sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Arte, fatos e matos - 1. Capuchinha

Arte, fatos e matos - 1. Múltiplos usos da capuchinha

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Fitoterapia - 12. Cúrcuma

Fitoterapia - 11. #fitoterapia

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Fitoterapia - 11. Capim-limão

Fitoterapia - 12. #fitoterapia

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Fitoterapia - 10. Chapéu-de-couro

Fitoterapia - 13. #fitoterapia

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Fitoterapia - 9. Alcachofra

Fitoterapia - 14. #fitoterapia

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Fitoterapia - 8. Hamamélis

Fitoterapia - 15. #fi

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Fitoterapia - 7. Anador

Fitoterapia - 17. #fitoterapia

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Fitoterapia - 6. Anis-estrelado

Fitoterapia - 16. #fitoterapia

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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Importância das Plantas na Pesquisa Biomédica: uso medicinal e como mode...

"Bioinformática" Parte 2

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Astronomia - Terceira Temporada

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CONTROLE NATURAL DE PRAGAS

Difundindo a prática da agroecologia

Conexão Ambiental TBC - 26.09.16 - Agroecologia

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Transtornos alimentares e suas influências

Elaine Lopes, psicóloga graduada pela Universidade Católica de Santos e também especialista em transtornos alimentares e obesidade, fala sobre as características dos diferentes tipos de distúrbios e como eles podem afetar o cotidiano

A maneira com que o indivíduo se relaciona com seu próprio corpo e com sua mente é um fator que, na maioria das vezes, define como ele irá lidar com as diversas áreas de sua vida. Quando sente dificuldade em encarar suas angústias ou, até mesmo, pequenas questões do dia-a-dia, pode optar por descarregar suas frustrações na maneira como se alimenta. Por isso, é extremamente importante ficar atento às mudanças bruscas nos hábitos alimentares daqueles que estão próximos, pois podem ser um indicativo de que esteja sofrendo de algum distúrbio.

Os transtornos alimentares possuem características diferentes, mas todos podem trazer consequências que afetam o desenvolvimento pessoal, social e profissional, pois fazem com que a pessoa se preocupe exacerbadamente com sua imagem e isso passa a ser sua prioridade. Assim, passam a se sentir culpadas quando se alimentam ou se tornam fixadas em determinado tipo de alimentação. Além disso, existe também quem sofre de compulsão por comer, onde se perde o controle sobre o que é consumido e tem a sensação de insatisfação constante.

A bulimia, por exemplo, é caracterizada pela necessidade de expulsar do organismo aquilo que se considera excessivo e que pode prejudicar a manutenção do físico e o emagrecimento. Nesse processo de expurgo comumente são utilizados laxantes, indução de vômito ou, até mesmo, prática de exercícios em excesso. “A pessoa bulímica geralmente possui um pensamento perfeccionista e extremamente autocrítico e o ato de se alimentar está carregado de emoções com as quais ele não sabe lidar”, explica Elaine Lopes. Muitas vezes o indivíduo também sente vergonha de admitir o que come e é muito comum que ele esconda a comida. Outro fator preocupante é o sentimento de culpa que o invade após esses episódios podendo levá-lo, em casos extremos, ao suicídio.

Já a anorexia se caracteriza, principalmente, pelo temor intenso de adquirir peso. Nesse caso, há a recusa de manter o peso mínimo considerado saudável para sua idade e altura. Existe a rejeição de ingerir alimentos, pois acredita que já está acima do peso. De acordo com Elaine, as exigências e a cultura da beleza que se estabelecem atualmente em nossa sociedade fazem com que a pessoa desenvolva uma imagem distorcida de si. “Ela passa a se enxergar de uma maneira totalmente diferente do que realmente é. Desta forma, começa a buscar alternativas para chegar àquela forma física que acredita ser a ideal e deixa de se alimentar de forma saudável”, ressalta.

Mas também existem aqueles que se tornam obcecados em alimentação saudável e sofrem da chamada ortorexia. Essa condição ainda não é reconhecida pelos manuais diagnósticos e estáticos de transtornos mentais e consiste na busca excessiva por hábitos alimentares saudáveis. “Por demonstrarem uma preocupação demasiada em consumir apenas alimentos saudáveis, os ortoréxicos acabam excluindo alguns grupos de seu cardápio, sem fazer a substituição adequada. Desta forma, ficam suscetíveis a diversas enfermidades”, alerta a psicóloga.

