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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Cautela com alimentos processados, refinados e com aditivos

Dica do

Os perigos da alimentação moderna...

Açúcar branco............(Diabetes, hipoglicemia, cáries, osteoporose)
Enlatados............................................... (Carências nutricionais)
Aditivos artificiais..................... (Cancro, leucemia, dislexia, alergias)
Carnes (com hormônios)................(Cancro, depressão, impotência)
Trangénicos....................................(Depende do acompanhamento)
Presunto, frios.......................(cancro, miomas, quistos, menopausa)
Hamburgers, etc.......................................(Colite, anemia, carências)
Farinhas brancas..........................................(Carências nutricionais)
Sal refinado........................................................(Tireóide, Alzheimer)

Aditivos químicos alimentares:

Considera-se como aditivo alimentar toda substância ou composto incorporado num produto alimentício, podendo ser considerado como Intencional ou Não-Intencional. No primeiro caso o aditivo é usado segundo um objectivo prévio, qual seja, o de impedir deteriorações (conservantes), manter o aspecto e a cor, intensificar o aroma, etc. No segundo caso, o produto químico existe em decorrência de um processo de fabricação, da manipulação, da embalagem e armazenamento, existindo geralmente de forma residual. São considerados pelos técnicos como agentes contaminantes, pois resultam do uso de herbicidas selectivos ou gerais, pesticidas, adubos químicos, antibióticos, fungicidas, toxinas industriais, contaminantes metálicos, etc.

Os Principais Aditivos Alimentares:

✎ Aromatizantes: ou flavorizantes representam os aditivos constituídos por substâncias ou compostos usados com o objectivo de intensificar o paladar e o aroma dos alimentos, ou conferir-lhes um sabor que não possuem.

✎ Corantes: São aditivos usados para dar cor ou realçar o pigmento. São usados principalmente para atrair a atenção, criando-se uma cor-imitação ou realçando uma cor natural, sem que possuam qualquer princípio nutritivo...

✎ Conservantes: São usados para manter os alimentos íntegros, manter-lhes o sabor e o aspecto.

✎ Edulcorantes ou adoçantes: A este grupo de produtos químicos pertencem as substâncias de sabor doce mas que não sejam glicídicas. Sendo assim, não determinam modificações químicas e fermentações específicas produzidas pelos adoçantes açucarados ou que contenham glicose, frutose, dextrose, etc. Os Edulcorantes mais usados são quase todos sintéticos, sendo os mais usados a Sacarina e o Ciclamato de sódio.

✎ Antioxidantes sintéticos: São aditivos usados pela indústria de alimentos para evitar as alterações provocadas pela oxidação, tais como a rancificação das gorduras (óleos vegetais, gorduras animais e carnes animais que contenham gordura) o escurecimento das frutas, a descoloração das carnes, e deterioração por oxidação dos sucos de frutas cítricas, a modificação da cor de frituras em saquinhos plásticos.

✎ Estabilizantes e espessantes: São aditivos capazes de manter a densidade ou aumentar a viscosidade do alimento.

Aditivos e os seus efeitos no organismo:

Antioxidantes

✏ Acido fosfórico (H.III) - Aumento da ocorrência de cálculos renais.
✏ Acido nordihidroguairético (A. IV) - Interferência nas enzimas do metabolismo das gorduras.
✏ Butil-hidroxianisol - BHA - (A.V.); Butil-hidroxitolueno BHT-(A. VI) - Acção tóxica sobre o fígado, interfere na reprodução de cobaias de laboratório.
✏ Fosfolipídios - (A.VIII) - Acréscimo do colesterol sanguíneo.
✏ Gelato de propila ou de octila (A.IX) - Reações alérgicas, interfere na reprodução de animais de laboratório.
✏ Etilenodiaminote tetracetato de cálcio e dissódico - EDTA - (A.XII)-Descalcificação e redução da absorção de ferro.

Anti-umectantes

✏ Ferrocianeto de sódio, cálcio ou potássio (AU. VI) - Intoxicação nos rins.

Acidulantes

✏ Acido acético em geral - Cirrose hepática, descalcificação dos dentes e dos ossos.

Corantes

✏ Todos - (CI) (CII) - Reações alérgicas: alguns possuem ações tóxicas sobre o feto ou são teratogénicos, ou seja, podem fazer nascer crianças-monstro; anemia hemolítica; o caramelo, quando preparado de modo inadequado, pode conter substâncias capazes de causar convulsões.

Conservantes

✏ Acido benzóico (PI) - Alergia, distúrbios gastrintestinais.
✏ Esteres do ácido hidroxibenzóico (P III) - Dermatite; redução de actividade motora.
✏ Dióxido de enxofre e derivados (PV) - Redução do nível de vitaminas B¹ nos alimentos; aumenta a frequência de mutações genéticas em animais de laboratório.
✏ Antibióticos (oxitetraciclina, cloretetraciclina e outros) (PVI) - Desenvolvimento de raças de bactérias resistentes aos antibióticos; reação de hipersensibilidade.
✏ Nitratos, Nitritos (P VII) (P VIII) - Ao combinarem-se com as aminas de várias fontes alimentares, originam as nitrosaminas, que podem causar cancro gástrico e do esófago.
✏ Ester dietilpirocarbônico (PX) - Formação de uretanos (carbonato de etilo, solúvel em água), que são cancerígenos.

✎ Edulcorantes - Sacarina (DI) - Causa cancro na bexiga de animais de laboratório.

✎ Espessantes - Em geral: Irritação da mucosa intestinal; acção laxante.

✎ Estabilizantes - Polifosfatos (ET XV ET XI XVIII) - Elevação da ocorrência de cálculos renais; distúrbios gastrintestinais.

✎ Aromatizantes - Em geral – Alergia; retardam o crescimento e produzem cancro em animais de laboratório.

✎ Umectantes - Dioctil sulfossuccinato de sódio (U III) – Distúrbios gastrointestinais circulação pulmonar.

Por Carlos Amaral Naturopata Brasil

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Ser ou não ser... (natural)... eis a questão!

Do blog: 

17 de Julho de 2014

Já pensaram nos produtos que usamos todos os dias? Começamos pelo gel de banho e depois o shampo e amaciador, depois o creme de corpo, o creme de cara, o creme de pés e o creme das mãos. Não pode faltar o creme anti-rugas e o creme base nem o desodorizante pois claro. Depois são os cremes hidratantes para cabelo, as máscaras, os esfoliantes e os sprays, os correctores e todas as poções mágicas que nos devolvem a juventude! E isto falando apenas no “essencial” (eheh). 

Mas não… não, não precisamos de nenhum destes produtos processados e cheios de substâncias perigosas que vão entrar no nosso organismo através da pele e do olfacto.
Vê os rótulos e confere se sabes o que estás a escolher para colocar todos os dias na tua pele!


