sábado, 20 de outubro de 2012

Know your herbs: Vallarai keerai


This runner, known as Gotu-kola (Centella asiatica) in most part of the South East Asian countries, has long been known to enhance memory. Since it also has a stimulant activity on central nervous system it is best avoided by epileptic patients. It is also best avoided by those who want to conceive. The asiaticoside and madacasic acid present in the plant makes it an excellent wound healer and prevents photo ageing of the skin. It is used in anti-wrinkle creams. The plants grows near water bodies and wet lands. Studies have established its value in the treatment of ulcers due to tuberculosis and leprosy.
It can be cooked into a curry. Dried powder can be had 2 gm daily.
Data: 20.10.2012 By thendral
Link:
http://dhanyam.in/Know_your_herbs_vallarai

Know your herbs: Pirandai (Cissus quadrangularis)

The jointed winged stemmed vine is a good source of Vitamin C and calcium. According to Ayurveda and Siddha medicines, it is good for the bones and heals fractures faster.

Research has shown that the healing time is reduced my 33% and the bone setting is stronger with the use of this herb. It is good for growing children who are weak and thin because it is anabolic (i.e. builds tissues). This plant is recommended to prevent and treat post-menopausal osteoporosis patients.

Usage: The tender stems are cut and nodes removed. It is sauted and made into chutney with lime or tamarind. The tender stems are steeped in buttermilk and dried and made into vathal to be fried and eaten.
Data: 20.10.2012 By: thendral
http://dhanyam.in/know_your_herbs_pirandai

Green tea assists in fight against Alzheimer’s and cancer

Drinking green tea may play a vital role in aiding the brain to fending off the development of Alzheimer’s, and can protect against cancer. A new study has been published that hints this ancient Chinese remedy could play a vital role in building defenses against key life threatening, or life-limiting conditions.

“What was really exciting about this study was that we found when green tea is digested by enzymes in the gut, the resulting chemicals are actually more effective against key triggers of Alzheimer’s development than the undigested form of the tea,” Dr. Ed Okello of Newcastle University, the executive director of the university’s Medicinal Plant Research Group says.

“In addition to this, we also found the digested compounds had anti-cancer properties, significantly slowing down the growth of the tumor cells which we were using in our experiments.”

Green tea is tea made from the leaves of Camellia sinensis that have undergone minimal oxidation during processing. Green tea originates from China and has become associated with many cultures in Asia from Japan and South Korea to the Middle East.

Green tea has become more popular in the West, where black tea is traditionally consumed. Many varieties of green tea have been created in countries where they are grown and these varieties can differ substantially due to variable growing conditions, horticulture, production processing and harvesting time.

Green tea has been subjected to many scientific and medical studies to determine the extent of its long-purported health benefits. There is some evidence suggesting that regular green tea drinkers have lower chances of heart disease and developing certain types of cancer.

“The digested chemicals protected the cells, preventing the toxins from destroying the cells. We also saw them affecting the cancer cells, significantly slowing down their growth. Green tea has been used in Traditional Chinese medicine for centuries and what we have here provides the scientific evidence why it may be effective against some of the key diseases we face today,” Dr. Ed Okello says.

“There are obviously many factors which together have an influence on diseases such as cancer and dementia – a good diet, plenty of exercise and a healthy lifestyle are all important. But I think it’s fair to say that at least one cup of green tea every day may be good for you and I would certainly recommend it.”

Data: 20.12.2012
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Plantas para distúrbios osteomusculares - V


Tintura preparada com rizoma seco de Curcuma longa L.

A curcuma possui atividade anti-inflamatória e imunoestimulante, potencializa a atividade do sistema reticuloendotelial. Inibe as enzimas lisossômicas (fosfatase ácida e catepsina D), a peroxidação lipídica, uma das formas de produção da artrite reumatóide (curcumina). Apresenta ação digestiva e gastroprotetora, pois diminui a secreção ácida do estômago, estimula a produção de gastrina, secretina e bicarbonato no pâncreas, mantendo o pH gástrico. É hepatoprotetora diminuindo a peroxidação lipídica da membrana e a atividade do sistema citocromo 450. Melhora o funcionamento da vesícula, pois aumenta a secreção e a eliminação de bile; confere proteção contra toxicidade hepática de várias drogas ou substâncias. Bom efeito em estudo de pacientes com hepatite aguda e crônica. Também é antiespasmódica. É considerada uma planta antioxidante, por sua ação na membrana celular, além de diminuir os níveis séricos de colesterol e lipídeos totais; LDL, t HDL, itriglicerídeos. Têm efeito anti-agregante plaquetário e antitrombótico por inibir da síntese de tromboxano A2 nas plaquetas.

Indicações: artralgias (artrites e artroses), cólicas abdominais, dismenorréia. Dispepsias, hepatites, colelitíases, meteorismo, constipação. Arteriosclerose, hiperlipemias, preventivo de tromboses.

Posologia: adulto: 10 ml, 3 vezes ao dia, diluído em 1/2 copo d'água. Criança: 5 ml, 3 vezes ao dia, diluído em 1/2 copo d'água.

Contra-indicações: contém princípios com atividade anti-coagulante, deve-se ter sob controle os pacientes em uso de drogas anticoagulantes.

Informação ao paciente: conserve o produto na embalagem original e ao abrigo do calor. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez ou lactação e aparecimento de reações desagradáveis na vigência do tratamento. Mantenha o medicamento fora do alcance das crianças. Ao se diluir uma tintura em água, a solução poderá se tornar turva ou apresentar precipitações, o que não impedirá sua absorção.

Texto retirado da publicação "Memento terapêutico: programa de fitotearpia": 

Plantas para distúrbios osteomusculares - IV

Estudos demonstraram que o extrato aquoso de Cordia curassavica apresenta ação anti-inflamatória em diversos testes com animais, tanto para o uso sistêmico como tópico, sendo a aplicação tópica mais efetiva que outros de uso corrente. O flavonoide artemetina diminui a permeabilidade dos vasos agindo como anti-inflamatória. Também foi demonstrado que o extrato dessa planta apresenta efeito protetor gástrico (triterpenos) e atividade cicatrizante


Indicações da espécie: artralgias e artrites.

Texto retirado da publicação "Memento terapêutico: programa de fitotearpia": 


Uso do gel 

Os flavonoides atuam diminuindo a permeabilidade dos vasos agindo como anti-inflamatório. Estudos demonstraram que a erva baleeira tem potente efeito quando usada externamente, superior a alguns anti-inflamatórios de uso corrente. O gel deve ser utilizado em massagens e iontoforese (Programa de Fisioterapia).

Indicações: reumatismo, doenças inflamatórias crônicas do sistema osteo articular. Dor, traumatismos, entorses, artralgias.

Composição do gel da erva-baleeira: cada 60 g de gel contém extrato glicólico preparado com folha seca de Cordia currassavica D.C (6,0 ml) e gel base q.s.p (60,0 g).