Assim como a falta de alimentação ou obsessão por alimentos saudáveis, a compulsão por comida também é um transtorno que deve ser tratado de forma adequada. “Esse distúrbio pode ser identificado quando se observa a perda do controle sobre o que é consumido, comer sem limites, mastigar e engolir rápido e esconder seus hábitos alimentares. Todos esses comportamentos, em sua maior parte, são acompanhados da culpa, pois existe a consciência de que não há necessidade de comer tanto”, afirma Elaine. Além disso, a compulsão pode ser o gatilho para desencadear outros transtornos como anorexia e bulimia nervosa. “É preciso o auxílio da psicoterapia para identificar o que causa essa compulsão e tratá-la, para que não evolua”.

Ainda segundo a psicóloga, geralmente é possível evitar os primeiros indícios de transtornos alimentares ainda na infância. “Nessa fase a criança sofre a influência direta dos pais, na sua criação e desenvolvimento. Por isso é fundamental cultivar a ideia de corpo saudável e bonito, independente da silhueta e do peso”, orienta. Desta forma, existe a possibilidade de impedir que a situação se agrave e evolua para um quadro de distúrbios mais severos.

É importante ressaltar que, para se classificar um transtorno alimentar, é necessário que haja a distorção da imagem corporal, ou seja: a forma que a pessoa se vê não corresponder a forma que ela de fato é. E ao observar sinais de que o problema já existe, é preciso procurar sempre um profissional para obter um diagnóstico exato e iniciar um tratamento, quando necessário. “A psicoterapia pode ser necessária para auxiliar a pessoa a lidar com as questões que desencadeiam esses distúrbios, algumas vezes deve ser aliada à psiquiatria e também ao acompanhamento de um nutricionista, que trará orientação sobre a maneira correta de se alimentar”, finaliza Elaine.

Sobre Elaine Lopes – Elaine é psicóloga, especialista em transtornos alimentares e obesidade, possui formação em Master Practitioner em PNL e Coach Sistêmico. Atualmente é sócia-proprietária e responsável pela divisão de saúde e bem-estar da Soar Desenvolvimento Humano.

in EcoDebate, 19/09/2016

Campanha #salveoboto: vítima da ação humana, boto-cinza pode desaparecer em 10 anos

Vítima da ação humana, golfinho pode desaparecer em 10 anos
Na Lista da Fauna Brasileira de Espécies Ameaçadas de Extinção (Portaria MMA 44417/2014), o boto-cinza sente, a cada dia, o cerco se fechando. Os cerca de 800 exemplares que ainda existem na Baía de Sepetiba (RJ) – local que concentra a maior população de botos-cinza do mundo – estão encurralados de um lado pelo desenvolvimento portuário, industrial e urbano e do outro pela pesca predatória que avança e acaba com os peixes dos quais eles se alimentam.

Como não têm o hábito de migrar, os animais dependem, exclusivamente, do equilíbrio do local onde vivem, e um dos grandes riscos para a sobrevivência do golfinho é a poluição. Com a chegada de grandes indústrias na região portuária da baía – cerca de 450 , os botos sofrem com as concentrações de metais pesados, que afetam seus sistemas imunológicos e hormonais, deixando os animais mais suscetíveis a doenças de pele, ossos.

O rápido crescimento da região também fez com que os botos-cinza e os pescadores artesanais tivessem que disputar espaços de pesca. A baía, que tem 536 Km², abriga três terminais portuários e um estaleiro da Marinha. Os empreendimentos têm direito às chamadas áreas de exclusão, locais onde a atividade pesqueira é proibida. Com isso, os pescadores artesanais são empurrados para a área que os botos-cinza costumam habitar. Em alguns casos, o boto fica preso nas redes de emalhe e não consegue subir à superfície para respirar, quando não se machuca em equipamentos, como anzóis.