E cuidado porque também há os “fingidos”. Aqueles que dizem ser naturais e não são! Estão principalmente à venda em farmácias e supermercados convencionais! O segredo está em verificar a composição dos ingredientes e assegurar de que não inclui nenhum dos ingredientes que constam da “lista negra” dos produtos químicos mais frequentes na composição de produtos para higiene e tratamento da pele e cabelo.

Gostei especialmente de um texto publicado por Aubrey Hampton intitulado de:

Os 10 Ingredientes Sintéticos a Evitar
1. Parabenos (disfarçados com o nome de Metil, Propil, Butil e Etilparabeno) - Utilizados para inibir o crescimento microbiano e para prolongar a durabilidade dos produtos. Têm causado vários tipos de reacções alérgicas e irritações cutâneas. Estudos demonstraram que são ligeiramente estrogénicos e podem ser absorvidos pelo corpo através da pele. São largamente utilizados apesar de serem conhecidos como tóxicos. 

2. Dietanolamina (DEA), Trietanolamina (TEA) - Utilizados habitualmente, nos cosméticos, como emulsionantes e/ou agentes produtores de espuma. Podem causar reacções alérgicas, irritações nos olhos e desidratação do cabelo e pele. DEA e TEA são "aminas" (compostos a partir da amónia) e podem formar nitrosaminas causadoras de cancro quando em contacto com nitratos. São tóxicos se absorvidos pelo corpo prolongadamente. 

3. Diazolidinil Ureia, Imidazolidinil Ureia - São amplamente utilizados como conservantes. "The American Academy of Dermatology" considerou-os a causa n.º 1 das dermatites de contacto. Dois dos nomes registados para estes químicos são Germall II and Germall 115. Nenhum dos químicos Germall contém um bom agente fungicida, pelo que têm de ser combinados com outros conservantes. Ambos libertam formaldeído, que pode ser tóxico. 

4. Lauril/Laureth Sulfato de Sódio – Um detergente agressivo e barato utilizado em champôs pelas suas propriedades de limpeza e de produção de espuma. Normalmente derivado de petróleo, é frequentemente dissimulado com a frase "provém de côcos". Causa irritação nos olhos, descamação do couro cabeludo (similar à caspa), irritações cutâneas e outras reacções alérgicas, além dos problemas ambientais associados.

5. Petrolatum – Também conhecido como geleia de petróleo, este óleo mineral derivado é utilizado nos cosméticos pelas suas propriedades emolientes. Não tem qualquer valor nutritivo para a pele e pode interferir com os mecanismos naturais de hidratação do corpo, levando a pele à desidratação e a gretar. Habitualmente origina as situações que reivindica aliviar. Os fabricantes usam petrolatum porque é incrivelmente barato. 

6. Propileno Glicol – Idealmente é uma glicerina vegetal combinada com álcool de cereais, sendo ambos naturais. Habitualmente é uma combinação petroquímicos sintéticos utilizados como humidificantes. É conhecido como causador de reacções alérgicas, urticária e eczemas. Quando vir PEG (polietileno glicol) ou PPG (polipropileno glicol) num rótulo, tenha cuidado, pois são produtos químicos sintéticos idênticos. 

7. PVP/VA Copolímero – Um produto químico derivado do petróleo utilizado em sprays de cabelo, produtos para pentear e outros cosméticos. Pode ser considerado tóxico pelo facto de as partículas inaladas poderem danificar os pulmões de pessoas com sensibilidade. 

8. Cloreto de Benzildimetil (octadecil) amónio – Stearalkonium chloride – Um composto de amónio quaternário utilizado em amaciadores de cabelo e cremes. Desenvolvido pela indústria dos tecidos como um amaciador de tecidos, sendo muito mais barato e fácil de usar, em fórmulas de amaciadores de cabelo, do que proteínas e extractos de ervas os quais são benéficos para o cabelo. Provoca reacções alérgicas. Tóxico. 

9. Cores sintéticas – Usadas para fazer os produtos cosméticos parecerem "bonitos", as cores sintéticas, assim como colorantes sintéticos para o cabelo, devem ser evitados a todo o custo. Estas são rotuladas como FD&C ou D&C, seguidas por uma cor e um número. Exemplo: FD&C Red No. 6 / D&C Green No. 6. Muitas cores sintéticas podem ser cancerígenas. Se um produto cosmético as contiver, não o use. 

10. Fragrâncias Sintéticas – As fragrâncias sintéticas utilizadas em produtos cosméticos podem ter cerca de 200 ingredientes. Não existe forma de saber quais são os produtos químicos que as compõem, porque nos rótulos só vêm descritas como "fragrâncias". Entre os problemas provocados por estes químicos estão dores de cabeça, tonturas, irritações, hiperpigmentação, tosse forte, vómitos, irritação cutânea – e a lista continua. Conselho: Não compre um produto cosmético que tenha a palavra "fragrância" no rótulo.

11. Ftalatos - Composto químico que está provado ser carcinogénico. Níveis altos, desta substância, no sangue e urina estão relacionados com diversos problemas de rins, pulmões, fígado e sistema reprodutivo. Os ftalatos podem provocar mutações celulares e desequilíbrios no sistema hormonal.

12. Triclosan - Classificado pela FDA como sendo um “pesticida”. Um estudo realizado em 2012 demonstrou que esta susbtância enfraquece as células, sendo considerado um carcinogénico e disruptor hormonal.

Parte desta lista está publicada em http://www.organicconsumers.org/bodycare/toxic_cosmetics.cfm, por Aubrey Hampton. 

Publicada por Catarina

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Artigo aponta entraves à resolução sobre uso de aditivo em derivados do tabaco

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o tabagismo uma doença pediátrica, pois 90% dos fumantes começam a fumar antes dos 19 anos e quanto mais cedo iniciam o uso do tabaco, mais rápido se tornam dependentes. Uma das estratégias praticadas pela indústria para atrair os jovens é a utilização de aditivos que conferem aroma e sabor aos produtos derivados do tabaco, com o intuito de torná-los mais atraentes e palatáveis. Neste contexto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso desses aditivos, com o objetivo de reduzir a experimentação e iniciação por crianças e jovens. Para compreender e relatar o processo de proibição dos aditivos nos produtos derivados do tabaco no Brasil, as pesquisadoras do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab) da Escola Nacional de Saúde Pùblica (Ensp/Fiocruz), Vera da Costa e Silva, Silvana Rubano Turci e Valeska Carvalho Figueiredo, desenvolveram um artigo que aponta que indústria do tabaco tem procurado ao máximo adiar a entrada em vigor da resolução da Anvisa que proíbe os aditivos no país.
Estudos mostram que o percentual de fumantes adultos (18 anos ou mais) na população brasileira diminuiu 63% entre 1989 e 2003

Segundo dados da OMS, o tabagismo causa cerca de 6 milhões de mortes a cada ano e é a principal causa de morte prematura evitável no mundo. A estimativa é que existem mais de um bilhão de fumantes no mundo, sendo 80% residentes de países de baixa ou média renda. No Brasil, os custos do tratamento da doenças tabaco-relacionadas chegam a R$ 21 bilhões por ano. Proibir os aditivos – por meio da Resolução da Diretoria Colegiada nº 14, de 2012 – é uma importante medida de saúde pública, em consonância com os artigos 9 e 10 e Guias Parciais de Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da OMS (CQCT/OMS), tratado ratificado pelo Brasil em 2005 e atualmente coordenado pela pesquisadora do Cetab Vera da Costa e Silva.