Posologia: aplicar no local 3 vezes ao dia.


Plantas para distúrbios osteomusculares - III



La uña de gato, Uncaria tomentosa ( Willd.) DC es una especie originaria de la amazonia peruana, que crece también es otros paises de Centroamérica como Ecuador o Venezuela. Es una liana de hasta 20 metros de altura. Se denomina también garabato, rangaya, tua juntara…La parte de la planta con actividad farmacológica es la corteza.

Ya lo utilizaban los indios peruanos de la Amazonia ASHÁNINKAS para los abceso, tumores malignos, reumatismo, artritis, diabetes, cirrosis, alteraciones menstruales e incluso para el control de natalidad.

Su nombre se debe a las espinas que tienen en los tallos jóvenes, que parecen una garra de gato, y que la planta la utiliza para aferrarse a los árboles y trepar.

Por su composición química se ha detectado varios principios activos muy interesantes con acción antiinflamatoria y antioxidante, y por los estudios realizados, podría ejercer un efecto beneficioso en cuanto a la regeneración del cartílago en los pacientes con artritis reumatoide y también en el tratamiento de procesos inflamatorios crónicos.

Esta planta medicinal estaría indicada en procesos inflamatorios osteo – articulares (osteo – artritis ), coadyuvante en tratamientos quimioterápicos, depresión inmunológica e infecciones recurrentes, en base a los estudios científicos existentes.

Texto: Olalla
Data: 10.03.2012
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Plantas para distúrbios osteomusculares - II

La árnica, Arnica montana L., es de la familia Asteraceae. Es otra planta medicinalde interés en las afecciones osteomusculares, empleando sus capítulos florales .


Generalmente se ha usado por vía tópica, por sus propiedades antiinflamatorias, analgésicas, para el tratamiento de hematomas, esguinces, inflamaciones causadas por picaduras de insectos, gingivitis y aftas bucales, así como para el tratamiento sintomático del reuma.

Según un estudio, en dónde se le aplicaba 2 veces al día un gel de árnica a 79 pacientes diagnosticados de artritis de rodilla de intensidad leve o moderada, durante 6 semanas, se observó una significativa mejoría tanto en movilidad como en el dolor en la rodilla.

Y en otro estudio reciente, en el que participaron 204 pacientes , se compararon un gel de árnica con otro de ibuprofeno. Para esto se evaluó, la intensidad del dolor por la escala analógica visual ( VAS), y la funcionalidad, mediante el índice algofuncional de la mano ( HAI ). Ambos tratamientos mejoraron todos los parámetros considerados, aliviando los síntomas y siendo bien tolerados, siendo similar y comparable la efectividad de ambos geles .

Según los estudios realizados, los usos aprobados, y siempre vía tópica, son como Antiinflamatorio y analgésico para daños por accidentes (hematomas, dislocaciones, edemas por fracturas, contusiones, dolores reumáticos…).

Texto: Olalla
Data: 16.10.2012
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Plantas para distúrbios osteomusculares - I

La raíz de harpagofito en afecciones reumáticas

En la Revista de fitoterapia RDF en el volumen 12, nº 1, de julio de 2012, las profesoras Mª Esperanza Crespo yConcha Navarro, profesoras del departamento de farmacología de la Facultad de Farmacia de Granada, publicaron un artículo sobre “la raíz de harpagofito en el tratamiento de afecciones reumáticas”.


En este artículo nos dicen que “la raíz de harpagofito es la droga vegetal más utilizada en terapéutica para el tratamiento de dolores asociados a artrosis, artritis, lumbalgia y otras afecciones osteoarticulares de origen reumático”.

También nos indican que en numerosos estudios preclínicos, ponen de manifiesto que algunos de los componentes de la raíz de harpagofito, tienen actividad antiinflamatoria.

Lo que concluyen en este artículo es que los metanálisis realizados con preparados de raíz de harpagofito con un determinado contenido en harpagósido, “es eficaz en la reducción del dolor y mejora de la movilidad en lumbalgias y osteoartritis “.

Actualmente la fitoterapia es una alternativa natural, respaldada por numerosos ensayos clínicos.

Texto: Olalla
Data: 20.10.2012
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Harpagophytum

Chá é bom pra cachorro

Se o especialista indicar um chá, você só vai precisar de uma seringa. Já a cápsula pode ser misturada à ração. Vêm das plantas, também, as substâncias usadas em tinturas, óleos e pomadas (veja o quadro acima). "Geralmente o remédio tem boa aceitação", garante a veterinária Regina Motta, da clínica Homeo Patas, em São Paulo. As doses e a duração do tratamento variam de acordo com o tamanho do animal — e da encrenca. 

Segundo o veterinário Marcos Fernandes, da Escola Paulista de Homeopatia, em São Paulo, o baixo custo dos fitoterápicos e a diminuição dos efeitos colaterais são as principais vantagens do tratamento. Os remédios costumam ser encontrados em farmácias especializadas ou de manipulação. "Por serem naturais, os princípios ativos são menos tóxicos e causam menor impacto no organismo", acredita a veterinária Regina. 

Mas atenção! A prescrição do veterinário é indispensável. "Os fitoterápicos exigem os mesmos cuidados que as drogas alopáticas", alerta Valéria Oliva, da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), em Araçatuba. "Se são utilizados da maneira errada, podem apresentar resultados indesejados", completa o professor veterinário Nilson Roberti Benites, da Universidade de São Paulo. 

Data: 20.10.2012
Texto completo no link:

Diálogos - 26/07/2012 - Tratamentos Fitoterápicos - PGM

A fitoterapia e o lobby da indústria farmacêutica

Autor: Aracy P. S. Balbani

O Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi lançado em 2008 e conta com 12 plantas medicinais incorporadas aos tratamentos oferecidos pelo SUS.

Em junho deste ano o Ministério da Saúde anunciou o investimento de R$ 6,7 milhões na “aquisição de equipamentos e materiais, contratação de pessoal e qualificação técnica para promover a interação e a cooperação entre os agentes produtivos de plantas medicinais e fitoterápicos”. Os 12 municípios contemplados foram os que apresentaram projetos de produção e distribuição de plantas e fitoterápicos: Betim (MG), Botucatu (SP), Brejo da Madre de Deus (PE), Diorama (GO), Foz do Iguaçu (PR), Itapeva (SP), João Monlevade (MG), Pato Bragado (PR), Petrópolis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Santarém (PA) e Toledo (PR). Com isso, o Ministério procura incentivar o cultivo orgânico das plantas medicinais através da agricultura familiar.

Se bem sucedido, este Programa vai beneficiar milhões de brasileiros que estão acostumados a usar chás e outros preparados de plantas medicinais – nem sempre da forma e na dose corretas, por falta de orientação técnica – ou simplesmente não têm dinheiro para comprar remédios industrializados.