Como se não bastassem esses problemas, o boto também disputa comida com os grandes barcos ilegais que cometem pesca predatória na região. Os grandes pesqueiros buscam peixes da cadeia alimentar do boto-cinza, que acabam morrendo por desnutrição. A pesca ilegal também não respeita o período de defeso (quando a pesca é proibida) dos peixes consumidos pelo golfinho.


Campanha – De 18 setembro a 8 de outubro, o MPF promove a campanha #SalveoBoto, nas redes sociais do órgão, com vídeos, posts e matérias sobre o tema. Realizada em parceria com a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e o Instituto Boto Cinza, a campanha estimula o uso da hashtag #SalveoBoto com objetivo de mobilizar internautas e organizações a derem visibilidade ao risco de extinção do boto-cinza.

Saiba mais em www.salveoboto.mpf.mp.br.

Do MPF, in EcoDebate, 03/10/2016

A formação continuada do professor, artigo de Ana Regina Caminha Braga

Foto: Arquivo/Agência Brasil

[EcoDebate] O professor dentro da abordagem tradicional de ensino podia preencher o quadro negro com o conteúdo, as crianças copiavam e respondiam às perguntas ou realizavam os exercícios sem interromper ou questionar sua prática e permaneciam sem exemplificação para suas dúvidas, o que impedia uma melhor compreensão do assunto. Nessa abordagem, não havia espaço e nem autonomia de pensamento ou liberdade de expressão em sala de aula. O professor falava, transmitia o conteúdo, realizava as tarefas e os exercícios, e todo aquele conhecimento era recebido como absoluta verdade.

Por outro lado, na metodologia interacionista, o professor já pode ser visto de outra maneira, em função dos avanços da educação nas suas questões básicas em prol do conhecimento/aprendizagem, bem como dos Regulamentos e Leis que amparam todo o processo de ensinar e aprender. Dessa maneira, busca-se um ensino e uma prática diferenciados, em que o professor não esteja mais tão adepto da abordagem tradicional, mas compreenda a importância de interagir com seus alunos. Na sua prática pedagógica é possível construir um planejamento com possibilidades reflexivas, em que eles participam e contam com a mediação do professor no seu desenvolvimento/aprendizagem.

O docente não precisa deixar o que aprendeu com as abordagens anteriores, mas é oportuno utilizar uma metodologia e estratégia adequada para ensinar o conteúdo para seus alunos, de maneira que estes sejam motivados a aprender sem a necessidade da presença do professor/professora de forma dependente em suas atividades.

É compreensível que o professor encontre dificuldades em modificar suas práticas anteriores, mas é importante a elaboração de uma visão menos conteudista, em que os alunos apenas recebem as informações. É preciso que eles consigam transformar a informação em conhecimento e construam um sentido e significado para cada aprendizagem e assim possam facilitar suas relações e inferências com o mundo.

A escolha adequada da metodologia em sala de aula facilita o andamento das atividades tanto para os alunos como para o professor, pois ele está inserido dentro de um contexto que contempla os objetivos do seu planejamento de aula. É preciso que o profissional tenha um espaço que lhe possibilita visualizar as facilidades e as limitações de cada conteúdo colocado para a turma.

O foco é proporcionar ao aprendiz uma prática pedagógica na qual ele tenha suas habilidades exploradas e a oportunidade de evoluir como aprendiz, estando preparado para desenvolver seu papel, superando obstáculos e refazendo-se quando for necessário para rever ou recomeçar o desenvolvimento das aprendizagens, sejam elas sistemáticas e assistemáticas.

Por isso, a importância do papel que precisa desenvolver dentro de sala de aula, considerando que, além do aluno permanecer parte do seu tempo em sala de aula, é de sua responsabilidade externar e evidenciar na prática pedagógica seu conhecimento teórico como profissional para planejar e organizar as atividades, o espaço e as estratégias a serem utilizadas com o objetivo de motivar o aluno a aprender, e dessa maneira construir um ambiente no qual ele possa desenvolver o maior número de habilidades possível.

Elaborar uma aula não é preparar uma bela lição em que se preveem as perguntas e as respostas dos alunos. É preparar-se para estar à escuta, para se adaptar aos modos de resolução, de raciocínio dos alunos para levá-los a que tomem consciência deles, com finalidade de modificar, fazer evoluir e formalizá-los em competências transferíveis.