O artigo A regulação de aditivos que conferem sabor e aroma aos produtos derivados do tabaco no Brasil apresenta uma análise do processo regulatório no país, elencando os principais eventos relacionados e sugerindo uma interferência direta da indústria fumageira e de grupos de interesse na tomada de decisão e na implementação da Resolução 14/2012. Segundo as autoras do estudo, com base em evidências científicas e por meio de firmes decisões políticas, há quase três décadas o Brasil vem implementando um conjunto de medidas de controle do tabaco efetivas e abrangentes. Entre essas políticas destacam-se: a proibição da publicidade de produtos derivados de tabaco; a obrigatoriedade de impressão de imagens e frases de advertência sobre os malefícios para a saúde nas embalagens dos produtos; a proibição de descritores enganosos como light/ultralight nas embalagens dos produtos; a proibição de venda a menores de 18 anos; entre muitas outras políticas.

Essas medidas fazem parte das obrigações legais do Brasil como Estado-Parte da CQCT-OMS e vem obtendo forte impacto na redução da prevalência. Estudos mostram que o percentual de fumantes adultos (18 anos ou mais) na população brasileira diminuiu 63% entre 1989 e 2003. Apontam também um declínio de 41%, entre 1989 e 2008, na população de 15 anos ou mais. Segundo dados do Inquérito telefônico realizado pelo Ministério da Saúde por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde sobre fatores de risco para doenças crônicas (Vigitel), a frequência de fumantes no conjunto das capitais brasileiras vem declinando e, em 2011, chegou a 14,8%, sendo maior entre os homens (18,1%) do que entre as mulheres (12%). Além disso, há uma redução de 20% na mortalidade por doenças respiratórias crônicas e cardiovasculares no país. A redução de tantos percentuais é atribuída à bem sucedida implementação de políticas públicas de saúde, principalmente as que estimulam a redução do consumo de derivados do tabaco e a ampliação de acesso a serviços da atenção básica em saúde.

Apesar dos resultados positivos, a iniciação do tabagismo entre adolescentes e adultos jovens ainda se mostra preocupante. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2009 e 2012, entre mais de 600.000 escolares das capitais brasileiras e, mais recentemente, incluindo municípios menores, cerca de 22% dos adolescentes de 13 a 15 anos das capitais do país experimentaram fumar e 6% fumaram nos últimos 30 dias. A adição de sabores e aromas aos cigarros tem sido considerada como uma resposta da indústria do fumo visando, entre outros objetivos, reagir às iniciativas governamentais e não governamentais que levam à redução da prevalência do tabagismo, como tem ocorrido no Brasil.

O processo de regulamentação e a indústria fumageira 

Para reduzir ainda mais o consumo de derivados de tabaco, principalmente a experimentação entre jovens, a Anvisa publicou em março de 2012, a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) número 14, proibindo o uso de aditivos que conferem aroma e sabor a esses produtos, como mentol, chocolate, baunilha, caramelo e cravo, entre outros. A adição de açúcar continua permitida. A medida também impede a importação de produtos com esses aditivos. Os fabricantes teriam até 18 meses, a partir da publicação da norma, para retirar do mercado nacional todos os cigarros com sabor. Apesar dos evidentes benefícios que esta regulação trará para a saúde da população brasileira, em especial das futuras gerações, a medida tem sofrido inúmeros questionamentos na justiça por parte da indústria fumageira e de seus aliados.

O artigo A regulação de aditivos que conferem sabor e aroma aos produtos derivados do tabaco no Brasil descreve toda a trajetória da regulamentação dos produtos derivados do tabaco no Brasil, passando pela própria criação da Anvisa, em 1999. Porém, um dos pontos importantes da pesquisa é a de que ao contrário da conclusão de outro estudo sobre o tema, que preconiza que o setor fumageiro é uma fonte geradora de recursos, no artigo assinado pelas pesquisadoras do Cetab aponta-se que esse setor mina os recursos do país ao oferecer à população brasileira um produto nocivo para a saúde cujo consumo gera três vezes mais gastos com assistência médica do que contribui com a arrecadação de impostos.

Para as autoras do estudo, o governo brasileiro, por meio da atuação da Anvisa, deve continuar sendo uma referência mundial na regulação de produtos derivados de tabaco e, assim, continuar a desempenhar seu papel regulador no desenvolvimento de políticas públicas que protejam a saúde das futuras gerações. De acordo com as pesquisadoras, a indústria vem tentando de muitas formas reverter a situação da regulação dos aditivos no país, principalmente no âmbito da RDC 14/2012 exercendo forte pressão para retrocessos em relação a sua validade, prazos de aplicação e conteúdos, com a judicialização da saúde pública levando apenas à defesa de interesses corporativos, com alegações falaciosas de impactos indesejáveis sobre o setor mais fraco da cadeia produtiva, os plantadores de fumo.

“Manter a proibição dos aditivos como um todo e não sucumbir à pressão feita pela indústria fumageira deve ser a grande meta do governo com o suporte das instituições que tem compromisso com a população. A sociedade precisa dar suporte para que a Anvisa resista aos ataques e pressões contínuos e para que os Poderes Legislativo e Judiciário, com o suporte do Executivo, em especial do setor Saúde, sejam sensíveis à real necessidade de regulamentação de produtos do tabaco no Brasil, mantendo o mandato da Anvisa e permitindo que a RDC 14/2012 venha a ser cumprida e implementada em sua totalidade, conforme previsto em sua versão original”, concluíram as pesquisadoras do Cetab.

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

EcoDebate, 18/07/2014

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quarta-feira, 16 de abril de 2014

sábado, 16 de novembro de 2013

Alimentação: os aditivos

Cada um dos nós está exposto às toxinas numa base diária. Sabe-se agora que há muitas substâncias tóxicas e poluentes que propagam-se no ar, na água e nos alimentos, transmitidas pela radiação electromagnética ou nuclear, que têm efeitos prejudiciais na nossa saúde e nas nossas mentes, num efeito sinérgico negativo que atinge a mente e o corpo.