É bom lembrar que os gestores do SUS precisam aderir ao Programa para criar as farmácias vivas nos seus municípios e efetivar a fitoterapia de boa qualidade. Além disso, os próprios profissionais de saúde ainda têm dificuldade em prescrever tratamentos à base de plantas medicinais, possivelmente por não terem formação adequada no assunto e por serem influenciados pelo lobby da indústria farmacêutica. No Programa “Diálogos” da TV Unesp, a professora Raquel Moreira, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp em Araraquara, fala sobre isso e alerta para as reações indesejáveis que podem surgir quando as pessoas ingerem chás de plantas medicinais junto com remédios alopáticos. 

Com o poder econômico de várias empresas estrangeiras que atuam para patentear a biodiversidade brasileira e transformar plantas da Mata Atlântica, Cerrado, caatinga e Amazônia em medicamentos industrializados, precisamos ficar atentos.

Data: 20.10.2012
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Crianças que comem muito fast food desenvolvem QI menor, diz estudo

Crianças que comem muito fast food têm mais risco de desenvolver um QI (quoeficiente de inteligência) menor até a vida adulta do que aquelas que consomem alimentos frescos, aponta um novo estudo feito pelo Goldsmiths College, da Universidade de Londres.


A pesquisa avaliou a principal refeição diária de 4 mil crianças escocesas entre 3 e 5 anos de idade, e o impacto do tipo de comida na capacidade cognitiva do cérebro – que envolve funções como raciocínio, memória, atenção e imaginação – e no crescimento desses participantes.

"É senso comum que o tipo de alimento que ingerimos afeta o desenvolvimento do cérebro, mas pesquisas anteriores só olharam para os efeitos de grupos alimentares específicos sobre o QI das crianças, em vez de tipos genéricos de refeições", diz a autora Sophie von Stumm, do Departamento de Psicologia do Goldsmiths.

A cientista destaca que a nutrição na infância tem efeitos permanentes sobre o QI. E o nível sócio-econômico dos voluntários também influencia nisso: pais com um nível de vida melhor disseram preparar refeições saudáveis para os filhos com maior frequência.

"Os resultados destacam que as diferenças nas refeições das crianças também são um problema social. Mães e pais de origem menos privilegiada geralmente têm menos tempo de preparar para os filhos uma refeição cozida a partir do zero. Essas crianças acabam apresentando um desempenho pior em testes de inteligência e frequentemente sofrem na escola", afirma Sophie.

Na opinião da autora, colégios que ficam em áreas menos privilegiadas deveriam se esforçar ainda mais para equilibrar a dieta dos alunos, para que eles possam alcançar seu potencial de desenvolvimento cerebral. Isso porque, como Sophie destaca, o frescor e a qualidade dos alimentos importam muito mais do que simplesmente estar de barriga cheia.

Fonte : G1
Data: 06.10.2012
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Compostos derivados de vegetais podem ajudar contra tumor de mama

Novos compostos sintetizados a partir de vegetais como brócolis e couve-de-bruxelas foram desenvolvidos para combater um tipo agressivo de câncer de mama, chamado triplo-negativo ou TNBC, segundo estudo feito pelas universidades Flórida A&M e Texas A&M, nos EUA.

A pesquisa foi apresentada na reunião anual da Associação Americana de Cientistas Farmacêuticos, que ocorre em Chicago, Illinois, desde domingo (14) até esta quinta-feira (18).

Até o fim do mês, é promovida a campanha mundial "Outubro rosa", que alerta sobre os riscos e a importância de prevenir o câncer de mama.

O tumor triplo-negativo é responsável por 15% a 20% de todos os cânceres de mama registrados nos EUA. A doença costuma crescer rápido e se espalhar para outras partes do corpo, além de ser de difícil detecção e alto índice de recorrência.

Os cientistas Mandip Sachdeva e Chandraiah Godugu, da Flórida, e Stephen Safe, do Texas, avaliaram a ação de compostos sintéticos derivados de uma substância chamada diindolilmetano (DIM), presente em vegetais crucíferos em geral, como brócolis, couve-de-bruxelas, couve-flor, couve, repolho, couve, nabo, agrião e rabanete. A equipe percebeu, então, que os compostos têm atividade anticancerígena.

Os tratamentos do tumor de mama triplo-negativo ainda são limitados, têm muitos efeitos colaterais e baixa adesão das mulheres, de acordo com Sachdeva. Por essa razão, a nova fórmula, transformada numa pílula de uso diário, poderia ser mais segura e eficaz.

Segundo os cientistas, esse composto vegetal poderá ser usado para tratar outros tipos de câncer. Além disso, suas propriedades para prevenir a doença estão sendo estudadas.

Data: 18.10.2012
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Amazonas: IV Workshop sobre o desenvolvimento tecnológico de medicamentos fitoterápicos

A Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) promove o IV Workshop sobre o desenvolvimento tecnológico de medicamentos fitoterápicos, de 21 a 23 de novembro, no Hotel Blue Tree Premium. O prazo para submissão de resumos é até o dia 30 de outubro.

O evento tem como intuito o aprimoramento e a discussão sobre o assunto, considerando a importância de debater a investigação de espécies vegetais, de uso corrente na região amazônica, com elevado potencial mercadológico e excelente viabilidade tecnológica, com finalidades objetivas de desenvolver medicamentos fitoterápicos. 

Durante a realização do Workshop, pesquisadores das diversas áreas da cadeia produtiva apresentarão propostas de sensibilização dos órgãos de fomento (FAP’S) para apoio através de editais que visem o aproveitamento de modo racional dos recursos vegetais no País.

Poderão participar do evento acadêmicos de graduação, professores e profissionais de áreas de interesse na cadeia produtiva de fitoterápicos. 

As inscrições deverão ser realizadas pelo site do Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas – www.ppgcf.ufam.edu.br. Serão aceitos resumos científicos os quais poderão ser enviados no ato da inscrição, até o dia 30 de outubro.

Os resumos deverão ser enquadrados dentro das seguintes áreas temáticas: 

1. Química Medicinal e Produtos Naturais
2. Atividade Biológica
3. Tecnologia Farmacêutica e Biofarmácia
4. Controle de qualidade de fitoterápicos e fitocosméticos
5. Outras áreas que envolvam produtos naturais

O resultado da aprovação dos resumos será divulgado no dia 10 de novembro.

Remédio feito de agrião, maracujá e guaco tem efeito contra a asma, diz estudo da UFF

Fonte: Extra Online

Uma pesquisa coordenada pelo professor Luiz Querino Caldas, do departamento de Patologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), afirma: um remédio natural, à base de agrião, guaco e maracujá, é tão eficiente contra a asma persistente quanto o montelucaste — considerado, até agora, um dos melhores medicamentos para controlar a doença.

