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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Belo Horizonte: Jardim de plantas medicinais, aromáticas e tóxicas

Publicado em 11/05/2015


O Jardim de Plantas Medicinais ocupa uma área de 1000 m2 destinada à coleção de plantas medicinais aromáticas e tóxicas cujo objetivo é mostrar a importância das plantas medicinais dentro do contexto da preservação. Reforça também, os aspectos culturais e a avaliação crítica, baseada em informações científicas quanto ao uso terapêutico e a toxicidade das plantas. Pela diversidade de espécies que apresentam atividade medicinal este jardim foi distribuído em canteiros temáticos facilitando assim a abordagem didática.

Alguma espécies do jardim de plantas medicinais aromáticas e tóxicas:

Espinheira–santa
Nome científico: Maytenus truncata, Celastraceae 
Origem: Brasil
Essa planta é considerada ornamental pela semelhança de suas folhas e frutos com o “azevinho” usado nas decorações de natal no hemisfério norte. Na fitoterapia é usada no tratamento de úlceras estomacais comprovado pela Central de Medicamentos (Ceme) do Ministério da Saúde do Brasil. Por ser morfologicamente parecida com outras espécies que podem causar danos à saúde, a indicação e as formas de uso deverão ser feitas por profissionais habilitados.

Coração magoado
Nome científico: Iresine herbstii, Amaranthaceae
Origem: América do Sul
Descrição: Suas folhas tem o formato de coração, são roxas com nervuras vermelhas e rosadas. Os ramos também são vermelhos e semelhantes ao sistema vascular humano. Na “Doutrina dos sinais” é usada para tratamento de doenças do coração. Estudos farmacológicos mostraram que essa planta tem efeito cicatrizante e acelera o processo de reparação de ferida aberta em pele de rato. Pode ser tóxica ao organismo humano quando usada sem acompanhamento de profissional habilitado.

Calêndula
Nome científico: Calendula officinalis, Asteraceae
Origem: Ilhas Canárias e região Mediterrânea
A calêndula é usada no tratamento da acne, como bactericida, antisséptico e anti-inflamatório. Na Espanha era considerada uma planta mágica. Para obter proteção contra todos os perigos, os feiticeiros aconselhavam usar um talismã de calêndulas colhidas quando o sol estivesse entrando no signo de virgem, embrulhadas junto com um dente de lobo e várias flores de louro.

Babosa
Nome científico: Aloe vera, Asphodelaceae
Origem: Mediterrâneo, Ilha da Madeira e Ilhas Canárias
A babosa é uma das plantas de uso tradicional mais antigo que se conhece, inclusive pelos judeus, que costumavam envolver os mortos em lençol embebido no sumo de aloe para retardar a putrefação e encobrir o cheiro da morte. A babosa foi um dos ingredientes secretos da beleza de Cleópatra. É usada no tratamento dos cabelos para dar brilho e força. O uso como cicatrizante é confirmado cientificamente sendo necessários critérios de utilização. Quando ingerida pode provocar nefrite e problemas digestivos.

Arruda
Nome científico: Ruta graveolens, Rutaceae
Na Idade Média, era considerada uma proteção poderosa contra as feiticeiras; e nos tribunais ingleses do séc. XVII ramos de arruda eram colocados nos bancos para evitar as doenças de cadeira. A arruda é usada em banhos para combater todos os tipos de mau-olhado. Os ladrões que roubavam as vítimas da peste negra protegiam-se com o chamado ”vinagre dos quatro ladrões”, que tinha em sua composição a arruda.
É muito tóxica quando ingerida: pode provocar queimaduras na pele e morte em mulheres grávidas.

Alfavaca cravo
Nome científico: Ocimum gratissimum, Lamiaceae
Origem: Oriente
A alfavaca é uma planta aromática e tem ação no organismo humano como expectorante, bactericida e analgésico. Dentre as ações biológicas experimentadas essa planta age como larvicida e repelente de insetos. Por seu sabor e odor semelhantes ao cravo da índia, é usado como condimento na culinária.

Pata de vaca; unha de anta, pé de boi, unha de veado
Nome científico: Bauhinia forficata Link, Fabaceae
Origem: Brasil
Árvore espinhenta semidecídua de copa aberta, com tronco um pouco canelado e de cor clara, de 5-9 m de altura. Folhas simples, coriáceas, divididas até acima do meio com aspecto de uma pata de vaca, de 8-12 cm de comprimento. Flores brancas, dispostas em recemos axilares. Os frutos são vagens achatadas e deiscentes. É nativa do Brasil. Suas folhas tem atividade hipoglicemiante, mas apenas um profissional da saúde recomendar o uso e como usar. Essa planta é muito confundida com outras espécies de Bauhinia e que podem ser mais prejudiciais ainda

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Guarujá: Horta Fitoterápica permanece disponível ao público durante as férias escolares

Em Guarujá, o projeto Horta Fitoterápica Comunitária, da Biblioteca Municipal Geraldo Ferraz, permanece disponível ao público, durante o recesso escolar. Os munícipes serão atendidos de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas, por especialistas, na Rua Ceará, s/nº - Vila Alice.