Apesar da atenção que podemos prestar, muitas vezes não lembramos que as empresas de alimentos, no geral, podem fazer uso de cerca de três mil aditivos com o objectivo de embelezar, manter "fresco" o aspecto, melhorar a cor ou o sabor, tornar sólidos os alimentos.

Cada um de nós nem pode dizer ao certo quais substâncias utilizadas como aditivos alimentares ou conservantes experimentou, e isso apesar das mesmas substâncias serem utilizadas para outras finalidades, não necessariamente ligadas à alimentação. É o caso do formaldeído (utilizado ​​para retardar a decomposição dos cadáveres) dos compostos de alumínio (têm um efeito antitranspirante), do propileno glicol (solvente para tintas).

Engolimos tudo alegremente.

A agência governativa Food and Drug Administration dos Estados Unidos mantém uma lista de mais de 700 aditivos alimentares que são geralmente reconhecidos como seguros. De acordo com a FDA , os aditivos que tenham sido demonstrados como tóxicos são usados ​​apenas num percentagem reduzida na preparação dos alimentos: por esta razão, a FDA aprovou muitos aditivos que foram então reconhecidos como prejudiciais, por exemplo o ciclamato, um adoçante artificial usado nos anos '50 e '60, que mais tarde foi proibido porque causa de cancro .

O problema da normas da FDA é mesmo este: ao longo do dia, nós não absorvemos apenas uma quantidade mínima de uma substâncias, mas somos expostos a várias substâncias em simultâneo. Sem contar que, no caso dos grandes consumidores dum único produto, pode ser atingido o limite máximo diário da assumpção.

Vamos portanto apresentar uma lista actualizada dos aditivos que deveriam ser evitados. "Deveriam"; pois muitas vezes adquirimos um produto sem nem espreitar quais os ingredientes nele contidos, confiando na reconhecida "bondade" da marca ou porque vítimas da publicidade.

16 dos mais perigosos aditivos alimentares

1. Os adoçantes artificiais
Os mais populares são o aspartame e a sacarina. O aspartame é uma neurotoxina associada a menor QI (o quociente de inteligência), tumores cerebrais, esclerose múltipla, fadiga crónica e fibromialgia. A sacarina está relacionada com o ganho de peso e o cancro bexiga.
Alternativa natural e saudável: stevia. 

2. Bromato de potássio
Aumenta o volume das carnes, mas é conhecido por causar câncer; também pequenas quantidades podem ser perigosas para os seres humanos. É proibido na Europa, no Canadá, no Brasil, no Peru e na China.

3. Olestra
É um substituto da gordura natural, provoca diarreia e interfere com a capacidade do organismo de absorver nutrientes vitais. É proibido no Reino Unido e no Canadá.

4. Óleo vegetal bromado
Ajuda a preservar o sabor do cozido, mas acumula-se no corpo e provoca problemas de memória e relacionados com os nervos. É proibido em 100 Países

5. Corante caramelo
Em alguns casos pode ser produzido com amônia, classificada como causar de câncer.

6. Glutamato monossódico
É um exaltador de sabor, provoca dores de cabeça, náuseas e obesidade.

7. Xarope de milho rico em frutose (Xarope de frutose)
É um edulcorante, principal fonte de calorias nos Estados Unidos. Aumenta o colesterol "mau" e contribui para o aparecimento do diabetes.

8. Parabenos
Utilizados para evitar fungos e mofo, podem perturbar o equilíbrio hormonal, estão ligados à baixa contagem de espermatozóides e à produção de testosterona. É também presente nos tecidos do câncer de mama.

9. Dióxido de enxofre
Um conservante. Destrói as vitaminas B1 e E, está associado aos problemas bronquiais. O dióxido de enxofre e os seus derivados são utilizados ,apesar da elevada toxicidade, como aditivo alimentar em muitas áreas, em particular na produção de vinho.

Mas é possível encontra-lo também no bacalhau, camarões, enlatados, mariscos frescos ou congelados, nozes, produtos de conserva, azeite, compotas, vinagres, bebidas à base de suco de frutas, cogumelos secos, farinha e flocos de batata, saladas (é utilizado sob forma de spray para manter um aspecto fresco).

10. E20 butylated hydroxyanisole (BHA) e butil-hydrozyttoluene (BHT)
São conservantes, formam compostos que uma vez no organismos provocam o câncer. Proibido na Europa e no Japão. O butil foi o primeiro antioxidante sintético: é uma mistura de substâncias estáveis​​, insolúvel em água, à qual são adicionados outros aditivos, antioxidantes, e que pode ser encontrada em bolos, biscoitos, derivados de cereais, molhos, molhos e sopas prontas, nozes, leite em pó, flocos de batata, aromas alimentares, etc.

Acerca deste aditivo existem opiniões divergentes sobre o seu real grau de toxicidade: alguns especialistas não descartam que o butil-hydroxyanisole possa ser cancerígeno ou estar envolvido num processo de mutação genética, enquanto outros não concordam, argumentando que os experimentos foram realizados em ratos e não em humanos.

Mas apesar das questões citadas, é verdade que o butil-hidroxianisol contribui para aumentar os níveis de colesterol e os lípidos no sangue, tal como promove a formação de enzimas gástricas no fígado, estimulando a destruição de outras substâncias como a vitamina D.

11. Nitrato de sódio/nitrito de sódio
Os nitratos e nitritos são compostos nitrogenados derivados da decomposição de substâncias orgânicas. São componentes essenciais dos fertilizantes naturais, mas são obtidos através de um processo químico e são utilizados tanto para a produção de fertilizantes utilizados na agricultura, quanto como aditivos alimentares. São substâncias conservantes, altamente cancerígenas, uma vez que no interior do corpo parecem te rum efeito particularmente tóxico para o fígado e o pâncreas.

12. Sulfito de sódio
Um conservantes. Relacionado à asma, dores de cabeça, problemas respiratórios e irritações cutâneas .

13. Óleo vegetal parcialmente hidrogenado
Conservante multiusos e agente de solidificação, reduz o colesterol "bom", aumenta o colesterol "mau"ruim e aumenta o risco de ataque cardíaco, os acidente vasculares cerebrais e o diabetes.

14. Azodicarbonamida
Agente de branqueamento de farinha, ligado à asma. Banido na Austrália, Reino Unido e Europa.

15. Corantes alimentares
Variantes: Azul, Vermelho, Verde e Amarelo. Ligados aos problemas comportamentais e baixo QI das crianças (eu devo ter comido muitos corantes na infância...).