— A asma persistente pode causar crises diárias ou semanais. Não é aquela asma ocasional de paciente fumante, por exemplo. Entre as crianças, pode até ser motivo de internações no CTI — afirma o professor, que tem pós-doutorado pela Universidade de Harvard, nos EUA.

Os testes foram feitos no modelo triplo cego, ou seja, médicos, pesquisadores e pacientes recebiam os medicamentos sem indicação de qual era o fitoterápico e qual era o convencional. Havia apenas um código, definido por uma quarta pessoa, de fora da pesquisa.

— Assim, evitamos que questões psicológicas ou preconceitos influenciassem nos resultados clínicos — diz.

Cada voluntário que participou da pesquisa tomou um remédio durante 21 dias, com intervalo de uma semana entre um e outro. Ao fim de cada etapa, eram feitos testes para medir a quantidade de ar que os pulmões conseguiam receber. Tanto a droga fitoterápica quanto a tradicional mostraram uma melhora significativa nas medições dos pacientes.

A medicação padrão (montelucaste) e o remédio natural registraram efeitos parecidos, com poucos efeitos colaterais. Reduziram a tosse, os chiados no peito e a falta de ar dos participantes. Mas o fitoterápico é natural e bem mais barato.

Data: 18.10.2012

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Lei gong teng: la planta medicinal china que mata el cáncer de páncreas

Conocida también como lei gong teng, la planta medicinal “Thunder god vine” utilizada en la medicina tradicional china desde hace siglos podría ser una nueva vía esperanzadora contra el cáncer de páncreas. Investigadores de la Universidad de Minessota han publicado un estudio donde se acabó con los tumores pancreáticos en ratones. Pronto podría ser testada en humanos.

Hablamos de uno de los peores cáncer en la actualidad, de los más letales. Tan sólo en Estados Unidos existen alrededor de 44.000 diagnósticos al año en una enfermedad de la que el 20% sobrevive al año de ser diagnosticados. Aún peor, la cifra se reduce al 14% tras pasar cinco o más años del diagnóstico.

Según cuentan los investigadores, los ratones que fueron tratados con el compuesto no mostraron signos de tumores a los 40 días de suspender el tratamiento. Una investigación que ha sido financiada por el National Institutes of Health y que ha sido publicada hoy en la revista Science Translational Medicine.

Ashok Saluja, investigador jefe del estudio, contaba así los avances conseguidos:

Este medicamento es increíblemente potente a la hora de matar las células tumorales. Podíamos observar cada día a los ratones y ver como disminuía el tumor hasta que finalmente desaparecía.

La planta, también conocida como Tripterygium wilfordii, contiene el compuesto triptolida, el mismo que muestra en estudios anteriores su capacidad para causar la muerte de las células cancerosas. Un planta utilizada en la medicina tradicional china como tratamiento para la artritis reumatoide.

Saluja cuenta que esperan comenzar los ensayos clínicos con humanos en los próximos seis meses aunque explica que aún deben realizarse una serie de test para saber si podría ser igual de efectiva en humanos. Sea como fuere, los resultados en ratones ofrecen una nueva esperanza ante una de las formas de cáncer más mortíferas.
Data: 18.10.2012
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Avanza programa nacional de plantas medicinales en Granma, Cuba

Al 105 por ciento cumple la suroriental provincia de Granma el plan de entrega de masa verde seca al Ministerio de Salud Pública para la elaboración de medicamentos.

Hasta septiembre último estaban recolectadas 16,1 toneladas en 26 especies de plantas medicinales, lo que significa un notable incremento en comparación con igual etapa de 2012.

No obstante el territorio tendrá que hacer un esfuerzo especial para fomentar el cultivo de algunas de las variedades del cuadro básico como la caléndula, llantén, orégano, pasiflora, té del riñón, tilo, entre otras.

Ana Labrada Castillo, especialista de la subdelegación de Cultivos Varios en Granma, dijo que la disponibilidad de masa vegetal comenzó a tener una respuesta productiva y proyecta alcanzar más de 20 toneladas al cierre de 2012.

Subrayó que se trabaja por aprovechar el potencial de siembra del cultivo en fincas, huertos, parcelas y patios, además de otros centros seleccionados en organismos y entidades.

Puso de ejemplo al campesino Andrés Matos, con una excelente plantación lista para cosechar de té de riñón y tilo en zonas de El Almirante, perteneciente a la cooperativa de crédito y servicios Romárico Cordero, de Bayamo.

La funcionaria destacó los resultados de Manzanillo, Pilón y Jiguaní, mejores municipios en el cumplimiento en las entregas en volumen y surtidos de la masa vegetal. 

El programa de plantas medicinales es prioritario en Cuba, donde se producen anualmente más de 300 toneladas de masa vegetal, destinadas fundamentalmente a la fabricación de diversos fitofármacos de amplio uso. 

Se utilizan más de 100 variedades de estas hierbas con propiedades curativas que hacen posible la producción industrial de jarabes, lociones, tinturas y cremas para combatir el catarro, el asma, la fiebre, lesiones en la piel y otras muchas afecciones.

Data: 19.10.2012
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Exemplos de plantas que recebem a denominação açafrão no Brasil

Crocus sativus (o legítimo da paella)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Saffran_crocus_sativus_moist.jpg
http://en.wikipedia.org/wiki/File:Iran_saffron_threads.jpg

Curcuma longa (o mais conhecido no Brasil como açafrão)
http://en.wikipedia.org/wiki/Turmeric
http://de.wikipedia.org/wiki/Kurkuma


Carthamus tinctorius (usado no lugar do Crocus sativus, e também recebe o nome de açafrão-bastardo).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Safflower.jpg


Bixa orellana (em algumas regiões do Brasil, recebe o nome de açafroeira, mas o mais comum é urucum)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Bixa_orellana.jpg

Autor: Marcos Roberto Furlan

Movimento Slow Food estimula alimentação saudável e ambientalmente responsável

Karol Assunção
Jornalista da Adital


Você se alimenta bem? Sabe de onde vem e como é produzido o alimento que você consome? Na correria do cotidiano, muitas pessoas acabam pulando refeições ou recorrendo aos chamados fast foods (comida rápida). Para contrapor essa forma de se alimentar e alertar a população para a importância de ter uma alimentação saudável e que respeite a biodiversidade local, surgiu, em 1989, o Slow Food (comida lenta).

O movimento, inicialmente organizado na Itália, cresceu e hoje já conta com mais de 100 mil adeptos/as em cerca de 150 países do mundo. A ideia é promover uma maneira de se alimentar saudável e saborosa, respeitando a oferta de produtos regionais e servindo como reflexão e oposição ao modo rápido de viver e de comer.

O Slow Food trabalha com a perspectiva de que o alimento deve ser bom, limpo e justo. Ou seja, a comida deve ser saborosa, respeitar o meio ambiente, e ter preços justos tanto para produtores/as como para consumidores/as.

