quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Huertos Urbanos. Ayuntamiento de Mérida.

La agricultura urbana en Nueva York

Siembra Mes a Mes 6

Siembra Mes a Mes 5 - Proyecto Autosustentable Permacultural

Siembra Mes a Mes 4 - Proyecto Autosustentable Permacultural

Siembra Mes a Mes 3 - Proyecto Autosustentable Permacultural

Huerta 2da Parte - Proyecto Autosustentable Permacultural

Huerta 1ra Parte - Proyecto Autosustentable Permacultural

Perma: Compostaje

Perma: Acuaponía

Perma: Coberturas Verdes

Perma: Coberturas secas

Edificaciones verdes: alternativas posible

Perma: Banco de semillas

Lead Contamination in Fish and Game

Best Food to Prevent Common Childhood Infections

Tomato Sauce vs. Prostate Cancer

Saffron vs. Memantine (Namenda) for Alzheimer's

Autism and Casein from Cow’s Milk

sábado, 4 de novembro de 2017

Conheça o Cambucá ou Jabuticaba Amarela (Plinia edulis)

Araçá Amarelo - Safari Garden

MANHÃ TOTAL - Jambo: os benefícios do fruto

Receita Doce de Jambo

Horta Caseira - alimentos mais saudáveis para a família

Uso do canabidiol no tratamento de doenças

Seminário de Plantas Medicinais em Catanduva

Evento em Catanduva. #plantasmedicinais

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Programação. Catanduva. #fitoterapia #plantasmedicinais

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Mirabilis jalapa

Mirabilis e uma de suas múltiplas variações de tons e cores. #flor #ornamental

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Cursos em novembro na AAO

Cursos na ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTURA ORGÂNICA. São Paulo, SP. #plantasmedicinais

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Plantio de alface em local alternativo

Curcuma zedoaria

Rebrotando e já florescendo em Taubaté. Bela e poderosa planta medicinal. Zedoária. Curcuma zedoaria.

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Aproveitamento de Solanum americanum na culinária

"Peixinho" à milanesa

Curcuma longa x Curcuma zedoaria

Pancs espontâneas

La magia de la rosa del azafrán, la planta para todo.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Lycopene Supplements vs. Prostate Cancer

Tomato Sauce vs. Prostate Cancer

Aula 03 Legislação Sanitária de Fitoterápicos

Controle de Qualidade - Fitoterápicos

Agricultores de Quebrangulo cultivam plantas medicinais

Convite para o seminário de plantas medicinais de Catanduva. 11/11/2017

Fitoterapia: Salvia proprietà e come usare questa spezia

15° Conitec em Evidência-2017 FITOTERAPIA BASEADA EM EVIDÊNCIAS-23/10/17

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Aula 12: Regressão Linear Múltipla (Parte 2)

Aula 12: Regressão Linear Múltipla (Parte 1)

Aula 13.2 - Regressão Logística Binária (Parte 2)

Aula 13.1 - Regressão Logística Binária (Parte 1)

Aula 11: Regressão Linear Simples

Aula 10.2: Correlação Parcial

Aula 10.1: Correlação Bivariada

Aula 9.2 - Qui-quadrado de Independência

Aula 9.1 - Qui quadrado de Aderência

Aula 8.5 - Testes Não-Paramétricos: Friedman

Aula 8.4 - Testes Não-Paramétricos: Kruskal-Wallis

Aula 8.3 - Testes Não-Paramétricos: Wilcoxon

Aula 8.2 - Testes Não-Paramétricos: Mann-Whitney

PANC Coração de Bananeira | Sisteminha Embrapa adaptado em São Vicente

Amla vs. Drugs for Cholesterol, Inflammation, and Blood-Thinning

The Best Food For High Cholesterol

Universidade Aberta - Jornada Paulista de plantas medicinais

Seminário A epidemia das drogas Psiquiátricas - 30/10/2017 - Manhã

Comparação entre os teores de oxalato de cálcio em espécies denominadas de espinafre