Azul # 1 (Azul Brilhante). Existe um estudo que sugere a possibilidade de que o Azul #1 cause tumores nos rins dos ratos. Encontra-se: nos produtos de panificação, bebidas, sobremesas, doces, cereais, medicamentos e outros produtos.
Azul # 2 (Anil). Provoca uma incidência significativa de tumores, especialmente gliomas cerebrais em ratos machos. Encontra-se: em bebidas coloridas, doces, rações animais, outros alimentos e medicamento.
Vermelho # 2 (Vermelho 2G). É tóxico para os roedores em níveis modestos e causa tumores da bexiga e em outros órgãos. Presente nas cascas de laranjas das Florida.
Verde # 3 (Verde Rápido). Tem provocado um aumento significativo dos tumores da bexiga e dos testículos nos ratos machos. Presente: em medicamentos, produtos de higiene pessoal, cosméticos (excepto para a área dos olhos), doces, bebidas, sorvetes, gelados, batons.
Red # 3 (Eritrosina). Reconhecida em 1990 pela FDA como uma substância cancerígena nas tiróides dos animais, é proibida nos cosméticos e medicamentos para uso externo. Presente: medicamentos de via oral, cerejas maraschino, assados.
Vermelho # 40 (Vermelho Allura AC). Este é o corante mais amplamente utilizado. Pode acelerar o aparecimento de tumores do sistema imunitário dos ratos. É também causa de reacções de hipersensibilidade (alergias) nalguns consumidores e pode provocar hiperactividade nas crianças. Presente: nas bebidas, assados​​, sobremesas, doces, cereais, medicamentos e cosméticos.
Amarelo # 5 (Tartrazina). Provoca reacções de hipersensibilidade às vezes grave e pode causar hiperactividade e outros efeitos comportamentais nas crianças. Presente: nos alimentos para animais, vários produtos de panificação, bebidas, sobremesas, doces, cereais, gelatina de sobremesas e muitos outros alimentos, bem como produtos farmacêuticos e cosméticos.
Amarelo # 6 (Amarelo-Laranja S). Provoca tumores supra-renais nos animais e reacções graves de hipersensibilidade. Presente: nos assados, cereais, bebidas, sobremesas, doces, doces da geleia, salsichas, cosméticos e medicamentos.

As variantes: Azul # 1 e # 2, Vermelho # 3 e # 40 e Amarelo # 6 estão relacionadas aos problemas comportamentais e baixo QI nas crianças.

6. Aditivos Alimentares Indirectos
São substâncias não adicionadas directamente aos alimentos mas que mesmo assim acabam no produto final: embalagens de plástico, pesticidas, antibióticos, metais pesados ​​(incluindo o arsénico), hormonas sintéticas injectadas nos animais.

Data: 12.11.2013
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segunda-feira, 25 de março de 2013

Los conservantes y aditivos alimentarios industriales

ECOagricultor el 20 marzo, 2013
Los aditivos son otra componente inseparable del alimento industrializado. Necesidades productivas, comerciales y de conservación, hacen que se utilicengran cantidad de sustancias químicas en el procesamiento de los alimentos masivos, las cuales aportan significativamente al ensuciamiento cotidiano.

Los conservantes son un buen ejemplo de ello. Estos preservantes de alimentos actúan por inhibición de procesos enzimáticos (fermentación, putrefacción, etc). Esto, que resulta benéfico para el alimento que debe conservarse en una góndola, una vez ingerido, continúa produciendo inhibición enzimática en nuestro organismo. Esto afecta a la flora intestinal y al hígado, cuyas funciones dependen de las reacciones enzimáticas que los mismos conservantes bloquean.

La prueba de la acción prolongada en el tiempo de estos conservantes, está dada por los problemas detectados en Estados Unidos con la preservación de los cadáveres humanos. Al exhumar féretros de cierto tiempo, los cuerpos se encuentran intactos y deben ser cremados, a causa de la inhibición que generan los conservantes alimentarios sobre los microorganismos encargados de su natural descomposición. Los conservantes utilizados alimentos y bebidas, pueden ocasionar exacerbaciones de asma, dermatitis, alteraciones sanguíneas (metahemoglobinuria) e incluso, ser uno de los factores desencadenantes de problemas vasculares y angioedema [1].

También están los resaltadores de sabor, como el glutamato monosódico (E621) ó ajinomoto. Este aditivo es un caso ejemplar de cómo se crea un problema, tal como veremos detalladamente en el próximo capítulo. Tras la 2ª Guerra Mundial, el GMS pasó de Japón a las grandes empresas alimentarias de EEUU, quienes masificaron su uso al descubrir que aún mediocres comidas industriales tomaban buen sabor, se comían más y la gente se hacía fiel consumidora.

Al inicio, se advirtió que la ingesta de GMS generaba el conocido “síndrome del restaurante chino”, así llamado por ser de uso muy frecuente en la cocina oriental moderna [2]. Pero luego aparecieron otras evidencias preocupantes que no fueron tomadas en cuenta, al convertirse el GMS en el engranaje adictivoque impulsaba el crecimiento de la gran industria alimentaria; ingeniosamente se acuñó el término nicotina alimentaria.

A través de experiencias en animales y luego en humanos, el GMS se relacionó con déficit de atención (DDA), adicción, alcoholismo, alergias, esclerosis lateral amiotrófica, alzheimer, asma, fibrilación auricular, autismo, diabetes, depresión, mareos, epilepsia, fibromialgia, golpe de calor, hipertensión, hipotiroidismo, hipoglucemia, síndrome de intestino irritable, inflamación, migraña, esclerosis múltiple, obesidad, tumores en hipófisis, ataques de pánico, rosácea, trastornos del sueño, problemas de oído (tinitus), problemas de visión [3].

Sin embargo, el GMS sigue omnipresente en fiambres, hamburguesas, snacks, mezclas de especias, alimentos conservados y procesados, sopas de sobre, cubitos de caldo, papas fritas, comidas de restaurante, aliños para ensaladas, condimentos para carnes grilladas, salsas, mayonesas, etc. En comedores de fábricas, escuelas y hospitales se sirven toneladas de GMS.

Frente a la demanda de alimentos sin GMS, los fabricantes escondieron el glutamato bajo nuevos nombres de ingredientes autorizados por los entes de control: proteína vegetal hidrolizada, suavizante natural de carnes, resaltador de sabor, extracto de levadura, saborizante natural, etc.

Los colorantes representan otro rubro importante de los aditivos que ingerimos cotidianamente y sin necesidad, ya que solo sirven para engañar al consumidor. Los colorantes de síntesis química acumulan gran cantidad de evidencias tóxicas y cancerígenas. El más característico y estudiado es quizás latartrazina, y resulta adecuado para analizarlo a modo de ejemplo.

A este aditivo (a veces disimulado como E102), que proporciona color rojo amarillento a jugos artificiales, gelatinas, gaseosas, postres, salsas, conservas, recubrimiento de medicamentos y caramelos, se lo reconoce responsable de reacciones alérgicas, asma, urticaria, rinitis, manchas en la piel, visión borrosa y bronco espasmos, sobre todo en pacientes alérgicos a la aspirina. Pero el efecto más nocivo se advierte en sus principales destinatarios: puede producir migrañas, insomnio e hiperactividad en niños.