A busca é por alimentos orgânicos, sem agrotóxicos, e de preferência regionais e que estejam no período de colheita. O objetivo é ter uma alimentação saudável que respeite o meio ambiente e ainda promova hábitos e formas de se alimentar tradicionais, com a diversidade de sabores e de modo de preparo.

"Slow Food defende as diferenças culturais territoriais e regionais, intimamente ligadas a nossa herança alimentar, e revaloriza a história e a cultura de cada grupo social para que possam existir redes de troca recíprocas equilibradas”, destaca o guia Bem-Vindos a Nosso Mundo, que apresenta o movimento.

No Brasil, o Slow Food começou no ano 2000, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e hoje já está presente nas cinco regiões do país através de 31 grupos locais (também chamados de convivias) que estimulam a produção e o consumo de alimentos regionais. Além de projetos e campanhas, o movimento elabora guias e livros com receitas e dicas para uma boa alimentação.

Exemplo disso é o guia lançado em junho deste ano com dicas de restaurantes e bares do Rio de Janeiro (RJ) que levam em consideração os princípios do Slow Food. Além disso, apresenta projetos e feiras na cidade que também abraçam a filosofia do movimento.
Evento mundial

Neste mês, adeptos/as de várias partes do mundo se encontrarão na Itália para o encontro Salone del Gusto e Terra Madre. Considerado o "maior evento do Slow Food”, o encontro ocorrerá entre os dias 25 e 29 de outubro, em Turim, na Itália. Serão cinco dias de feiras, debates, oficinas, degustações e conferências com a participação de pesquisadores/as, produtores/as e chefs de cerca de 170 países do mundo.

Com o lema "Alimentos que transformam o mundo”, o evento ainda pautará temas como: soberania alimentar, mudança climática, povos indígenas, lutas contra os transgênicos, relação entre produtor e consumidor, e biodiversidade.Para mais informações, acesse: http://salonedelgustoterramadre.slowfood.com/

Enviado por Adital:

Data: 06.10.2012

Journal of Medicinal Plants Research, v.6, n.34, september, 2012


Contents

Review
Botanical Description of Coleus forskohlii: A Review


Research Articles
Major and trace elements in Nigella sativa provide a potential mechanism for its healing  effects

Histological evaluation of Plantago lanceolata L. extract in accelerating wound healing

Propagation of Picrorhiza kurroa Royle ex Benth: An important medicinal plant of Western Himalaya

Simultaneous determination of Polyphyllin I and Polyphyllin II from

Rhyzoma Paridis dog plasma by a rapid HPLC and its application to pharmacokinetic study after oral administration 

Antioxidant and neuroprotective effect of PSE-1 against oxidative stress-induced cytotoxicity in N18-RE-105 cells

The GC-MS analyses of the n-hexane extract of Nitraria schoberi L., its total phenolics and in vitro antioxidant activity

Antimicrobial activity of artocarpesin from Artocarpus heterophyllus Lam. against methicillin-resistant Staphylococcus aureus (MRSA)

Inhibitory effect of grape seed extract (GSE) on cariogenic bacteria

Variações de nomes populares da Moringa oleifera

Moringa oleifera Lam.
Family: Moringaceae

Arabic : Alim, Halim (Sudan), Habbah ghaliah, Rawag (Sudan), Ruwag (Sudan), Shagara al ruwag (Sudan), Shagara al ruway (Sudan).
Assamese : Sojina.
Bambara : Anamambo (Mali), Anamorongo (Mali), Feliimorongo (Mali), Felikambo (Mali), Felikamoranga (Mali), Landihazo (Mali), Moringa, Moringy (Mali), Névrédé.
Bengali : Munga ara, Saajanaa (Sajna), Sojna, Sojne danta, Sujana.
Burmese : Daintha, Dandalonbin, Dan da lun, Dan da lun bin.
Chinese : La mu.
Czech : Moringa olejná.
Danish : Behennødtræ.
Dutch : Benboom, Peperwortel boom.
English : Ben tree, Behn tree, Behen tree, Benzolive tree (USA), Drumstick, Drumstick tree, Horseradish tree, West Indian ben.
French : Ben ailé, Ben ailée, Ben oléifère, Moringa ailée, Pois quénique.
German : Behenbaum, Behennussbaum, Meerrettichbaum, Pferderettichbaum.
Gujarati : Midho saragavo, Saragavo, Saragvo, Seeng ni phali, Suragavo.
Hausa : Bagaruwar maka (Nigeria), Bagaruwar masar (Nigeria), Barambo, Danga, Koraukin zaila (Nigeria), Mágurua maser (Togo) , Rimin nacara (Nigeria), Rimin turawa (Nigeria), Samarin, Shipka hali (Nigeria), Shuka halinka (Nigeria), Zogalagandi (Cameroun), Zôgala gandi (Niger), Zogalla-gandi (Nigeria), Zogale.
Hindi : मुनगा Munagaa, Munga ara, Munuga, Muranka, Muruggai, सहिजन Sahijan, सहजन Sahjan, संजना Sanjna, सहुनजा Sahunajaa, Shajmah, सहजना Shajna, Segra, सेंजन Senjana, Shekta (as M. pterygosperma), Sekta ni sing, Soanjna, Suhujna.
Hungarian : Lóretekfa.
Italian : Been, Bemen.
Japanese : マ ルンガイ Marungai, モ リンガ・オレイフェラ Marunga oreifera, ワサビノキ Wasabi no ki, Wasabi no ki.
Kannada : Nuggaeekayee, Nuggekayee.
Khmer : Daem mrom, Daem mrum.
Laotian : B'loum.
Malagasy : Anamambo, Anamorongo, Feliimorongo, Felikambo, Felikamoranga, Landihazo, Moringa, Moringy.
Malay : Kachang kelur, Kelor (Bali, Java), Kalor (Indonesia), Lemunggai, Meringgai, Remunggai , Sajor kelor, Semunggai, Smunggai, Semunggai, Tjelor (Bali).
Malayalam : Moringa, Morunna, Muringa, Muringai, Muringakka (fruit), Murinna, Sigru.
Marathi : शेवगा Shevga, Shevga chi seeng, Shivga, Sujna.
Nepalese : Sajiwan, Sitachini, Swejan.
Oriya : Munigha, Sajana, Saijna, Sajina, Shajna, Soandal, Sujuna.
Persian : درخت ترب اسبی
Portuguese : Acácia branca, Moringa, Muringueiro.
Punjabi : Saajinaa, Sanjina, Soanjana.
Russian : Моринга олейфера Moringa oleifera, Моринга масличная.
Sanskrit : Danshamula, Shobhanjana, Sigru शिग्रुः, 
Sinhalese : Moo rin guu (moh-RIN-guh) , Murunga (bean / pod), Murunga gasa (tree), Murunga kolaya, Murunga kolle (leaves).
Spanish : Árbol del ben, Arbol do los aspáragos, Arbol de las perlas (Mexico), Arbol do los aspáragos, Babano del arbo, Ben, Jacinto (Panama), Jasmin francés, Jazmin francés (Puerto Rico), Maranga, Maranga calalu (Honduras), Marango (Costa Rica, Nicaragua), Palo de aceite ( Dominican Republic), Palo de abejas (Dominican Republic), Paraíso, Paraíso blanco (Guatemala), Paraíso de Espana (Mexico), Perla de la India (Mexico), Perlas del oriente (Mexico), Perlas (Guatemala), Resada (Puerto Rico).
Swahili : Mboga chungu (Tanzania), Mjungu moto (Tanzania), Mlonge (Kenya), Mlongo (Kenya), Mronge (Kenya), Mrongo (Kenya), Mlongo (Kenya), Mzunze (Kenya), Mzungu (Kenya) Shingo (Kenya).
Tagalog : Kalungai, Kamalungua, Malongai, Malungai, Malunggay talbos, Mulangai, Mulangay, Mulanggay.
Tamil : Murunga, முறுங்கை Murungai, முருங்கை Murunkai , முருங்கை மரம் Murungai maram (tree), Murunkak kai.
Telugu : Mulakkaya, Mulana, Munaga మునగ, 
Thai : กาแน้งเดิง Ka naeng doeng, มะค้อนก้อม Ma khon kom, มะรุม Ma rum (bean / pod), ผักอีฮึม Phak i huem, ผักอีฮุม Phak i hum (Phak eehuem), ผักเนื้อไก่ Phak nuea kai, ผักมะรุม Phak ma rum (leaves), เส่ช่อยะ Se cho ya.
Urdu : Sahajna.
Vietnamese : Chùm ngây.
Visayan : Alungai, Dool, Malungit, Kamunggay.
Yoruba : Adagba malero (Nigeria), Ewé igablé (Benin), Ewé igbalé (Nigeria), Ewé ilé (Benin, Nigeria), Ewe igbale (Nigeria), Ewé oyibo (Benin), Idagbo monoyé (Nigeria), Oyibo.