Quando se faz referência ao nome espinafre, a denominação científica é essencial tendo em vista que há mais de uma espécie com essa referência. A mais famosa, em todo o mundo, é a Spinacia oleracea (foto 1), de origem asiática e se destacou pelo estímulo ao consumo nos Estados Unidos no século passado.
Foto 1: Spinacia oleracea

No Brasil é mais consumida a plantas do gênero Tetragonia (Foto 2), mais conhecidos como espinafre-da-nova-zelândia. É de fácil cultivo, e encontrada em boa parte do país. Além dos nomes em comum, as espécies possuem teor considerável de oxalato de cálcio, fator antinutricional.
Foto 2: Tetragonia tetragonioides

De acordo com Rocha (2009), o ácido oxálico é formado nas plantas pela oxidação incompleta de carboidratos ocasionada pela ação de fungos ou bactérias. Em altas concentrações, o ácido oxálico pode facilitar a formação de cálculos renais, devido a formação de sais insolúveis de cálcio após ser absorvido pelo organismo, ou antes da absorção, devido à reação do cálcio da dieta.

O teor do oxalato depende da parte da planta consumida. Com relação aos espinafres, pesquisas indicam maiores teores no espinafre do Gênero Spinacia.

As folhas são as que apresentam as maiores concentrações e ambas as espécies denominadas por espinafre. Na pesquisa realizada por Rocha (2009), o espinafre-da-nova-zelândia forneceu 10,8g por100g de matéria seca. Já no caso do espinafre verdadeiro, apresentou 25% a mais de oxalato. 

Alguns estudos indicam o contrário, mas deve ser levado em conta alguns fatores como as formas de cultivo, os dados serem reportados em vista da matéria fresca, e a impossibilidade de garantia dos mesmos teores de água para ambos (ROCHA, 2009). 

Referência:

ROCHA, Sílvia Regina Santos. Procedimentos e Avaliação Química de Parâmetros de Interesse Nutricional de Espinafre Comercializado na Bahia, Dissertação (Mestrado em Ciências Naturais-Química) – Universidade Federal da Bahia, Bahia. 2009. Disponível em:

Texto: Wasllana Wanda R. Guimarães - Acadêmica de Nutrição - UNITAU

Coordenação: Prof. Marcos Roberto Furlan

sábado, 28 de outubro de 2017

Aula 8.1 - ANCOVA

Aula 7.3 - ANOVA mista com duas variáveis dependentes

Aula 7.2 - ANOVA de 2 vias com medidas repetidas

Aula 7.1: ANOVA 1 via com medidas repetidas

Aula 6.4 - Transformando (logaritmizando) dados no SPSS

Aula 6.3 - ANOVA de duas vias

Aula 6.2 - ANOVA de duas vias

Aula 6.1 - ANOVA de duas vias

Aula 5.2: ANOVA de uma via

Aula 5.1: ANOVA de uma via

Aula 4: Teste-t Pareado

Aula 3: Teste-t Independente

Aula 2: Teste de normalidade e teste t para uma amostra no SPSS

Aula 1.2: Exportando o banco de dados para o SPSS

Aula 1.1: Montando seu banco de dados no Excel

Prática de Saúde baseada em evidências - Aula 08: Análise de dano

Ashwagandha Berry | How To Harvest, Dry & Uses

Uses for Goldenrod: How to make a goldenrod tincture and infuse honey

Foraging edible weeds with Gro Odense Urban Gardens

PERMACULTURA - Deixar a cidade e morar no campo exige coragem

SAÚDE - Fitoterapia como forma de prevenção

Fitoterapia e Odontologia,Marcia Ferraz,Radio Mundial,(26-10-2017)

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Prática de saúde baseada em evidências - Aula 06: Do conjunto de evidênc...

Compostos extraídos da gravioleira têm potencial ação inseticida e antitumoral

SEX, 20 OUT 2017 

Estudo demonstra que substâncias bioativas apresentam atividade anticancerígena



EDIÇÃO DE IMAGEM LUIS PAULO SILVA

Substâncias bioativas identificadas na gravioleira vêm chamando a atenção dos cientistas há pelo menos 40 anos. São as acetogeninas anonáceas, uma classe de compostos derivados de ácidos graxos, cujo espectro de atividade biológica inclui propriedades inseticidas, anti-helmínticas e anticancerígenas.