La tartrazina afecta directamente la conducta de los pequeños por dos vías: despierta una reacción pseudo alérgica en el organismo y provoca la consiguiente liberación de histamina, compuesto relacionado con la reacción inmunológica. Pero, cuando el colorante llega al torrente sanguíneo, estimula directamente a las células para que liberen histamina sin activar al sistema inmune. Por ello, no se manifiestan los síntomas propios de la alergia como dilatación de capilares, baja en la presión sanguínea, incremento en la secreción de jugos gástricos y picazón. Pero sí se evidencian cambios anímicos, irritabilidad, insomnio y ansiedad en los niños.

Simultáneamente, la tartrazina actúa en el cerebro alterando los espacios sinápticos (donde se efectúa el intercambio de información entre una neurona y otra), lo que conduce a síntomas similares: falta de concentración, somnolencia e hiperactividad. Es decir, el cuadro de un síndrome de déficit de atención(DDA). Basta ser un consumidor habitual de, por ejemplo, jugos artificiales, para que estos síntomas se hagan presentes. Ello sucede porque se combinan, la dosis continua y el rápido arribo al umbral tóxico, a causa de la baja masa corporal de los niños. La relación entre el consumo de colorante y el aumento en los niveles de histamina, es directamente proporcional.

Pero lo más grave es que los colorantes, como la tartrazina, no actúan solos, sino que forman parte de formulaciones que incluyen saborizantes, aromatizantes, edulcorantes, emulsionantes, gelificantes, tensioactivos, leudantes, antiaglutinantes, estabilizantes, antioxidantes, espesantes y conservantes. Precisamente un reciente estudio británico [4] demuestra que la combinación de colorantes artificiales y conservantes (benzoato de sodio) influye negativamente en el comportamiento de los niños con déficit de atención e hiperactividad (TDAH).

Las “inofensivas” aguas saborizadas que consume “gente que se cuida”, concentran gran cantidad de presencias amenazantes, escondidas bajo inteligibles siglas numéricas (17 componentes en una sola etiqueta). Además de agua y jugo, encontramos: edulcorantes refinados (jarabe de maíz de alta fructosa), edulcorantes sintéticos (sucralosa y acesulfame), cloruro de calcio, bicarbonato de sodio, sulfato de magnesio (sal inglesa), acidulantes (330, 331), conservantes (202, 211), secuestrantes (385), esencias artificiales (dos), colorantes (110, 150).

¿Qué hay detrás de algunos de estos números? Entre los colorantes encontramos el 110 (amarillo ocaso), considerado peligroso (depresor del sistema nervioso, puede producir alergias, parálisis, convulsiones, urticaria, dermatosis, trastornos gástricos) y el 150 (caramelo), también peligroso (puede producir alteraciones en el intestino, deficiencias de vitamina B6 y disminución de glóbulos rojos).

Entre los conservantes tenemos el 202 (sorbato potásico), considerado muy peligroso (puede reaccionar con los nitritos y causar alteraciones en espermatozoides y óvulos, y producir alergias) y el 211 (benzoato sódico), también muy peligroso (puede ser cancerígeno y producir gastritis, trastornos neurológicos, pérdida de peso, diarreas, hemorragias, parálisis, alergias, urticaria, asma, trastornos hepáticos e hiperactividad en niños).

Y como si fuera poco, tenemos el 385 (etilendiamino tetracetato), normalmente usado en bebidas alcohólicas como secuestrante y considerado como peligroso (puede producir diarreas, vómitos, sangre en la orina e impedir la absorción de oligoelementos como cobre, hierro, zinc). Por sentido común ¿hay algún motivo para correr todos estos riesgos? ¿Es necesario saborizar el agua? Si lo es, ¿no es mejor “saborizarse” el agua con unas gotas de limón y una cucharadita de miel o mascabo?

Pero ahora lo novedoso para los niños son las comidas y bebidas interactivas. Nos referimos a productos que cambian de color, forma, textura o sabor al añadirles líquidos o al calentarlos; tortitas que cambian su aspecto al tostarlas, una gaseosa que cambia su sabor si se le añade una pastilla o un helado con un chicle en su interior, que pinta los labios de distintos colores.

Es destacable (y alarmante) que las legislaciones aprueban estos aditivos químicos como aptos para consumo humano, basándose en tolerancias y estudios realizados individualmente, cuando en realidad ingresan al cuerpo en nutridas y peligrosas combinaciones sinérgicas. Un estudio alemán estima que se ingieren anualmente más de 2kg de aditivos químicos por persona.

El problema es su relación con la masa corporal, ya que hay niños que están ingiriendo hasta 400 mg diariosde aditivos, casi 8 veces la dosis usada en experimentos de laboratorio para demostrar su inocuidad individual. Incluso muchos aditivos se autorizan en función a una “dosis diaria admitida”, pero los fabricantes no indican, ni esa dosis ni la cantidad de aditivo presente en el alimento.

[1] Reacción vascular localizada, que afecta a la piel, al tejido celular subcutáneo y a las mucosas. Se manifiesta como una tumefacción. [2] Los síntomas consistían en: cefaleas, opresión torácica, sensación de calor y hormigueo, rigidez y/o debilidad en las extremidades, aturdimiento, enrojecimiento facial y molestias gástricas. [3] Ver www.spofamerica.com, sitio de John Edward Erb, autor del libro “El lento envenenamiento de América” y www.msgtruth.org [4] Estudio de la Universidad de Southampton (GB), publicado en The Lancet, en setiembre 2007.

Link:

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Lista de aditivos nos alimentos - III (clicar no código para mais informações)