Quem comparecer à unidade receberá atendimento de equipe composta por biólogo, farmacêutico e engenheiro agrônomo. O momento oferece informações de 47 espécies diferentes de ervas medicinais, plantadas na Horta.

Segundo o coordenador da Biblioteca Municipal, Pedro Menezes, o projeto recebe vários atendimentos durante o recesso escolar. “Aqui na Região, várias pessoas possuem o hábito de curar doenças com a preparação de chás. A Horta oferece orientação para essas pessoas, a respeito das funções das plantas. Além do uso, é benéfico também para acréscimo de conhecimento”.

Durante o período letivo, os educadores das escolas municipais de Guarujá comparecem com os alunos à Horta, com o objetivo de realizar um momento prático nas aulas, principalmente de biologia e ciências. Conforme Pedro, o espaço oferece instrumento de aprendizado para várias disciplinas, facilitando a compreensão de conteúdos.
Horta Fitoterápica Comunitária da Biblioteca Municipal Geraldo Ferraz (Foto: Pedro Rezende/PMG)

Estudos – A Horta Fitoterápica Comunitária foi implantada com base em pesquisas que comprovam que, cerca de 80% da população mundial faz o uso de algum tipo de erva na busca por um alívio de sintomas dolorosos e desagradáveis. Deste montante, 30% são diagnosticados pelos médicos.

As plantas medicinais estão cientificamente aprovadas, para ser utilizadas pela população nas necessidades básicas de saúde, em função de sua facilidade de acesso, do baixo custo e da compatibilidade cultural com as tradições populares. Por essa razão, o trabalho de resgate do conhecimento das plantas vem se tornando cada vez mais importante, principalmente nas áreas mais carentes.

A Biblioteca Geraldo Ferraz atende a visita de grupos de pessoas, escolas, universidades e também realiza orientações individuais. É necessário ligar para a unidade e agendar um horário.

Data: 02.07.2013
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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Árvores medicinais nas "Trilhas da ESALQ"


Árvores Medicinais
Seleciona a planta na lista.


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Exemplo da ficha de uma espécie:

Sinon.: Myrtus cuminii L., Eugenia jambolana Lam., Sysygium jambolanum (Lam.) DC.
Família: MYRTACEAE
Nomes comuns: jamelão, jalão, jambuí, oliva, oliveira.

CARACTERÍSTICAS GERAIS
Árvore com cerca de 15m de altura. Copa com folhagem abundante, ramos de coloração acinzentada-claro, com fissuras escuras e cicatrízes foliares bastante aparentes. Folhas simples, opostas, lanceoladas ou lanceoladas-oblongas até elípticas, curtamente acuminadas, com a nervura central bastante saliente na face inferior e nervuras laterais numerosas, unidas em uma nervura marginal muito próxima do bordo da folha. Inflorescência com flores numerosas, pequenas, de coloração creme, hermafroditas. Frutos numerosos, ovóides, carnosos, negro-arroxeados, de 2 a 3 cm de comprimento, que possuem uma única semente. 
OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIAS 

Espécie originária da Ásia, amplamente difundida pelo cultivo nas regiões tropicais, inclusive nas margens de curso d'agua, já que seus frutos são muito apreciados pelos peixes. 
USOS POPULARES

A casca é empregada contra disenteria, hemorragias e leucorréia, sob a forma de decocção. O pó das sementes é empregado no tratamento da diabéte, com as mesmas propriedades da insulina. É muito cultivada como planta ornamental, além de seus frutos também serem comestíveis. 

Flor: Setembro a Novembro 
Fruto: Dezembro a Fevereiro 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Alagoas: Jardim Sensorial do Parque Municipal já está aberto à visitação

A Secretaria Municipal de Proteção de Meio Ambiente (Sempma) inaugurou, no fim de novembro, um Jardim Sensorial no Parque Municipal. Novo espaço, que vai se constituir em mais um atrativo do local, vai beneficiar todos os tipos de público, em especial os portadores de deficiência visual.

Construído em uma área aproximada de 2.900 metros quadrados, o Jardim Sensorial foi idealizado pela Sempma com o objetivo de estimular os visitantes do parque a valorizar os órgãos do sentido e realçar a percepção do mundo vegetal. O prefeito Cícero Almeida fez questão de destacar a importância do novo espaço que o Parque Municipal passa a contar. “É uma alegria imensa poder inaugurar este Jardim Sensorial. Uma área que tenho certeza será um dos pontos mais visitados do Parque Municipal e vai beneficiar pessoas com deficiência visual, que, apesar da insuficiência que possuem, enxergam muito mais do que nós, porque enxergam com o coração”, disse ele.

Além de beneficiar pessoas com deficiência visual, o jardim também será importante para estimular crianças com dificuldade de aprendizado e idosos que sofrem com perda natural de mobilidade e diminuição dos sentidos.