Uma pesquisa feita na Embrapa e na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) avaliou um método para extrair e concentrar esses compostos, transformando-os em suplementos alimentares ou fitoterápicos, sem que se percam os princípios ativos de interesse.

De acordo com a pesquisadora Ingrid Vieira Machado de Moraes, da Embrapa Agroindústria Tropical (CE), as acetogeninas anonáceas já foram amplamente estudadas, mas ainda não existe um produto padronizado, cuja concentração seja determinada e segura para consumo humano.
Gravioleira: componentes bioativos estão presentes nas folhas, caule, casca e semente dos frutos | Foto: Wikimedia Commons

“Pesquisas têm confirmado o que o conhecimento tradicional aponta: componentes bioativos naturais presentes nas folhas, caule, casca e semente dos frutos da gravioleira apresentam comprovado efeito anticancerígeno”, disse Moraes à assessoria de comunicação da Embrapa Agroindústria Tropical.

Muitas empresas brasileiras e estrangeiras têm comercializado a folha da gravioleira desidratada na forma de cápsulas e sachês de chá, obtidos a partir da secagem e trituração das folhas. Por meio desse processo, os compostos bioativos presentes nas folhas, encontrados na ordem de partes por milhão, estão misturados a diversos outros compostos e suas concentrações não são determinadas.

“O conhecimento das concentrações de moléculas potencialmente citotóxicas, como as acetogeninas anonáceas, é de extrema relevância para o consumo seguro dos produtos que contêm esses compostos”, disse Moraes.

A pesquisadora extraiu os compostos bioativos utilizando um solvente reconhecido como seguro para o consumo humano, o etanol. O estudo foi realizado no Departamento de Tecnologia de Alimentos da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Foram avaliados alguns parâmetros visando otimizar os processos de extração e de separação e concentração por membranas.
O professor Flávio Luís Schmidt: “A matéria-prima é renovável e pode gerar produtos relativamente baratos, ao alcance da população, com ganhos em qualidade de vida”

Para que o extrato seja transformado em produto, são necessários ainda outros estudos, incluindo análises de estabilidade das moléculas e padronização dos extratos. A intenção é melhorar o método de produção e a qualidade final do extrato, dando condição de informar a concentração dos princípios ativos presentes.

O estudo foi orientado pelo professor Flávio Luís Schmidt, do Departamento de Tecnologia de Alimentos da FEA-Unicamp. Segundo ele, qualquer viabilidade de aplicação desses componentes deverá passar por um processo de extração que possibilite uma produção em maior escala e comercialização.

Estudos como esse, ele sublinha, podem gerar empreendimentos viáveis, com geração de emprego e renda. “Neste caso, a matéria-prima é renovável e pode gerar produtos relativamente baratos, ao alcance da população, com ganhos em qualidade de vida”, disse Schmidt.

Link:

Are Avocados Healthy?

Culture Shock - Questioning the Efficacy and Safety of Probiotics

Inventaire des herbiersde la région Provence Alpes Cote d’Azur

https://issuu.com/veroschafer/docs/herbiers_paca

Herbiers publics et privés - Inventaire des herbiers de la région Languedoc-Roussillon

Manual de etnobotânica : plantas, artefatos e conhecimentos indígenas

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Fitocosmética: máscara secativa


Prática de saúde baseada em evidências - Aula 05: Revisões sistemáticas ...