  • E-500 Carbonato de sodio Antiaglomerante INOFENSIVO
  • E-501 Carbonato de potasio Antiaglomerante INOFENSIVO
  • E-503 Carbonato de amonio Antiaglomerante INOFENSIVO
  • E-504 Carbonato de magnesio Antiaglomerante INOFENSIVO
  • E-507 Ácido clorhídrico Acidulante EVITAR
  • E-508 Cloruro de potasio Potenciador EVITAR
  • E-509 Cloruro de calcio Estabilizador EVITAR
  • E-510 Cloruro de amonio Emulsionante EVITAR
  • E-511 Cloruro de magnesio Estabilizador EVITAR
  • E-512 Cloruro de estaño Estabilizador EVITAR
  • E-513 Ácido sulfúrico Acidulante EVITAR
  • E-514 Sulfato de sodio Estabilizador EVITAR
  • E-516 Sulfato de calcio Estabilizador EVITAR
  • E-517 Sulfato de amonio Estabilizador EVITAR
  • E-518 Sulfato de magnesio Estabilizador EVITAR
  • E-520 Sulfato de aluminio Estabilizador EVITAR
  • E-521 Sulfato sódico de aluminio Estabilizador EVITAR
  • E-522 Sulfato potásico de aluminio Estabilizador EVITAR
  • E-523 Sulfato amónico de aluminio Estabilizador EVITAR
  • E-524 Hidróxido de sodio Estabilizador PRECAUCIÓN
  • E-525 Hidróxido de potasio Estabilizador EVITAR
  • E-526 Hidróxido de calcio Estabilizador PRECAUCIÓN
  • E-527 Hidróxido de amonio Estabilizador EVITAR
  • E-528 Hidróxido de magnesio Estabilizador INOFENSIVO
  • E-529 Óxido de calcio Estabilizador PRECAUCIÓN
  • E-530 Óxido de magnesio Estabilizador PRECAUCIÓN
  • E-535 Ferrocianuro de sodio Estabilizador PRECAUCIÓN
  • E-536 Ferrocianuro de potasio Estabilizador PRECAUCIÓN
  • E-538 Ferrocianuro de calcio Estabilizador PRECAUCIÓN
  • E-541 Fosfato ácido de sodio y aluminio Emulsionante EVITAR
  • E-542 Fosfato de huesos Emulsionante EVITAR
  • E-544 Polifosfatos de calcio Emulsionante EVITAR
  • E-545 Polifosfatos de amonio Emulsionante EVITAR
  • E-551 Óxido de silicio Antiaglomerante INOFENSIVO
  • E-552 Silicato de calcio Antiaglomerante EVITAR
  • E-553a Silicato de magnesio Antiaglomerante EVITAR
  • E-553b Talco Antiaglomerante EVITAR
  • E-554 Silicato de sodio y aluminio Antiaglomerante EVITAR
  • E-555 Silicato de potasio y aluminio Antiaglomerante EVITAR
  • E-556 Silicato de calcio y aluminio Antiaglomerante EVITAR
  • E-558 Bentonita Antiaglomerante INOFENSIVO
  • E-559 Silicato de aluminio (Caolín) Antiaglomerante PRECAUCIÓN
  • E-570 Ácidos grasos Antiaglomerante INOFENSIVO
  • E-572 Estearato de magnesio Antiaglomerante PRECAUCIÓN
  • E-574 Ácido glucónico Estabilizador INOFENSIVO
  • E-575 Glucono delta lactona Estabilizador INOFENSIVO
  • E-576 Gluconato sódico Estabilizador INOFENSIVO
  • E-577 Gluconato potásico Estabilizador INOFENSIVO
  • E-578 Gluconato cálcico Estabilizador INOFENSIVO
  • E-579 Gluconato ferroso Estabilizador INOFENSIVO
  • E-585 Lactato ferroso Estabilizador INOFENSIVO
  • E-620 Ácido L-glutámico Potenciador EVITAR
  • E-621 Glutamato monosódico Potenciador EVITAR
  • E-622 Glutamato monopotásico Potenciador EVITAR
  • E-623 Glutamato cálcico Potenciador EVITAR
  • E-624 Glutamato amónico Potenciador EVITAR
  • E-625 Glutamato magnésico Potenciador EVITAR
  • E-626 Ácido guanílico Potenciador PRECAUCIÓN
  • E-627 Guanilato sódico Potenciador EVITAR
  • E-628 Guanilato dipotásico Potenciador EVITAR
  • E-629 Guanilato cálcico Potenciador EVITAR
  • E-630 Ácido inosínico Potenciador EVITAR
  • E-631 Inosinato sódico Potenciador EVITAR
  • E-632 Inosinato dipotásico Potenciador EVITAR
  • E-633 Inosinato cálcico Potenciador EVITAR
  • E-634 Ribonucleótidos cálcicos Potenciador EVITAR
  • E-635 Ribonucleótidos disódicos Potenciador EVITAR
  • E-636 Maltol Potenciador EVITAR
  • E-637 Etilmaltol Potenciador EVITAR
  • E-640 Glicina y glicinato sódico Potenciador EVITAR
  • E-650 Acetato de zinc Potenciador PRECAUCIÓN
  • E-900 Dimetilpolisiloxano Revestimiento EVITAR
  • E-901 Cera de abejas Revestimiento INOFENSIVO
  • E-902 Cera candelilla Revestimiento INOFENSIVO
  • E-903 Cera carnauba Revestimiento INOFENSIVO
  • E-904 Goma laca (Shellac) Revestimiento PRECAUCIÓN
  • E-905 Cera microcristalina Revestimiento EVITAR
  • E-907 Poli-L-deceno hidrogenado Revestimiento EVITAR
  • E-912 Ésteres del ácido montánico Revestimiento PRECAUCIÓN
  • E-913 Lanolina Revestimiento PRECAUCIÓN
  • E-914 Cera polietileno oxidada Revestimiento EVITAR
  • E-920 L-Cisteína Estabilizador INOFENSIVO
  • E-927a Azodicarbonamida Oxidante EVITAR
  • E-927b Carbamida Estabilizador INOFENSIVO
  • E-938 Argón Gases INOFENSIVO
  • E-939 Helio Gases INOFENSIVO
  • E-941 Nitrógeno Gases INOFENSIVO
  • E-942 Óxido nitroso Gases INOFENSIVO
  • E-943a Butano Gases PRECAUCIÓN
  • E-943b Isobutano Gases PRECAUCIÓN
  • E-944 Propano Gases PRECAUCIÓN
  • E-948 Oxígeno Gases INOFENSIVO
  • E-949 Hidrógeno Gases INOFENSIVO
  • E-950 Acesulfamo K Edulcorante EVITAR
  • E-951 Aspartamo Edulcorante EVITAR
  • E-952 Ciclamato Edulcorante EVITAR
  • E-953 Isomaltosa Edulcorante PRECAUCIÓN
  • E-954 Sacarina Edulcorante EVITAR
  • E-955 Sucralosa Edulcorante EVITAR
  • E-957 Taumatina Edulcorante PRECAUCIÓN
  • E-959 Neohesperidina DC Edulcorante INOFENSIVO
  • E-965i Maltitol Edulcorante PRECAUCIÓN
  • E-965ii Jarabe de Maltitol Edulcorante PRECAUCIÓN
  • E-966 Lactitol Edulcorante PRECAUCIÓN
  • E-967 Xilitol Edulcorante EVITAR
  • E-999 Extracto de Quilaya Espumante PRECAUCIÓN
  • E-1100 Amilasa Enzima PRECAUCIÓN
  • E-1103 Invertasa Enzima INOFENSIVO
  • E-1105 Lisozima Conservante PRECAUCIÓN
  • E-1200 Polidextrosa Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1201 Polivinilpirrolidona Clarificante EVITAR
  • E-1202 Polivinilpolipirrolidona Clarificante EVITAR
  • E-1404 Almidón oxidado Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1410 Fosfato de monoalmidón Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1412 Fosfato de dialmidón Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1413 Fosfato dialmidón fosfatado Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1414 Fosfato dialmidón acetilado Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1420 Almidón acetilado Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1422 Adipato dialmidón acetilado Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1440 Hidroxipropil almidón Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1442 Fosfato dialmidón hidroxipropilado Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1450 Octenil succinato sódico Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1451 Almidón oxidado acetilado Espesante PRECAUCIÓN
  • E-1505 Citrato de trietilo Disolvente EVITAR
  • E-1517 Diacetato de glicerilo Disolvente EVITAR
  • E-1518 Triacetato de glicerilo Disolvente EVITAR
  • E-1519 Alcohol bencílico Disolvente PRECAUCIÓN
  • E-1520 Propilenglicol Disolvente EVITAR
Link:
http://aditivos-alimentarios.blogspot.com.es/2010/12/lista-de-aditivos.html

