domingo, 10 de novembro de 2013

A Pimenta‏

Pimenta (Piri-piri)

Quem coloca a pimenta no dia-a-dia está levando, além de tempero, uma série de medicamentos naturais: analgésico, anti-inflamatório, xarope, vitaminas, benefícios que os povos primitivos descobriram há milhares de anos que agora estão sendo comprovados pela ciência. 

A pimenta do reino faz bem à saúde e seu consumo é essencial para quem tem enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado. A pimenta traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorroidas.. Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! A substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde. 

No caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina. Na pimenta vermelha, é a capsaicina. Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica! O mecanismo é simples: Assim que você ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina ativam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria pegando fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica úmido, tudo isso no intuito de refrescá-lo. Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca estava pegando fogo, inicia, de pronto, a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um tipo de barato, um estado alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro. 

E tudo isso sem nenhuma gota de álcool! 

Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina é produzida! E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca. E tem mais: as substâncias picantes das pimentas (capsaicina e piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago. Possuem efeito carminativo (antiflatulência). Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente. Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente ação antioxidante (antienvelhecimento) da capsaicina e piperina. Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que a pimenta, tanto do gênero Piper (pimenta-do-reino) como do Capsicum (pimenta vermelha), tem qualidades farmacológicas importantes. Além dos princípios ativos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA celular. Também contém bioflavonoides, pigmentos vegetais que previnem o câncer. 

Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde. Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose. Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem. Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que a pimenta não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorroidas, gastrite ou hipertensão 

Baixa imunidade - A pimenta tem sido aplicada em diversas partes do mundo no combate à aids com resultados promissores. 

Câncer - Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade. Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses desse mesmo princípio ativo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afetação das células pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais. Já em Taiwan os médicos observaram a morte de células cancerosas do esôfago. 

Depressão - A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de alerta, que está associado tb à melhora do ânimo em pessoas deprimidas. 

Enxaqueca - Provoca a liberação de endorfinas, analgésicos naturais potentes, que atenuam a dor. 

Esquistossomose - A cubebina, extraída de um tipo de pimenta asiática, foi usada em uma substância semi-sintética por cientistas da Universidade de Franca e da Universidade de São Paulo. Depois do tratamento (que tem baixa toxicidade e, por isso, é mais seguro), a doença em cobaias foi eliminada. 

Feridas abertas - É anti-séptica, analgésica, cicatrizante e anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado diretamente sobre a pele machucada.

Gripes e resfriados - Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de uma pequena pimenta malagueta por dia, como se fosse uma pílula.

Hemorroidas - A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem remédios com pimenta para uso tópico. 

Infecções - O alimento combate as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa. Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.

Males do coração - A pimenta caiena tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardíaco em 30 segundos.. Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e ativam a circulação arterial.

Obesidade - Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que a pimenta derrete os estoques de energia acumulados em forma de gordura corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termogênese) e, para dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.

Pressão alta - Como tem propriedades vasodilatadoras, ajuda a regularizar a pressão arterial.

- Bom, né?.
 
Data: 09.11.2011
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Las asombrosas propiedades de la Cúrcuma

Do site:
http://verdealegria.com

Por Alejandra on

La naturaleza nos brinda grandes regalos para cuidar nuestra salud y bienestar. Uno de ellos es la cúrcuma. Hace mucho tiempo había oído hablar de ella, pero es hace poco tiempo que comencé a utilizarla con más frecuencia. Creo que no es una exageración el decir que la cúrcuma está, con razones más que suficientes, en el grupo de los “súper-alimentos”. Sus propiedades medicinales conocidas, son muy efectivas para tratar varias enfermedades complejas, entre las que se cuentan distintos tipos de cáncer.

Uno de sus principales componentes, la curcumina, ha sido extensamente investigada alrededor del mundo, probando una y otra vez que las propiedades de la cúrcuma pueden jugar un papel relevante en la dieta habitual. De hecho, ya se han identificado 175 efectos fisiológicos beneficiosos para la salud, sin contar los potenciales, que suman un número aún mayor.

¿Qué es la cúrcuma?

Es una especia originaria de la india, y muy consumida en Asia. Era considerada como una planta sagrada por los indios, que veían en la cúrcuma la esencia física de la madre tierra. Se cultiva la cúrcuma por sus rizomas o tallos, los cuales eran utilizados como una potente medicina para prevenir y tratar distintas dolencias, como por ejemplo, flatulencia, dolor en el pecho, golpes, dolor de muelas y antiinflamatorio.

La cúrcuma en polvo tiene un sabor muy particular. Ligeramente picante y amargo, pero agradable. Recuerda mucho a otras raíces, como por ejemplo, el jengibre y el rábano. Tiene un color amarillo anaranjado muy característico, además de un aroma muy particular.