'Cadernos de Saúde Pública' - julho - destaca prevenção e controle da obesidade

Cad. Saúde Pública vol.33 no.7 Rio de Janeiro 2017

Editorial

Obesidade: urge fazer avançar políticas públicas para sua prevenção e controle

Perspectivas

· Adoção de embalagens padronizadas de produtos de tabaco no Brasil: contribuição da ciência da decisão à proteção do direito humano à saúde
· texto em Português | Inglês · Português (pdf epdf) | Inglês (pdf epdf)

Revisão

· Abuso digital nos relacionamentos afetivo-sexuais: uma análise bibliográfica

Ensaio

· A flexibilização da legislação brasileira de agrotóxicos e os riscos à saúde humana: análise do Projeto de Lei nº 3.200/2015

· O legado de Cabanis: hipótese sobre raízes da educação médica no Brasil

Artigo

· Obesidade e políticas públicas: concepções e estratégias adotadas pelo governo brasileiro


· Silicone líquido industrial para transformar o corpo: prevalência e fatores associados ao seu uso entre travestis e mulheres transexuais em São Paulo, Brasil

· Fatores estratégicos para a sustentabilidade de uma intervenção na saúde em nível municipal no Brasil

· Exposição ocupacional ao cianeto de hidrogênio durante a produção industrial da farinha de mandioca no Estado de Alagoas, Brasil

· Vinhetas e relatos diferenciais na saúde: os resultados do estudo japonês da Pesquisa Mundial de Saúde

· Fatores associados à percepção de melhora por usuários de Centros de Atenção Psicossocial do Sul do Brasil

· Mortalidade infantil segundo cor ou raça com base no Censo Demográfico de 2010 e nos sistemas nacionais de informação em saúde no Brasil

· Validade da informação sobre o peso ao nascer para estudos fundamentados na programação fetal

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Prática de saúde baseada em evidências - Aula 02: Evidências sobre trata...

Em Questão - PANCs

Resenha de artigo sobre conhecimento relacionado às plantas medicinais por profissionais da estratégia de saúde da família

Autores da resenha:
Gabriella Müller Cesco Fieschi; Isabella Toledo Mendes de Oliveira; Lucas Taffarelo Jaqueira - acadêmicos de Medicina da Universidade de Taubaté

Prof. Marcos Roberto Furlan - coordenador das resenhas

Referência do artigo:

NASCIMENTO JÚNIOR, B. J.; TÍNEL, L.O.; SILVA, E.S. et al. Avaliação do conhecimento e percepção dos profissionais da estratégia de saúde da família sobre o uso de plantas medicinais e fitoterapia em Petrolina-PE, Brasil. 2015. Rev. bras. plantas med, v. 18, n. 1, p. 57-66, 2015. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbpm/v18n1/1516-0572-rbpm-18-1-0057.pdf. Acesso em: 21 de out 2017.

O artigo "Avaliação do conhecimento e percepção dos profissionais da estratégia de saúde da família sobre o uso de plantas medicinais e fitoterapia em Petrolina-PE, Brasil" tem como objetivo principal reconhecer se e como os profissionais de nível superior, ligados a Estratégia de Saúde da Família (ESF) do município de Petrolina-PE, utilizam e indicam plantas medicinais e fitoterápicos. 

Por meio do método de estudo transversal e de caráter exploratório e descritivo, no qual participaram 96 profissionais - 30 médicos (31,25%), 36 enfermeiros (37,5%), 22 dentistas (22,9%), 6 farmacêuticos (6,3%) e 2 nutricionistas (2,1%), analisa-se e investiga-se, utilizando entrevistas individuais, o conhecimento e a existência de prescrições de fitoterápicos para a população local atendida. 

Embora as plantas medicinais e os fitoterápicos estejam entre os principais recursos terapêuticos da Medicina Complementar e Alternativa, e vêm sendo, em uma ascensão importante, cada vez mais estudados, seja através da pesquisa básica ou aplicada, com reconhecimento na medicina baseada em evidência, os resultados apontaram em um sentido oposto à essa direção. 

Quando perguntados a respeito das prescrições e indicações, apenas 5 (5,2%) médicos responderam positivamente ao uso de plantas medicinais e fitoterápicos em suas receitas, sendo Guaco (R) e Maracujina (R) os mais citados. Conquanto, ao serem perguntados se os profissionais da saúde devem ter conhecimento sobre este assunto, 95% disse que sim. Apesar da baixa adesão dos profissionais a este tipo de tratamento e terapia, 47 deles (49%) disse que fazem utilização pessoal das plantas medicinais e fitoterápicos. 

