja fitoterápico, condimentar ou ornamental. Reduzindo assim custos e melhorando a qualidade do produto.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Município mineiro é referência na produção de azeite e azeitona

A Epamig possui uma estação agrícola na cidade, com plantação de oliveiras e onde já se fabrica o óleo, diz O Tempo

O município de Maria da Fé, no Sul de Minas, é um dos primeiros do país a fazer extração de azeite, destaca a reportagem do jornal O Tempo. A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas (Epamig) possui uma estação agrícola na cidade, com plantação de oliveiras e onde já se fabrica o óleo.

"Com hospitalidade tipicamente mineira – que recebe todo mundo de braços abertos – o município também é destino certo dos aventureiros que se encorajam a subir o pico da Bandeira, 1.683 m. Lá de cima, a vista para o nascer do sol é de valer qualquer caminhada", enfatiza a reportagem.

Clique aqui para ler a reportagem na íntegra.

Data: 08.07.2015
Link:

domingo, 19 de julho de 2015

Argentina: Como cultivar especies medicinales, aromáticas y tintóreas II (www.herbotecnia.com.ar)

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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

More crop per drop: Reducing water footprint of cultivated herbs

Date: August 4, 2014

Source: University of Southampton

Summary:
New research is aiming to reduce the water footprint and increase shelf life of potted and cut herb production in the UK. Focusing on a range of potted and cut herbs, including flat-leaved parsley, basil and coriander, the aim is to reduce the use of irrigation water during crop production, while improving the flavor and quality of the herbs. It has already been shown in other growing systems that substantial water savings can be made without detrimental impacts on crop quality.
Potted basil.
Credit: Image courtesy of University of Southampton

New research from the University of Southampton is aiming to reduce the water footprint and increase shelf life of potted and cut herb production in the UK.

Focusing on a range of potted and cut herbs, including flat-leaved parsley, basil and coriander, the aim is to reduce the use of irrigation water during crop production, while improving the flavor and quality of the herbs. It has already been shown in other growing systems that substantial water savings can be made without detrimental impacts on crop quality.

The project is led by Professor Gail Taylor from the University of Southampton and builds on research findings from a BBSRC IPA (Industrial Partnering Award) with Vitacress Ltd.

The project was awarded from the Annual Sainsbury's Supermarket Agricultural R&D Grant -- where growers, suppliers and researchers are asked to compete for a pot of £1 million provided by Sainsbury's.

More than 18 million pots of herbs are produced in the UK each year and much of this production is undertaken by Vitacress under glass in Sussex. Cut herbs are grown widely in the UK summer and overseas in winter.

Professor Taylor says: "It's hard to imagine a world without fresh herbs and yet this product has only been on our supermarket shelves for the past ten years or so and much remains to be learned to optimize the use of water in cultivation. We will use the latest technologies in thermal and remote imaging to assess precisely when irrigation should be applied, targeting water to best effect and helping Sainsbury's to achieve their targets for the 20 x 20 Sustainability Plan, which includes a robust water stewardship commitment from suppliers and also a target to double the amount of British food sold.

"This research, we hope, will contribute to both of these aspirations, while at the same time increasing our fundamental knowledge on the way in which plants use water."

Story Source:

The above story is based on materials provided by University of Southampton. Note: Materials may be edited for content and length.

Cite This Page:

University of Southampton. "More crop per drop: Reducing water footprint of cultivated herbs." ScienceDaily. ScienceDaily, 4 August 2014. <www.sciencedaily.com/releases/2014/08/140804100105.htm>.

Link:

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Plantes aromàtiques i medicinals. Dossier Tècnic Formació i Assessorament al sector agroalimentari


http://www.ruralcat.net/migracio_resources/646449_DT13_PAM.pdf

Alternatives productives en l’àmbit agrari: guia de producció de plantes aromàtiques i medicinals.

MORÉ, E.; CRISTÓBAL, R.; FANLO, M.; MELERO, R., 2007 Alternatives productives en l’àmbit agrari: guia de producció de plantes aromàtiques i medicinals. Ed. Centre Tecnològic Forestal de Catalunya. pp 180, ISBN 978-84-690-4342-4.

Cultivo de plantas aromáticas, medicinales y condimentarias en Cataluña


http://apsb.ctfc.cat/docs/Cultivo%20de%20PAM%20en%20Cataluna%206%20anos%20de%20CDD.pdf


FANLO, M.; MELERO, R.; MORÉ, E.; CRISTÓBAL, R. 2009. Cultivo de plantas aromáticas, medicinales y condimentarias en Cataluña. 6 años de campos de demostración. Ed. Centre Tecnològic Forestal de Catalunya. pp.79, ISBN 978-84-692-2696-4.

Guía para la producción sostenible de plantas aromáticas y medicinales


http://apsb.ctfc.cat/docs/GUIA%20PAM-CASTELLAfinal.pdf


MORÉ, E.; FANLO, M.; MELERO, R.; CRISTÓBAL, R. 2010. Guía para la producción sostenible de plantas aromáticas y medicinales. Ed. Centre Tecnològic Forestal de Catalunya. pp. 268. ISBN 978-84-693-0106-7