Filipinas: Guava, rich vitamin C source and medicinal plant, bounteous in backyard Filipino homes (Feature)

By Honor Blanco Cabie

MANILA, Oct. 19 – Every other morning, Jeanie waters the plants, including a robust guava tree, in the garden of the couple she lives with in a middle income subdivision on the eastern bed of the metropolis.

She has been particularly soft for the nearly 8-meter tall tropical plant guava (Psidium guajava Linn.), called “bayawas” by Ilocanos and “bayabas” by Tagalogs as well as Hiligaynons and Cebuanos, appreciated for its edible fruit that grows, mostly, in some backyard or in open spaces.

Jeanie’s guava tree has started bearing fruits – light green with pink, juicy flesh and a strong, sweet aroma, which has daily excited birds making a stealthy dives in mid mornings before flying back to the taller crowns of rain trees nearby.

Jeanie has begun covering the nearly round-shaped fruits – for members of the household from the oldest, a senior citizen, to the youngest, a three-year-old boy who had started to like the taste of the fruit.

The tropical tree -– variously bearing fruit from about a meter tall to eight meters tall — is popular in many areas because of its many uses as fruit and as a traditional remedy to treat different ailments.

The variety abundant in the woods of Lubang island in Occidental Mindoro, where two Japanese stragglers hid for 32 years after the war, were only about a meter tall but were literally covered by the aromatic fruits.

Research studies have shown that practically all parts of the plant have medicinal qualities and value, earning a notch for itself as among the most popular therapeutic plants in the Philippines.

A hairy tree that reaches 8 meters in full height, its young branches are 4-angled, its dark green leaves are opposite, oblong to elliptic, and 5 to 10 centimeters long, the apex being pointed, and the base usually rounded.

Peduncles are 1- to 3-flowered, with the flowers white, 3 to 3.5 centimeters across, with in-curved petals, coming out solitary or two to three in the leaf axils.

Several stamens form the attractive part of the flower, the inferior ovaries developing into round or obovoid green fruits 4 to 9 centimeters long, turning yellow when ripe and have edible, aromatic, seedy pulp.

Guava is common in all localities of this Southeast Asian archipelago, a sight popular in country backyards and settled areas, in thickets and secondary forests at low altitudes, ascending to at least 1,500 meters.

Among Ilocanos, the guava leaf is also an important remedy for some ailments and, for their young boys passing through the ancient ritual to manhood, the chewed guava leaves can be an effective pain reliever and can accelerate healing of the wound.

Health care experts say the leaf products have isolated more than 20 compounds, including alkaloids, anthocyanins, carotenoids, essential oils, fatty acids, lectins, phenols, saponins, tannins, triterpenes, and vitamin C.

They say the leaves contain a fixed oil (6 percent) and volatile oil (0.365 percent) while the fruit contains "glykosen" 4.14 to 4.3 percent, saccharose 1.62 to 3.4 percent, protein 0.3 percent.

Guava’s bark contains 12 to 30 percent tannin. Roots are also rich in tannin. The tree contains catequinic components and flavonoids.

Major constituents of guava’s leaves are tannins, ß-sitosterol, maslinic acid, essential oils, triterpenoids and flavonoids.

Health care experts say the fruit is high in vitamin C (80 mg in 100 gm of fruit) with large amounts of vitamin A.

Filipino folk traditions suggest the astringent, unripe fruit, the leaves, bark cortex, and roots — although more often the leaves only — are used in decoction for washing ulcers and wounds, with the fresh leaves used for wounds and toothache.

According to them, decoction or infusion of fresh leaves is used for wound cleaning to prevent infection and to facilitate healing while warm decoction of leaves is for aromatic baths.

Decoction of root bark is also used as mouthwash for swollen gums while the root bark has been recommended for chronic diarrhea.

They say guava has properties that are antidiarrheal, antiseptic, antispasmodic, antioxidant hepatoprotective, anti-allergy, antimicrobial, antigenotoxic, antiplasmodial, cardioactive, anticough, antidiabetic, antiinflammatory, antinociceptive.

Jeanie has good reasons to be protective of the guava in the home she lives in. (PNA)Data: 19.10.2012



Minas Gerais: Curso de Farmácia da FPM inicia projeto que incentiva cultivo de plantas medicinais

Numa parceria com a Associação de Moradores do Bairro Ipanema juntamente com a coordenação de Assistência Farmacêutica do Município, a escola de farmácia da Faculdade Patos de Minas deu início ao projeto: Horta Terapêutica. A iniciativa tem como objetivo principal incentivar a comunidade a cultivar espécies medicinais, aromáticas e condimentares num espaço de convivência social.


Os primeiros canteiros foram plantados nos arredores da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Ipanema e contou com a colaboração dos agentes comunitários e das alunas do curso. Inicialmente, o projeto corresponde ao incentivo das Políticas Públicas de “Plantas Medicinais e Fitoterápicos” e de “Praticas Integrativas e Complementares”.