Levando em consideração os contextos e as realidades locais, os dados obtidos permitem uma interpretação dos resultados que explicitam a falta de conhecimento e do preparo dos profissionais de diferentes áreas da saúde para o tratamento, indicações e prescrições de plantas medicinais e fitoterápicos.
Apesar da população brasileira trazer em suas tradições e culturas o cultivo e utilização destas plantas, seja como forma de infusão, tempero ou in natura, na prática de saúde, estes remédios naturais, que consigo carregam diversos benefícios, com diminuídos efeitos colaterais, maior acessibilidade, menor custo e até maior efetividade, estão às margens do cotidiano médico, mesmo tendo seus efeitos cada vez mais provados. 

Isto fortalece e sustenta a hipótese de que esta classe profissional necessita de maior aprendizagem acadêmica durante e após sua formação, seja por meio de aulas e disciplinas na grade curricular, aprendizagem prática, cursos, especializações e pós-graduação. Não menos importante, os aspectos sócio-culturais também exercem função no resultado final, as diferentes realidades entre regiões, urbanas contra rurais, mostram uma diferente forma de manutenção de tradições, e os tratamentos com plantas estão inclusos nestas. 


A extinção de qualquer tipo de preconceito contra tratamentos naturais é fundamental, já que a alopatia é vista, algumas vezes, como sendo a única possível forma de tratamento, devido ao seu primordial protagonismo. Médicos e profissionais da área da saúde que lidam com situações em que plantas medicinais e fitoterápicos poderiam ser utilizados, e com eles seus benefícios, e não os utilizam, estão perdendo uma potencial forma de tratamento, terapia e prevenção que poderia se tornar sua aliada no combate à doenças e transtornos e alcançar mais rapidamente o resultado final que deseja qualquer profissional da saúde: aliviar o sofrimento da população.

domingo, 22 de outubro de 2017

La mejor alimentación para los fibromas

The Best Food for Fibroids

UFJF/SEMIC 2017 - Etnobotânica e Soberania Alimentar: Resgate de Plantas...

¿qué saber sobre la fitoterapia?

Fitoterapia e as plantas medicinais

BOLETIM TJ UFSC - SEPEX - Horto didático de plantas medicinais do HU UFSC

Chás e Plantas Medicinais, por Jéssica Nikititz

Prática de saúde baseada em evidências - Aula 02: Evidências sobre trata...

Prática de saúde baseada em evidências - Aula 01: Introdução

sábado, 21 de outubro de 2017

O contexto histórico da definição conceitual de Serviços Ecossistêmicos ...

Genética - Apresentação

IV Encontro Pré- ConfOA | Comunicação Científica, Integridade e Acesso A...

III Encontro Pré-ConfOA | Gestão de Conteúdos e CRIS

II Encontro Pré-ConfOA | Dados Científicos em Saúde e Repositórios

Sem. Saúde, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - Painel Desenvolvime...

Seminário Saúde, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - Painel Desenvo...

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Cicatrização de lesões cutâneas

Agroecología: diseñando sistemas biodiversos y(...)

Levamos o sabugueiro á mesa

Cultivando salud

Práticas de etnoveterinária no Nordeste Transmontano(...)

Magnificent Colors of Wisteria (HD1080p)

HD - Most Beautiful And Biggest Natural Flower Garden In The World - Dub...

Secret Language Of Plants National Geographic Documentary HD

Ecologia - Apresentação da disciplina

I Encontro Pré-ConfOA | Direitos Autorais e Banco de Dados

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Complementares – Massagem ritmica

Proyectos agroecológicos

A cadeia produtiva da Feira de Artesanato e Produtos da(...)

Sobre la agricultura andina y la resiliencia frente al(...)