Lista de aditivos nos alimentos - II (clicar no código para mais informações)

  • E-400 Ácido algínico Espesante INOFENSIVO
  • E-401 Alginato sódico Espesante INOFENSIVO
  • E-402 Alginato potásico Espesante INOFENSIVO
  • E-403 Alginato amónico Espesante INOFENSIVO
  • E-404 Alginato cálcico Espesante INOFENSIVO
  • E-405 Alginato de propilenglicol Espesante PRECAUCIÓN
  • E-406 Agar-agar Espesante INOFENSIVO
  • E-407 Carragenanos Espesante EVITAR
  • E-407a Algas euchema procesadas Espesante EVITAR
  • E-410 Goma garrofín o algarrobo Espesante INOFENSIVO
  • E-412 Goma guar Espesante INOFENSIVO
  • E-413 Goma tragacanto o aldragante Espesante INOFENSIVO
  • E-414 Goma arábiga Espesante INOFENSIVO
  • E-415 Goma xantana Espesante PRECAUCIÓN
  • E-416 Goma karaya Espesante PRECAUCIÓN
  • E-417 Goma tara Espesante INOFENSIVO
  • E-418 Goma gellan Espesante INOFENSIVO
  • E-420 Sorbitol Edulcorante PRECAUCIÓN
  • E-425 Goma de konjac Espesante INOFENSIVO
  • E-430 Estearato polioxietileno 8 Estabilizador EVITAR
  • E-431 Estearato polioxietileno 40 Estabilizador EVITAR
  • E-432 Monolaurato de sorbitán polioxietilenado. Polisorbato 20 Estabilizador EVITAR
  • E-433 Monooleato de sorbitán polioxietilenado. Polisorbato 80 Estabilizador EVITAR
  • E-434 Monopalmitato de sorbitán polioxietilenado. Polisorbato 40 Estabilizador EVITAR
  • E-435 Monoestearato de sorbitán polioxietilenado. Polisorbato 60 Estabilizador EVITAR
  • E-436 Triestearato de sorbitán polioxietilenado. Polisorbato 65 Estabilizador EVITAR
  • E-440a Pectinas Espesante INOFENSIVO
  • E-440b Pectinas amidadas Espesante INOFENSIVO
  • E-441 Gelatina Espesante EVITAR
  • E-442 Fosfátidos de amonio Emulsionante PRECAUCIÓN
  • E-444 Acetato isobutirato de sacarosa Emulsionante PRECAUCIÓN
  • E-445 Ésteres glicéridos de colofonia de madera Estabilizador INOFENSIVO
  • E-450a Difosfatos disódicos pirofosfatos Estabilizador EVITAR
  • E-450b Difosfato trisódico tetrasódico tetrapotásico dicálcico Estabilizador EVITAR
  • E-451 Trifosfato de pentasodio o de pentapotasio Estabilizador EVITAR
  • E-452 Polifosfato de sodio o de potasio Estabilizador EVITAR
  • E-459 Beta-ciclodextrina Estabilizador PRECAUCIÓN
  • E-460 Celulosa microcristalina Emulsionante EVITAR
  • E-461 Metilcelulosa Emulsionante EVITAR
  • E-463 Hidroxipropilcelulosa Emulsionante EVITAR
  • E-464 Hidroxipropilmetilcelulosa Emulsionante EVITAR
  • E-465 Etilmetilcelulosa Emulsionante EVITAR
  • E-466 Carboximetilcelulosa de sodio Emulsionante EVITAR
  • E-468 Carboximetilcelulosa de sodio reticulada Emulsionante EVITAR
  • E-469 Carboximetilcelulosa de sodio hidrolizada enzimáticamente Emulsionante EVITAR
  • E-470a Sales de sodio, potasio y calcio de los ácidos grasos Emulsionante INOFENSIVO
  • E-470b Sales de magnesio de los ácidos grasos Emulsionante INOFENSIVO
  • E-471 Mono y diglicéridos de los ácidos grasos Emulsionante EVITAR
  • E-472a Ésteres acéticos de los mono y diglicéridos de los ácidos grasos EmulsionanteEVITAR
  • E-472b Ésteres lácticos de los mono y diglicéridos de los ácidos grasos Emulsionante EVITAR
  • E-472c Ésteres cítricos de los mono y diglicéridos de los ácidos grasos Emulsionante EVITAR
  • E-472d Ésteres tartáricos de los mono y diglicéridos de los ácidos grasos Emulsionante EVITAR
  • E-472e Ésteres monoacetiltartárico y diacetiltartárico de los mono y diglicéridos de los ácidos grasos Emulsionante EVITAR
  • E-472f Ésteres mixtos acéticos y tartáricos de los mono y diglicéridos de los ácidos grasos Emulsionante EVITAR
  • E-473 Sucroésteres de los ácidos grasos Emulsionante EVITAR
  • E-474 Sucroglicéridos Emulsionante EVITAR
  • E-475 Ésteres poliglicéridos de los ácidos grasos Emulsionante PRECAUCIÓN
  • E-476 Polirricinoleato de poliglicerol Emulsionante PRECAUCIÓN
  • E-477 Ésteres de propilenglicol de los ácidos grasos Emulsionante EVITAR
  • E-479b Aceite de soja oxidado Emulsionante EVITAR
  • E-481 Estearoil-2-lactilato sódico Emulsionante INOFENSIVO
  • E-482 Estearoil-2-lactilato cálcico Emulsionante INOFENSIVO
  • E-483 Tartrato de estearilo Emulsionante INOFENSIVO
  • E-491 Monoestearato de sorbitán Emulsionante EVITAR
  • E-492 Triestearato de sorbitán Emulsionante EVITAR
  • E-494 Monooleato de sorbitán Emulsionante EVITAR
  • E-495 Monopalmitato de sorbitán Emulsionante EVITAR
  • E-496 Polietilenglicol 6000 Disolvente EVITAR
Link:
http://aditivos-alimentarios.blogspot.com.es/2010/12/lista-de-aditivos.html