Quem visitar o Jardim Sensorial vai encontrar mudas de plantas com fins medicinais, nutricionais e decorativos. Será uma prazerosa viagem para entrar em contato com plantas como o endro, erva-cidreira, alecrim, menta, patchuli, manjericão e ora-pró-nobis, está última dá o seu nome para o jardim em virtude da sua importância em pesquisas para a descoberta da cura contra o câncer.

Fonte: Secom Maceió
Data: 05.12.2012
Link:
http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=137694

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Healing qualities of Singapore's garden

The Duke and Duchess of Cambridge may have given it a miss when they were last in town, instead visiting the National Orchid Garden - home to the Dendrobium Memoria Princess Diana, a white orchid created in honour of the late Diana, Princess of Wales.

But also within the grounds of the 153-year-old Singapore Botanic Gardens (SBG), lies the relatively new Healing Garden - a tranquil retreat that showcases some 500 varieties of plants with medicinal properties.

"It's probably the most important thing plants have been used for since the beginning of time - to help man get over his illnesses and diseases and physical wounds," says SBG director Nigel Taylor. "So plants with healing properties have always been popular and here in the Healing Garden we have some 500 that are regularly used in Southeast Asia," he says.

The garden is laid out in the shape of a crouching human body and covers just about every ailment - from head to toe. From problems with your muscles, skin or nerves, a remedy can probably be found here - and possibly even in your own backyard.

The Areca catechu, commonly known as Betel Nut, is widely used across the region as an appetiser and a digestive. Its leaf paste is used to soothe fever, its young leaves used to treat coughs and its bark is used to treat swelling and flatulence. Another common plant with beneficial compounds is the Catharanthus roseus, or Madascagar Periwinkle.

"The Madascagar Periwinkle (is) a plant that certainly has very good proven medicinal properties but it's actually a fantastic garden plant," Taylor says. "You can have it as a bedding plant. It will flower most of the year, give colour. It's a plant you can have in a relatively small garden."

The Madascagar Periwinkle is traditionally used to treat diabetes and hypertension. In modern medicine, chemicals extracted from the plant are used to treat breast and lung cancer, as well as Hodgkin's and non-Hodgkin's lymphoma.

Also featured are plants native to Australia, including those from the Eucalyptus family and the Myrtaceae, or Myrtle, family from which tea tree oil is extracted.

"(Tea tree oil is) very familiar with most people," says Taylor. "If you have children of school-age, they often come home (with nits) and tea tree oil is the best-known preventive medicine for getting rid of nits. They hate the smell of it and they very soon leave if you put the oil on your hair."

Tea tree oil was first used by Aborigines to relieve pain and treat cut and wounds. Its scientific discovery came about in the 1920s when Sydney chemist Arthur Penfold reported on the oil's medicinal benefits.

While the purpose of the Healing Garden is to showcase and educate the public on the healing properties of commonly-found plants, Taylor warns that it is not intended to be prescriptive and visitors should refrain from swiping plants to harvest at home.

For most part, incidences of theft are low - with one notable exception. The Labisia pumila, known locally as Kacip Fatimah, keeps disappearing. It may have something to do with the fact that the small, woody and leafy plant - so rare it had to be collected from the wild in Malaysia - is an aphrodisiac for women.

Taylor points out a near-empty bed of Kacip Fatimah, where a single, lonely plant sits. Not too far away lies its male equivalent, the Eurycoma longifolia, or Tongkat Ali, which, as well as enhancing sexual functionality, is also used to treat mouth ulcers, fever, jaundice and dysentery.

For some reason, it is significantly less depleted than the Kacip Fatimah.

While no one has been known to fall ill after consuming greenary from the Healing Garden since its opening last October, Taylor sounds a word of caution when it comes to eating unfamiliar plants. "There are a few plants that are so poisonous even ingesting a small amount would do you harm. You have to know your plants and if you're going to one of these new, fashionable restaurants where they serve unusual plants, you have to trust that the chef knows what he's harvesting.

"Many humans in the discovery of medicinal plants died through experimenting with them. We don't want that to happen today."

If you absolutely must eat something, the SBG boasts eight dining outlets in the vicinity, including the acclaimed Au Jardin restaurant. For everyone else happy to simply look and learn, the Healing Garden covers 2.5 hectares, more than enough to make any amateur gardener - or hypochondriac - turn green with envy.

If you go:

The Healing Garden is located in the Singapore Botanic Gardens at 1 Cluny Road. It is open from 5am to 7.30pm Tuesday to Sunday and admission is free. It is closed on Mondays (except when it falls on a public holiday). Public buses and trains from the city centre stop about 15 minutes walk from the Healing Garden.

Growing the idea

The Singapore Botanic Gardens originally wanted to have a display of ethnobotany, but it didn't have the means to do that and as a substitute, decided on a Healing Garden. The hardest plants to source were those that were held privately and passed down from person to person.

Mass-produced plants for food tend to have their strong flavours bred out of them, but it is often the flavours that have curative properties. Dogs are allowed in the SBG but are banned from the   Healing Garden due to concerns its plants may be damaged by pooches relieving themselves.



Foto: Madascagar Periwinkle (wikipedia)