Nova edição da revistaa “Clinics”

https://revistas.usp.br/clinics/issue/view/10176

Tabela nutricional atualizada com alimentos mais consumidos no País

The Best Diet for Fibroids

BBC Natural World Africas Desert Garden - Legendado pt

Rose - Queen of Flowers - The Secrets of Nature

Ceensp aborda Regime Jurídico de Bioética francês - Daniel Borrillo

Sem. Saúde, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - Painel Perspectivas...

Seminário Saúde, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - Painel Saúde, ...

Resenha do artigo “Perfil do uso de medicamentos durante a gravidez de puérperas internadas em um hospital do Brasil”

Autoras da resenha: Júlia Bernal dos Santos, Luiza Bernal dos Santos, Mariana Bernal dos Santos - acadêmicas de Medicina - UNITAU

Coordenador: Prof. Marcos Roberto Furlan - UNITAU

Referência do artigo:

GALATO, Dayani et al. Perfil do uso de medicamentos durante a gravidez de puérperas internadas em um hospital do Brasil. Revista Brasileira Farm. Hosp. Serv. Saúde São Paulo, São Paulo, v. 6, n. 24, p.24-29, jan./mar. 2015. Disponível em: http://www.sbrafh.org.br/rbfhss/public/artigos/2015060105000660BR.pdf. Acesso em: 27 de set 2017.

1. INTRODUÇÃO

O artigo “Perfil do uso de medicamentos durante a gravidez de puérperas internadas em um Hospital do Brasil” procura avaliar e classificar os fármacos utilizados por um grupo selecionado de puérperas, com o intuito de definir seus riscos para mãe e bebê. É um tema relevante dentro da medicina, uma vez que o potencial teratogênico de certas substâncias podem promover uma evolução desfavorável da gestação, e é de interesse dos profissionais de saúde para um bom atendimento, tratamento e acompanhamento de seus pacientes.

2. RESUMO

O artigo foi feito com os objetivos de identificar o perfil de uso de medicamentos utilizados durante a gravidez em um hospital no Brasil e identificar os medicamentos usados pelas gestantes e os seus riscos para mãe e feto.

Foram entrevistadas 244 puérperas, das quais 98,4% relataram ter utilizado ao menos um medicamento durante a gravidez, e 45,5% relataram o uso após o diagnóstico. 

O uso de medicamentos durante a gravidez é frequente, em decorrência, por exemplo, das alterações sistêmicas da própria gestação, por intercorrências obstétricas ou por doenças crônicas prévias. Portanto se observa um grande número de prescrições e de automedicação nas gestantes.

Esse estudo e estudos anteriores notaram que a prescrição de medicamentos de risco diminui após a descoberta da gravidez, apesar de aumentar a quantidade de medicamentos utilizados.

No entanto, é importante lembrar que novos fármacos são constantemente lançados no mercado e podem não ser considerados teratogênicos apenas pelo fato de não haver estudos a seu respeito até o momento.

Quanto a sua metodologia, apresenta desenho transversal, e a população selecionada foi composta por puérperas internadas no Hospital Nossa Senhora da Conceição, da cidade de Tubarão, entre outubro de 2011 a março de 2012. 

O cálculo da amostra considerou os partos realizados nesse hospital em 2010. Adotou-se como prevalência o número 93,3%, erro de 3% e intervalo de confiança de 95%, resultando em 241 puérperas. Foram utilizados alguns critérios de inclusão e de exclusão, desconsiderando do estudo mulheres menores de 18 anos e puérperas em que o filho veio a óbito. A coleta dos dados foi feita via entrevista, e a distribuição do uso de medicamentos foi feita em dois períodos: no diagnóstico de gravidez, período entre a provável data de concepção e o diagnóstico da gestação, e no pré-natal, período entre o diagnóstico e o parto.

Os medicamentos foram classificados segundo a FDA em A, B, C, D e X, e também segundo a Anatomic Therapeutic Chemical (ATC), que os divide em cinco níveis de acordo com o grupo anatômico e o fármaco propriamente dito. Foram identificados os determinantes e as demais variáveis com o teste do qui-quadrado.