É importante que o professor esteja preparado para oferecer ao aluno uma prática pedagógica que o proporciona a autonomia ao desenvolver uma atividade. É preciso estar disponível para ouvir questionamentos, posicionamento quanto ao conteúdo transmitido para ter a facilidade e a habilidade de instiga-lo a superar aquilo que fora proposto em sala de aula.

*Ana Regina Caminha Braga (https://anareginablog.wordpress.com/) é escritora, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar.

in EcoDebate, 05/10/2016
"A formação continuada do professor, artigo de Ana Regina Caminha Braga," in Portal EcoDebate, ISSN 2446-9394, 5/10/2016, https://www.ecodebate.com.br/2016/10/05/a-formacao-continuada-do-professor-artigo-de-ana-regina-caminha-braga/.

Bullyng: como pais e professores devem lidar?

Especialista fala sobre a prática do bullyng e dá dicas de como o problema deve ser encarado
Bullyng. Imagem: EBC

O Bullying é um tema que está em recorrente discussão, principalmente no âmbito escolar, onde cada dia mais casos são relatados por parte dos adolescentes e crianças. Porém, tal atitude não fica apenas na escola, e acaba afetando outras instâncias da vida das pessoas que sofrem com essa “violência”.

Para Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, é importante consolidar seus conceitos e lutar para o combate de sua progressão no meio escolar. “O papel que a escola precisa desempenhar em relação ao bullying com as crianças, é o de amenizar qualquer distância que menospreza ou impossibilita o outro de mostrar o seu potencial”, explica a especialista. Segundo a Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (APRAPIA), o bullying está relacionado a todas as formas de atitudes agressivas, realizadas de forma voluntária e repetitiva sem motivação evidente, cometidas por um ou mais estudantes contra outro, causando dor e angústia e realizada dentro de uma relação desigual de poder.

No Brasil, 20% dos estudantes alegam já ter praticado algum tipo de bullying, tals dados foram levantados pelo IBGE, que entrevistou mais de 100 mil alunos de escolas públicas e particulares de todo o Brasil. Na mesma pesquisa, 51,2% dos estudantes não souberam especificar um motivo para ter cometido tal agressão. A maioria dos casos está relacionada à aparência do corpo, seguida da aparência do rosto, raça/cor, orientação sexual, religião e região de origem. Geralmente, tais atos acontecem sem o conhecimento dos pais e professores, com consequências graves como o medo e insegurança, que atrapalham não só os estudos, como a vida pessoal daquela criança ou adolescente.

De acordo com Ana Regina, a escola precisa trabalhar e se desenvolver para que a tomada de consciência aconteça de modo geral, desde a equipe pedagógica, o administrativo até os discentes. “Devemos estar atentos para detectar o processo e trabalhar em prol dos alunos vitimizados pelo Bullying. Essa mobilização talvez seja uma alternativa para diminuir tal sofrimento. Cabe também ao núcleo escolar proporcionar aos alunos a participação em feiras culturais, exposições, diálogo com outros colegas e assim por diante, deixando-os mais à vontade no meio”, detalha.

Segundo a especialista, essas crianças e adolescentes chegam aos consultórios com bastante dificuldade e sofrimento, e, infelizmente, a maior parte delas não terá atendimento adequado, e, em alguns casos, nem o reconhecimento da situação. Por isso, para a melhor forma de combater o bullying é investir em prevenção e estimular a discussão aberta com todos os atores da cena escolar, incluindo pais e alunos. Orientar os pais para que possam ajudar, pois os mesmos devem estar sempre alertas para o problema, seja o filho vítima ou agressor, ambos precisam de ajuda e apoio psicológico.

“Quem é vítima de tal ato, acaba desestimulada a frequentar as aulas por medo de ser humilhada. O Bullying é um problema sério que precisa ser extinto, com o apoio do colégio, pais e próprios alunos. É o tipo mais frequente e visível da violência juvenil. Administrar o problema nas escolas é fundamental por ser um local de socialização das crianças e o segundo ambiente de convívio depois do familiar”, completa a especialista.