La cúrcuma en polvo no es lo mismo que la cúrcuma fresca. Cuando está fresca es más similar al jengibre en textura y sabor. Usualmente se consume más la versión disecada y en polvo. Ambas formas de consumir la cúrcuma son buenas. En caso de que consigas cúrcuma fresca, puede ser muy fácil que te manches cuando quieras consumirla. Un tip casero para sacar las manchas de cúrcuma es usar un poco de jugo de limón.

La cúrcuma es muy usada para preparar otros alimentos, como la mostaza y el curry. De hecho, puedes mezclarla con otras especias, como por ejemplo, el pimiento negro. Esta combinación es muy recomendada por los chefs, ya que forman un complemento perfecto para conseguir un sabor equilibrado e intenso a la vez, y además potencia aún más los efectos de la cúrcuma, al facilitar su absorción.

Los beneficios de la cúrcuma para nuestra salud
Una de las principales características de la cúrcuma es la de ser un poderoso antiinflamatorio. Donde más se concentra esta propiedad es en la curcumina, compuesto que se piensa, es el principal “principio activo” de la cúrcuma. Tanto es así, que la cúrcuma es más potente que muchas drogas ampliamente usadas en el mercado, como por ejemplo, el ibuprofeno, la hidrocortisona y la aspirina.

Pero no solo eso. La cúrcuma no tiene las consecuencias asociadas al uso de drogas sintéticas, como alergias, úlceras, sangrado intestinal entre otras, puesto que no tiene niveles de toxicidad que hagan inseguro su uso. Incluso en comparación con agentes de quimioterapia, la cúrcuma sale vencedora.

Dado que la cúrcuma tiene este importante efecto antiinflamatorio, se puede usar para tratar algunas enfermedades relacionadas con la inflamación de los tejidos:

Enfermedades intestinales. 

Algunos problemas de salud complejos como la enfermedad de Crohn y la colitis ulcerosa, pueden ser tratados con el uso de cúrcuma. Investigaciones muestran que ese efecto se produce no sólo por la cantidad de antioxidantes presentes en la cúrcuma, sino que también por su efecto inhibidor un agente inflamatorio celular llamado NF kappa-B. Incluso con bajas dosis de cúrcuma, puede notarse este efecto.

Artritis Reumatoide.

La cúrcuma es también un poderoso antioxidante, y por lo tanto combate los efectos de los radicales libres que dañan las células sanas. En pruebas comparativas con fármacos especializados en combatir la artritis reumatoide, la cúrcuma tiene mejor desempeño al combinar su poder antioxidante y antiinflamatorio.

Pero además la cúrcuma cuenta con otras propiedades importantes como por ejemplo:
Impide el crecimiento de células cancerígenas.

Se han encontrado interesantes correlaciones entre consumo habitual de curcumina, con bajos índices de cáncer de mama, de colon, cáncer de pulmón y cáncer de próstata. Un estudio realizado en la Universidad de Texas y publicado en Biochemical Pharmacology (2005) mostró que el uso de curcumina en ratones que fueron inyectados con células humanas con cáncer de mama, disminuía significativamente el crecimiento de células cancerosas, impidiendo que se ramificara a otros órganos.

Protección contra enfermedades cardiacas.

Producto de la acción antioxidante de la cúrcuma, es posible contrarrestar los efectos del colesterol en el cuerpo. Es importante recordar que es el colesterol oxidado lo que daña las paredes arteriales facilitando la acumulación de grasa con el consiguiente avance de la arterosclerosis y el riesgo de ataques cardiovasculares o derrames cerebrales.

Por otra parte, la cúrcuma es rica en vitamina B6, que mantiene a raya los niveles de homocisteína, sustancia que daña los vasos sanguíneos. Una investigación mostró como un grupo de voluntarios que consumía 500mg de curcumina durante 7 días reducían en un 33% los niveles de colesterol, mientras que al mismo tiempo subían los índices del llamado “colesterol bueno” en 29%.

Cúrcuma para prevenir el Alzheimer.

Diversos estudios indican que la cúrcuma puede ser útil para combatir enfermedades neurodegenerativas como el Alzheimer. Una de las causas que explican la aparición de esta enfermedad es un fragmento de proteína llamada amiloide-B se acumula en el cerebro produciendo inflamación y facilitando la acción de radicales libres. Los principios activos presentes en la cúrcuma potencian el sistema inmunológico destruyendo la formación de placas de amiloide-B.

La cúrcuma es una planta casi milagrosa. No presenta efectos secundarios, pero en el caso de mujeres embarazadas se debe evitar su uso, principalmente porque retarda la coagulación de la sangre, convirtiéndose en un riesgo de cara a un parto.

Ya lo sabes, incorpora la cúrcuma en tu dieta habitual. La naturaleza nos entrega estos regalos increíbles, que nos recuerdan que finalmente las respuestas están más cerca de lo que pensamos…


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