Como resultados, a faixa etária das entrevistadas foi entre 18 a 46 anos, a maioria morava com o parceiro (92,6%), 69,3% tinha alguma fonte de renda, a escolaridade variou entre 0 a 17 anos, e 45,1% planejou a gravidez. Os sintomas mais prevalentes na gravidez foram pirose, náusea, lombalgia, sonolência, dor nos membros inferiores, cefaleia, anemia, infecção urinária e constipação intestinal. Os problemas crônicos de saúde mais citados foram hipertensão, anemia, asma e depressão. Obteve-se que 98,4% das puérperas usaram entre dois a treze medicamentos durante a gravidez, destacando-se que houve aumento do uso durante o pré-natal.

Os medicamentos mais comumente utilizados até o diagnóstico foram: paracetamol, dipirona e os anticoncepcionais hormonais. Durante o período do pré-natal foram mais utilizados o paracetamol, o sulfato ferroso, o ácido fólico e as vitaminas. Até o momento do diagnóstico da gravidez, 18,8% das gestantes fizeram uso de medicamentos das classes D e X, mas houve uma diminuição desse percentual para 4,5% durante o período do pré-natal. Além de medicamentos, 27% das gestantes fizeram consumo de plantas medicinais durante a gravidez, porém a maioria delas não possui informação na literatura para determinar a sua segurança, e aquelas em que havia literatura, eram contraindicadas na gestação, por estarem relacionadas à propriedades abortivas e teratogênicas, porém, por desconhecimento desses possíveis riscos, muitas mulheres fazem o uso de chás.

3. ANÁLISE

O artigo “Perfil do Uso de Medicamentos Durante a Gravidez de Puérperas Internadas em um Hospital do Brasil”, escrito por Dayani Galato e colaboradores, aborda o perfil do uso de medicamentos em puérperas antes do diagnóstico da gravidez e no período pré-natal.

A escolha da temática foi realizada de maneira assertiva, uma vez que constatou a grande quantidade de gestantes que fazem uso de diversos medicamentos e é importante estabelecer seus riscos para mãe e feto, a partir das classificações medicamentosas.

Foi feito um estudo transversal, abordando pouca quantidade de puérperas entrevistadas (244). Um adendo é a escolha do estudo transversal, que é rápido e de baixo custo por não haver seguimento, e é adequado para descrever situações de saúde, porém não apresenta relação temporal entre exposição e efeito, o que torna difícil estabelecer a relação causal. Um estudo longitudinal abordaria um número maior de gestantes ao longo do tempo, conferindo maior precisão nos resultados.

O modo de aquisição das informações foi a aplicação de um questionário sobre os medicamentos utilizados. Por ser uma entrevista, suas respostas são subjetivas, podendo não ser fidedignas e, desse modo, prejudica a confiança do estudo.

Além disso, a seleção das puérperas eliminou as menores de 18 anos e com fetos natimortos, eliminando possíveis resultados que não foram analisados, já que a morte fetal pode ter sido resultado do uso de algum medicamento.

O texto conclui corretamente que é preciso expandir os estudos a respeito da exposição das mulheres em idade fértil a medicamentos de risco. Também, mostra que o uso de plantas medicinais é intenso e elucida o fato de que não há estudos suficientes nessa área, conscientizando para a necessidade de fazê-los.

4. CONCLUSÃO

Dentro da carreira médica, frequentemente os profissionais de saúde entrarão em contato com gestantes ou mulheres em idade fértil, o que torna imprescindível conhecer a farmacologia de todos os medicamentos que forem prescrever, bem como o ponderamento sobre seus benefícios e danos, em especial atenção a casos de automedicação e uso de plantas medicinais. O artigo é um prenúncio da necessidade de realizar-se trabalhos que devem explorar a questão mais profundamente, tanto sobre medicamentos, quanto sobre plantas medicinais. Recomenda-se a leitura desse artigo para seguimento e estudos futuros.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

O que é antroposofia?

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José Luis Fiori abre Programa de Bioética da ENSP