O projeto “Horta Terapêutica” pretende criar possibilidades de resgate do conhecimento popular das plantas medicinais, criando novas perspectivas terapêuticas junto à equipe de saúde tendo por base o conhecimento científico. O projeto, portanto, visa oportunizar a participação social por meio de encontros mensais.

A coordenação do curso de Farmácia da FPM salienta que é preciso criar vínculos entre comunidade e universidade, fortalecendo um convívio seguro com as plantas medicinais, pois é papel dos futuros profissionais da área disseminarem o conceito de que “Planta medicinal é medicamento somente quando usada corretamente”.

Fonte: Ascom da FPM
Data: 19.10.2012
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Índia: Biodiversity boon for Arunachal tribes


At a presentation on the sidelines of COP 11 they reveal the result of their efforts

Arunachal Pradesh is helping tribal residents use ‘globally significant medicinal plants’ for livelihood security through community management of forests. The State has a staggering 500 medicinal plant species, and more than half the forests come under the control of the indigenous people.

At a presentation on indigenous and new approaches to natural resource management in the State, held on the sidelines of the Conference of the Parties to the Convention on Biological Diversity here on Thursday, tribal practitioners said they had set up seven Medicinal Plant Conservation Areas (MPCAs).

According to tribal beliefs in Arunachal Pradesh, dense forests and big trees are looked upon as ancestral souls, and hornbill hunting is banned during the breeding season. The tiger is sacred as it is the ‘brother of Tani, the first humans on earth’.

However, as a presentation by the INSPIRE Network for Environment made clear, large tracts of forest had been lost in Arunachal due to development of pastoral lands, agriculture expansion, shifting cultivation and demand for firewood and timber. INSPIRE is helping residents in Western Arunachal’s Tawang-Kameng area form a large arboretum for Rhododendron arboreum, an evergreen tree with bright red or pink flowers that holds the soil against landslips. Its flowers are used to produce squash under a plan partnered by the Indo-Tibetan Border Police and the Sir Ratan Tata Trust.

Medicinal plants have come to the rescue of communities, and hence they vigorously guard against the removal of plant and animal species by outsiders. Hake-Tari, Salari, Laa and Wannu are examples of community forests, said Tapu Gapak, member-secretary of the Medicinal Plants Board of Arunachal Pradesh.

Arunachal Pradesh is attempting to show that community ownership can help produce incomes from biodiversity sustainably. There is strong support for conservation of fauna, too.

The Nature Conservation Foundation has been working in the area around the Pakke Tiger Reserve with the Nyishi tribal people, successfully persuading them against hunting hornbills for casques, which form part of headgear. Fibreglass substitutes are accepted. Tribal residents have participated in nest protection schemes, and local councils have seized guns from villages.

An adoption scheme launched by NCF for the hornbills has attracted 49 urban patrons, who paid between Rs. 1,000 and Rs. 1-lakh to protect the birds in nesting sites. A dozen birds have fledged through this scheme. NCF researcher Amruta Rane said that in the next phase an assessment of abundance of nesting sites and availability of some 45 fruit tree species favoured by hornbills would be carried out.

A pictorial guide to significant medicinal plants of Arunachal Pradesh authored by D. Yonggam, with information about their use, was released here by MLA Bamang Felix.

Several tribal participants were present at the discussion wearing wood casque headgear, demonstrating how hornbills could be spared.


Texto: G. Ananthakrishnan 
Data: 18.10.2012
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Amapá: Iepa consegue o Licenciamento Ambiental da Farmácia e do Laboratório de Fitoterápicos


O Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), por meio da Divisão de Qualidade (Diquali/Iepa), conseguiu obter o Licenciamento de Operação (LO) da Farmácia e do Laboratório de Fitoterápicos. 

Este licenciamento é necessário para o desenvolvimento das atividades de produção e comercialização de medicamentos fitoterápicos. 

Segundo a chefe da Diquali/Iepa, Larissa Gazel, esse procedimento foi conquistado por esta divisão, que tem como um dos seus objetivos conseguir que os laboratórios e instalações do Iepa estejam sempre em conformidade com a legislação vigente. Esta Licença de Operação é valida pelo período de 3 anos. 

Angela Andrade/Iepa

Data: 18.10.2012
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http://www.correaneto.com.br/site/noticias/32643

Alagoas: Projeto faz agricultores aumentarem renda com cultivo de pimenta

Unidade de beneficiamento emprega 266 trabalhadores de AL e SE. Expectativa é que cada associado receba R$ 50 por quilo de pimenta rosa.

Agricultores do baixo São Francisco, em Alagoas, aprenderam a lucrar com a colheita da aroeira, uma especiaria típica da Mata Atlântica. A pimenta rosa, extraída da árvore, é bastante valorizada.

A safra da pimenta rosa já está no final. A aroeira é abundante na foz do São Francisco. A pimenta rosa, considerada uma iguaria na culinária, nunca foi rentável. Mas a história mudou após a implantação da Unidade Demonstrativa de Beneficiamento Artesanal, em Piaçabuçu, onde trabalham 266 pessoas de dois municípios de Alagoas e dois de Sergipe. O primeiro passo para quem chega ao lugar é selecionar a pimenta rosa.

Depois de selecionados os frutos são lavados e colocados para secar diante de ventiladores por cerca de 10 minutos. Em seguida, a pimenta rosa vai para o forno termosolar por três horas. A temperatura chega a 40º.

Os associados seguem um processo rígido de qualidade. Para trabalhar na unidade é preciso lavar bem as mãos e utilizar máscaras e protetores de cabelo. A segunda seleção é minuciosa. Os frutos ruins são descartados e os bons, embalados em garrafinhas ou estocados. Cada associado participa individualmente de todo o processo. A expectativa é que cada um receba R$ 50 por quilo produzido.

A safra da pimenta rosa, que dura quatro meses, vai de maio a agosto. Para que a unidade não fique parada nos outros meses do ano, a associação pretende utilizar a estrutura para a fabricação de outros frutos.

A abertura da unidade de beneficiamento foi possível com a parceria entre a Petrobras, o Instituto Eco Engenho e a Associação dos Coletores.

Data: 05.10.2012
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Índia: International initiative to conserve medicinal plants launched

A unique international initiative to conserve medicinal plants and promote traditional knowledge related community level health was launched at the ongoing United Nations Convention on Biological Diversity here today.

The initiative was launched in collaboration with the UN University Institute of Advanced Studies, Institute of Ayurveda and Integrative Medicine, UN Development Programme's Equator Initiative, UN Environment Programme, Secretariat of Convention on Biological Diversity, National Biodiversity Authority of India, Biodiversity International, The Wildlife Trade Monitoring Network and Comparing and Supporting Endogenous Development.