Colaboração de Bruna Bozza, in EcoDebate, 06/10/2016

Desigualdade social é principal motivo de mortes por uberculose

Mesmo estando disponíveis no Brasil, recursos para prevenção e tratamento da doença não alcançam a população com maior vulnerabilidade social
Foto: Leon Rodrigues/Secom/PMSP

Estudo realizado pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP em parceria com o Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) de Lisboa, Portugal, aponta que a desigualdade social tem forte impacto na mortalidade por tuberculose.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, o Brasil ocupa a décima oitava posição no ranking entre os 22 países que concentram 80% dos casos de tuberculose, com 73 mil novos diagnósticos e 4.477 mortes por ano. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses números são injustificáveis, pois o sistema de saúde do Brasil possui todos os recursos necessários para o diagnóstico e tratamento da doença.

Para entender esse descompasso, o professor Ricardo Alexandre Arcêncio, da EERP, e a professora Inês Fronteira, do IHMT, iniciaram estudo para saber quais os motivos que levam a tuberculose a fazer tantas vítimas. Os resultados mostraram que a causa não é única. O fator mais relevante é a falta de acesso aos recursos da área da saúde, que, mesmo existentes, não alcançam a população com maior vulnerabilidade social, consequentemente, a mais atingida pela doença.

Multidroga-resistência

A multidroga-resistência acontece quando o bacilo (bactéria) se torna resistente aos dois principais medicamentos para tratamento da doença. A ciência já comprovou que, atualmente, isso acontece em várias doenças, inclusive a tuberculose, e se dá por conta do uso indiscriminado de antibióticos. Outro fator que leva à multidroga-resistência da tuberculose é a falta de investimentos da indústria farmacêutica, como relata Arcêncio. “Como é uma doença da pobreza, a indústria farmacêutica não está interessada em desenvolver novos fármacos para a tuberculose.”


A medicina está utilizando os mesmos antibióticos de 1960.”

Outro dado apontado pelo estudo dos pesquisadores lusófonos é a relação direta da tuberculose com o vírus do HIV. Dos 22 países que mais têm concentração de pessoas com tuberculose, quase todos também têm um quadro preocupante de HIV. “O HIV é fator de risco para o desenvolvimento da tuberculose, que é uma doença oportunista”, explica o professor.
Compromisso de diminuição de 95% dos casos

Recentemente, o Brasil firmou compromisso com a OMS de reduzir, até 2035, 95% dos óbitos por tuberculose por meio da estratégia Fim da TB. No entanto, para os pesquisadores, isso é pouco provável de se concretizar. Segundo Arcêncio, o estudo evidenciou a dificuldade dos municípios de conseguir alcançar essa meta, uma vez que a redução do número de óbitos caminha a passos mais lentos do que prevê a OMS. “Se continuarmos nesse ritmo, essa meta será atingida apenas em 2200”, alerta o professor. Para a professora Inês, a intervenção deve ser também social e não apenas no tratamento.


Melhorar a qualidade de vida das pessoas e os quadros de desvantagem social e pobreza é o ponto principal.”

A pesquisadora é enfática ao afirmar que essas melhorias não afetariam somente a tuberculose, mas outras doenças negligenciadas, como o HIV, por exemplo. “Se melhorar a qualidade de vida, como o saneamento básico e as condições de moradia, já diminuiria entre 20% e 30% a taxa de mortalidade, como mostra o projeto”, afirma o professor Arcêncio.
PALOPs

Orientadora de trabalhos em países africanos de língua portuguesa (PALOPs) em parceria com o IHMT, a professora se diz preocupada com o cenário que encontra nesses lugares. Segundo a pesquisadora, o coeficiente de incidência da tuberculose em Angola e Moçambique, por exemplo, chega a 400 casos por 100 mil habitantes, enquanto no Brasil a média é de 40.

A pesquisadora ainda participou de intervenções na África Austral, Angola e Moçambique, para incentivar essas regiões a adotarem os padrões mínimos de abordagem da tuberculose e outras doenças. Informações sobre identificação dos casos, encaminhamento e diagnóstico são os principais pontos abordados nos trabalhos realizados e orientados por Inês nesses países.

Com o objetivo de contribuir com a formação dos profissionais desses países, Inês lembra sobre a importância que pesquisas na área da saúde têm para aquelas populações. “Temos uma aluna que vai apresentar a situação epidemiológica da tuberculose na Luanda, capital da Angola. É um estudo basicamente simples, em que ela analisou quantos casos existem, de onde as pessoas vêm, quais são as características. Pode parecer um estudo muito básico, mas nesses países, onde não há essas informações, esse estudo tem uma relevância muito grande.”

Inês Fronteira faz parte do IHMT, do Centro Colaborador da OMS para a Política de Pessoal de Saúde e Planejamento e da Associação de Gestão de Saúde da Europa. Esse estudo é realizado por meio do Projeto Regular da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em desenvolvimento atualmente em parceria com o Instituto de Higiene e Medicina Tropical (Universidade Nova de Lisboa-Portugal) e Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, denominado A mortalidade por tuberculose e sua relação com iniquidades sociais: um estudo multicêntrico.

Stella Arengheri, de Ribeirão Preto

Do Jornal/Agência USP, in EcoDebate, 06/10/2016

Horta Urbana na Vertical

Webconferência sobre tratamento para piolho capilar

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Webpalestra - Obesidade infantil: manejo da prevenção ao tratamento

Webpalestra - Princípios básicos da Terapia Comunitária

Webpalestra - Fitoterapia para insônia

Mohamed Habib

Memória Científica - Carlos Brandão

Ciência e Inovação - Domesticação de plantas medicinais brasileiras

The Ultimate Spring Cleaning Checklist - www.terrysfabrics.co.uk/infographic/ultimate-spring-cleaning-checklist/

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The Ultimate Spring Cleaning Checklist by Terrys Fabrics.
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Could You Live Off the Grid? - www.castironradiators4u.co.uk/uk/infographic-could-you-live-off-the-grid.php

Could You Live Off the Grid? by Cast Iron Radiators 4u
Could You Live Off the Grid? by Cast Iron Radiators 4u.

Bringing the Outside In - www.terrysfabrics.co.uk/infographic/bringing-the-outside-in/

Bringing the Outside In
Bringing the Outside In by Terrys Fabrics.

Energy outlook for 2040 - www.fuelfighter.co.uk/blog/energy-outlook-for-2040

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Aren’t you glad you bought an oil fired AGA? by Fuel Fighter.

Upcycling Your Rug Infographic - www.therugseller.co.uk/infographics/upcycling-your-rug

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Upcycling Your Rug Infographic by The Rug Seller

The Ultimate Rooftop Garden Guide - rubberbond.co.uk/blog/the-ultimate-rooftop-garden-guide/

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The Ultimate Rooftop Garden Guide by Rubber Bond.

Is Bovine Leukemia Virus in Milk Infectious?

PROJETO SAL MINERAL COM FITOTERÁPICOS LCB / UFGD ED SEB 2016

Plantas Medicinais | Formação em Debate

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

How Not to Die from Cancer

I Primeira Oficina de Fitoterapia no Perímetro Piauí - Sergipe Rural

Sementes de Hortaliças Como comprar ?

Espécies e cultivares do gênero Origanum conhecidas como zaatar

Espécies denominadas de zaatar. #plantascondimentares

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Funchos

Funchos.

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Variedades de Mentha x piperita

Variedades de hortelãs-pimentas.

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Tomilhos

Tomilhos

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Oréganos

Oréganos

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Interação alimentos x medicamentos sintéticos

Interação alimentos X medicamentos - 1

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Alecrins da espécie Rosmarinus officinalis - 3

Alecrins - 3.

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Alecrins da espécie Rosmarinus officinalis - 2

Alecrins - 2.

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Alecrins da espécie Rosmarinus officinalis - 1

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Fitoterapia - 5. Carqueja

Fitoterapia - 5. #fitoterapia

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Fitoterapia - 4. Arnica

Fitoterapia - 4. #fitoterapia

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Fitoterapia - 3. Bardana

Fitoterapia - 3. #fitoterapia

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Fitoterapia - 2. Macela

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Fitoterapia - 1. Mil-folhas

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