"The need and potential for strengthening traditional understanding and practices related to health at the community level has not been sufficiently addressed in planning processes. Unlike mainstream health interventions, this involves a comprehensive assessment of various contributing factors to health, including biological resources, knowledge and human resources," UNU-IAS officials said.

Achieving better health access and sustainably using biodiversity at the level of local communities requires multi-pronged strategies, they said.

The initiative aims to strengthen linkages in the sectors of health and biodiversity focusing on traditional knowledge and the relevance of community wellbeing across different countries with a rich bio-cultural diversity, they said.

The UNU-IAS will bring on board its research, capacity building, networking as well as coordination strengths, and will also anchor the initiative, they said.

Data: 19.10.2012
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Inverno florido - etapas da colheita ao beneficiamento da camomila em Mandirituba, Paraná

Com plantio em abril, a camomila enfeita Mandirituba por 5 meses.


Colheita

Deve ser encerrada neste mês (setembro). No primeiro corte, deixa-se o caule em pé, para que, em três semanas, ocorra a reflora.

Classificação

Colhida, a planta é colocada na máquina de classificação, que separa a parte que vai virar chá e a que será comercializada in natura.

Secagem

Os ramos são colocados em grandes caldeiras aquecidas à lenha, onde permanecem por sete horas e perdem cerca de 80% de seu peso.

Moagem

Parte do que foi secado segue para pequenos moinhos que trituram por duas vezes o conteúdo.

Ensacamento

A flor in natura é colocada em grandes sacos, levados a galpões sem incidência de luz para descansar por alguns dias.

Fabricação

O produto que passou pela moagem é utilizado na produção de sachês de chá. Já as flores in natura são separadas manualmente e ensacadas em pequenas embalagens.


Data: 18.09.2012
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Paraná: Mandirituba faz da camomila um negócio milionário

Com 1,3 mil hectares floridos e a cadeia do chá estruturada, o município da região de Curitiba fatura R$ 3,2 milhões por ano. 



Sem agrotóxico, Maria Kupka espera arrecadar até o dobro

Os campos cobertos por flores brancas de corola amarela e cheiro agradável abrigam um dos tesouros da economia de Mandirituba, distante 45 quilômetros de Curitiba. A camomila representa uma das principais fontes locais de renda e emprego. A planta, que confere a cidade o título de capital brasileira da camomila, representa 2% do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário municipal – R$ 3,2 milhões dos R$ 161 milhões do PIB agro de 2011.

“A camomila é um patrimônio da cidade. A cultura gera renda no inverno para os produtores e para o município”, aponta o secretário de Agricultura, Marcos Antônio Dalla Costa. Um grupo de 30 produtores cultiva 1,35 mil hectares com a planta – São José dos Pinhais, também na Região Metropolitana, tem 500 hectares. “O número de produtores diminuiu nos últimos anos, mas a produção aumentou, com a modernização”, complementa.

A história da camomila em Mandirituba começou há 30 anos pelas mãos dos imigrantes europeus. A planta encontrou boas condições de clima e solo na região, favorecendo a produção em escala e venda direta para indústrias de medicamentos, cosméticos e alimentos de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e também do Paraná.

Foi nesta época que Arildo Oliveira Franco, 58 anos, decidiu abandonar a fabricação de móveis para se dedicar ao plantio da camomila em 1,2 hectare. Hoje ele cultiva 72,6 hectares com a flor. O início da atividade, há 28 anos, foi cheio de desafios, principalmente na colheita e preparo da planta. A falta de maquinário adequado exigia que todo o trabalho fosse manual.

“No início usávamos uma espécie de garfo para arrancar a flor. Depois, começamos a usar tração animal”, explica. “Para secar, eu colocava uma lona no sol e espalhava as plantas. Demorava uns três dias.”

Atualmente, a colheita é feita com trator e o beneficiamento leva dois meses (veja ao lado). Uma tonelada de camomila verde se transforma em 200 quilos do produto seco, pronto para comercialização.

Mandirituba tem vários centros de beneficiamento da planta. Um deles é a Mandiervas, indústria criada por Franco há 25 anos. A empresa reúne a produção de seis fazendas de camomila, num total de 400 toneladas da planta verde por safra.

O custo de produção da camomila é relativamente baixo – cerca de R$ 830 por hectare, considerando a compra de semente (16 quilos por hectare) e insumo e a contratação de mão de obra. E, o rendimento pode chegar a R$ 2 mil por hectare.

Nova geração expandiu negócio

Além de fonte de renda, a camomila é tradição. Diante da história de vida do pai Arildo, que se mistura à da chegada da planta a Mandirituba, Luis Adriano resolveu se dedicar à cultura. Anexa aos galpões de beneficiamento, ele instalou uma linha de produção de sachês. Hoje, a empresa conta com 12 funcionários e capacidade para produzir 30 mil caixas de 20 sachês e 30 mil pacotes in natura mensalmente.

“O carro chefe é a camomila. No restante do ano, trabalho com outras ervas como boldo, capim-cidreira e erva-doce”, explica. No total, são 55 produtos. “Vendo para supermercados e farmácias do Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. É um orgulho saber que a camomila de Mandirituba roda o país”, afirma o proprietário da Mandiervas.

Nem sempre foi assim. Há 20 anos a produção era manual. A comercialização ocorria nos mercadinhos da região. “Como eu não tinha carro naquela época, pedia a um amigo para me levar nos lugares”, recorda. Seus planos agora incluem uma empacotadora de R$ 200 mil.

Investimento

Cultivo orgânico promete elevar renda do produtor

Alguns produtores de Mandirituba têm a expectativa de dobrar os ganhos com a comercialização da camomila. Há três anos, um grupo está trabalhando com o plantio da camomila orgânica, o que exige o uso de adubação verde. O primeiro resultado será conquistado agora com a emissão do certificado de produção livre de agrotóxicos ainda nesta safra.

“Essa proposta surgiu porque o chá é para dar saúde. Por enquanto, estamos vendendo pelo preço normal. Mas queremos receber mais”, explica Maria Kupka, que há três safras dedica 5 hectares à cultura orgânica – 36 hectares da sua propriedade ainda são preenchidos com o plantio tradicional. O chá é tradicionalmente usado como calmante, antialérgico e cicatrizante.

O plantio de forma orgânica exige algumas mudanças de comportamento do agricultor. O primeiro é a troca de cultura na safra de verão. Áreas que antes eram cobertas com feijão ou milho, que exigem agrotóxicos, têm que receber outro plantio. “Nós vamos ocupar a terra com girassol”, afirma Maria.

Outras diferenças são a produtividade e o trabalho de manutenção da terra. Enquanto o plantio tradicional rende 167 quilos do produto seco por hectare, a orgânica fica pela metade. O mato muitas vezes precisa ser arrancado manualmente. O grupo deve construir, dentro de um ano, uma agroindústria que irá transformar a safra orgânica em chás, massas, geléias, compotas, conservas e temperos.

Data: 18.09.2012
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